Saúde

Rio espera vacinar 100 mil pessoas neste Dia D contra a Gripe

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O município do Rio de Janeiro espera imunizar 100 mil pessoas neste sábado (13), dia D de Vacinação contra a Gripe (Influenza). Em toda a cidade, são mais de 600 postos de vacinação, que vão funcionar até as 17h.

“Todas as pessoas com mais de 6 meses de idade devem se vacinar para a gripe. A gripe é a doença que mais mata e mais interna na cidade do Rio de Janeiro e no Brasil. E essa vacina realmente protege. É uma doença imunoprevinível. Basta uma dose para quem já tomou a vacina da gripe nos anos anteriores”, disse o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz.

A profissional de comunicação Renata Correia, de 45 anos, é uma das pessoas que buscam se imunizar contra a gripe todos os anos. Neste sábado, ela se vacinou mais uma vez. “Eu acho importante tanto do ponto de vista individual, para eu me proteger, mas também do ponto de vista da saúde pública. Desde que eu comecei a vacinar para a gripe, quando eu pego [a doença], eu sinto que pego mais branda. Não me derruba mais”, disse.

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O engenheiro Felipe Santos, de 40 anos, já tinha tomado sua vacina contra a gripe e aproveitou a mobilização deste sábado para imunizar também seu filho Murilo, de 4 anos. “A gente está sempre o levando nas campanhas de vacinação. A caderneta dele está cheia de vacina. A vacinação é importante para a prevenção, a saúde”.

Até a última sexta-feira 456 mil doses da vacina contra a gripe tinham sido aplicadas na cidade. A cobertura vacinal dos grupos prioritários, que inclui, idosos, gestantes e crianças, entre outros, no entanto, só chega 17,6%.

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio considera que, passada a epidemia de dengue, a gripe é o atual desafio de saúde pública do município.

Fonte: EBC SAÚDE

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Saúde

Ministério da Saúde define estrutura metodológica para mapear centros de pesquisa clínica no país

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No dia 05 de outubro, o Ministério da Saúde aprovou a metodologia que guiará o mapeamento nacional dos centros de pesquisa clínica públicos e privados. A iniciativa vai levantar informações sobre infraestrutura, atuação, abrangência territorial e expertises dessas unidades. O diagnóstico será usado para impulsionar o planejamento de políticas públicas e a capacidade local de desenvolver medicamentos, vacinas e tratamentos que atendam às demandas do Sistema Único de Saúde (SUS). 

A validação da proposta de metodologia foi realizada durante workshop que reuniu especialistas e representantes de instituições dos diferentes segmentos da pesquisa clínica, como centros de pesquisa, comunidade científica, hospitais, entidades profissionais e setor produtivo. 

O trabalho é coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE) do Ministério da Saúde e executado pela Faculdade de Medicina de Botucatu, instituição da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (FMB/Unesp), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). “A identificação e a divulgação de informações sobre os centros de pesquisa clínica em todo o território nacional contribuem para o conhecimento da estrutura de pesquisa existente no Brasil e para o desenvolvimento de estudos científicos na área da saúde”, avaliou a diretora do Departamento de Ciência e Tecnologia da SCTIE/MS, Meiruze Freitas. 

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A aplicação nacional ocorrerá até o fim deste ano, com a publicação do edital de chamamento público para a coleta de informações dos centros de pesquisa clínica de todo o país. A partir dessas informações, o Ministério da Saúde implementará o Cadastro Nacional de Centros de Pesquisa Clínica. 

“O cadastro permitirá identificar as competências, as capacidades e as estruturas existentes nos centros de pesquisa clínica, além de reunir informações que poderão subsidiar o planejamento de investimentos, a qualificação dos serviços e a integração entre as instituições. Os dados também poderão contribuir para a análise da distribuição regional da infraestrutura de pesquisa e para o planejamento de ações voltadas ao desenvolvimento de tecnologias em saúde”, informou Meiruze. 

O cadastro será constituído no âmbito do Programa Nacional de Pesquisa Clínica (PPClin), que busca impulsionar os estudos estratégicos para a saúde pública e promover um ambiente de pesquisa mais integrado e transparente. “Um dos resultados previstos é a criação de um banco de dados público, com acesso em tempo real às informações sobre os centros de pesquisa clínica”, pontuou a diretora.

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Além de fortalecer o Complexo Econômico-Industrial da Saúde, o cadastro também deverá trazer benefícios para o setor produtivo, uma vez que facilitará a identificação de parceiros estratégicos, formação de redes colaborativas e a integração entre centros de pesquisa e indústria, acrescentou Meiruze. 

“As informações reunidas poderão subsidiar o planejamento de investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação, além de apoiar a identificação de oportunidades para a produção nacional de medicamentos e outras tecnologias em saúde, considerando as necessidades SUS e da população”. 

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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