Saúde

Ministério da Saúde debate equidade e cuidado em rede no SUS

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Um espaço de diálogo, troca de experiências e reflexão sobre os desafios da saúde coletiva e do SUS. É com essa proposta que o projeto Café com Ideias reúne trabalhadores, gestores e estudiosos em rodas de conversa sobre temas relevantes para a saúde pública. O próximo encontro acontece no dia 27 deste mês, no Espaço da Biblioteca do Ministério da Saúde, e terá como tema Equidade em Rede: Tecendo Cuidado, Defendendo Vidas. A atividade poderá ser acompanhada presencialmente ou on-line, com transmissão ao vivo pelo canal do DATASUS.

A iniciativa do Departamento de Gestão Interfederativa e Participativa (DGIP), da Secretaria-Executiva, propõe um ambiente acolhedor e aberto ao diálogo, em que os participantes podem compartilhar experiências, reflexões e diferentes perspectivas sobre o trabalho em saúde. A ideia é que, em torno de um café, a conversa aconteça de forma leve e espontânea, aproximando trabalhadores e estimulando a construção coletiva.

“Para participar, basta chegar, beber um café e trazer suas ideias. Aqui todo trabalhador e toda trabalhadora pode compartilhar seus pontos de vista, fazer suas críticas e dar suas contribuições. Vamos construir juntos esse espaço coletivo e seguir aprimorando nossa prática para construir um SUS cada vez mais universal, com integralidade e equidade no acesso à saúde”, explicou o diretor do DGIP, André Bonifácio.

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Para essa edição, o encontro contará com uma abertura especial com apresentação artística da cantora e trabalhadora da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE), Teresa Lopes. Também fará parte da roda de conversa os seguintes convidados:

Romulo Paes – Médico, PhD em Epidemiologia, pesquisador da Fiocruz e presidente da Abrasco.
Lilian Gonçalves – Médica de Família e Coordenadora-Geral de Acesso e Equidade na Atenção Primária à Saúde.
Doutor Thiago – Mestre em Antropologia, especialista em Equidade, Raça e Gênero e conselheiro de Saúde.

O projeto Café com Ideias integra as ações de educação permanente e incentiva a reflexão crítica sobre o trabalho em saúde, a valorização das trabalhadoras e dos trabalhadores e o fortalecimento das políticas públicas do SUS.

Serviço:

Data: 27 de agosto de 2026
Horário: 17h
Local: Biblioteca do Ministério da Saúde (Térreo) — Esplanada dos Ministérios, Bloco G, Edifício Sede.

Acesse a transmissão ao vivo

Tatiany Volker
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Saúde

Brasil completa 10 anos sem raiva humana transmitida por cães e reforça vacinação antirrábica na fronteira

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O Brasil completa, em 2026, dez anos sem registrar casos de raiva humana transmitida pelas variantes de cães (AgV1 e AgV2). Para reforçar a prevenção e o controle da doença, especialmente nas áreas de fronteira, o Ministério da Saúde realiza neste sábado (22) a abertura simultânea da Campanha de Vacinação Antirrábica Canina e Felina na Fronteira, com mobilizações no Acre, em Rondônia, no Mato Grosso do Sul e na Bolívia, reunindo representantes do Brasil, da Bolívia e do Peru.

Para apoiar a campanha, o Ministério da Saúde disponibilizou vacinas antirrábicas para cães e gatos e materiais para as ações de vacinação nos três municípios brasileiros, além de apoiar atividades na Bolívia e no Peru. Foram fornecidos equipamentos como caixas térmicas, termômetros, cambões, cordas e focinheiras, utilizados para garantir a conservação adequada das vacinas e a segurança dos profissionais e dos animais.

“Essa ação fortalece a vigilância integrada da raiva e a vacinação de cães e gatos em regiões de fronteira, onde a circulação de pessoas e animais entre diferentes países exige ações coordenadas de prevenção e controle”, explica o diretor do Departamento de Doenças Transmissíveis (DEDT), Francisco Edilson Ferreira.

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CIRCULAÇÃO DO VÍRUS

Apesar de o país não registrar casos de raiva humana transmitida pelas variantes caninas há uma década, o vírus continua circulando entre animais silvestres, principalmente morcegos, primatas e raposas.

O cenário reforça a importância de manter a vacinação de cães e gatos, a vigilância de animais suspeitos e, principalmente, a procura rápida por atendimento de saúde após situações de risco.

Entre 2016 e 2026, foram confirmados 37 casos de raiva humana no Brasil, todos associados a variantes silvestres. Os morcegos estiveram envolvidos em 22 casos. Também houve registros relacionados a primatas (7), felinos infectados com variante de morcego (4), raposas (2), cão infectado com variante de morcego (1) e bovino infectado com variante de morcego (1).

TRATAMENTO NO SUS

A raiva é uma doença viral grave, com alta taxa de letalidade o início dos sintomas. Em caso de mordida, arranhão ou contato de risco com a saliva de mamíferos, a orientação é procurar imediatamente um serviço de saúde, mesmo que o ferimento pareça pequeno.

Após avaliação, o profissional de saúde indicará, quando necessário, a profilaxia antirrábica, que pode incluir vacina e soro ou imunoglobulina. Também é importante evitar o contato com morcegos e outros animais silvestres encontrados mortos ou com comportamento incomum. A profilaxia antirrábica humana é oferecida gratuitamente pelo 

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Suellen Siqueira
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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