Saúde

Liderada pelo Ministério da Saúde, Coalizão Global busca projetos sobre dengue para garantir mais vacinas para populações vulneráveis

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Fortalecer a produção local e regional de produtos de saúde, promover a inovação tecnológica e reduzir desigualdades globais no acesso à saúde. Esses são os objetivos da primeira chamada de propostas sobre dengue da Coalizão Global para a Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo, um dos principais legados da presidência brasileira do G20. Lançada nesta terça-feira (24) no Rio de Janeiro (RJ), pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a iniciativa busca identificar e apoiar projetos que estimulem, ainda, a estruturação de redes globais sustentáveis que garantam tecnologias essenciais, como vacinas, terapias e diagnósticos, para doenças negligenciadas e pessoas vivendo em condições de vulnerabilidade.

Para o ministro Alexandre Padilha, a Coalizão — liderada pelo Ministério da Saúde, com secretariado executivo da Fiocruz — representa um avanço estratégico para o enfrentamento de desafios globais em saúde. “O primeiro desafio a ser enfrentado foi definido em conjunto pelo comitê diretivo: a dengue. Atualmente, cerca de metade da população mundial está em risco de contrair a doença, com quase 400 milhões de infecções por ano, presente em todos os continentes”, ressaltou.

Padilha explicou ainda que “o Brasil possui a vacina do Butantan, que representa uma grande esperança. Contudo, ainda há desafios em relação à produção, ao diagnóstico e ao tratamento. Por isso, as parcerias internacionais podem fortalecer a produção local e regional de vacinas, tratamentos e diagnósticos, além de estimular a inovação e promover o acesso equitativo”, explicou

Segundo o ministro, este momento representa um avanço no enfrentamento da dengue no Brasil e no mundo. “Ainda há muitos desafios, mas seguimos com otimismo. Apostamos na cooperação, no diálogo e na ciência para promover o desenvolvimento conjunto. Acreditamos em um mundo com menos conflitos e mais acesso a vacinas, medicamentos e vida. Com o lançamento da primeira chamada de propostas, a ideia é reduzir os impactos das falhas no fornecimento de insumos de saúde, principalmente nos países do Sul Global”, refletiu.

Compromisso coletivo com a ciência e a equidade em saúde

Multissetorial, a iniciativa foi concebida pelos ministros da Saúde do G20 e apoiada de forma voluntária por governos, organizações internacionais, setor privado, instituições públicas e filantrópicas, academia e sociedade civil. “Em um momento de crescentes desafios de saúde global, esta chamada de propostas reflete um compromisso coletivo com a ciência, a P&D (pesquisa e desenvolvimento) e a equidade em saúde, fortalecendo a produção regional, promovendo tecnologias inovadoras para doenças prioritárias e possibilitando o crescimento científico e econômico de forma sustentável”, disse o diretor-geral assistente da Organização Mundial da Saúde (OMS) para Promoção da Saúde, Prevenção de Doenças e Cuidados, Jeremy Farrar. Ele, também, é presidente do Comitê Consultivo da Coalizão.

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Já o presidente da Fiocruz e secretário executivo da Coalizão, Mario Moreira, falou sobre a importância do enfrentamento dos desafios para ampliar e garantir sustentabilidade no acesso a produtos de saúde. “A Coalizão representa uma ação singular no cenário da saúde global ao propor uma articulação concreta entre inovação, produção local e regional e acesso equitativo. A primeira chamada traduz a ambição dessa ação: é o momento em que passamos do compromisso político para a implementação, mobilizando diversos parceiros em torno de soluções que respondam às necessidades reais das populações mais vulneráveis”, pontuou. Segundo ele, a expectativa é de que essa chamada inaugure uma nova forma de trabalhar, mais coordenada, sinérgica, mais estratégica e orientada para impacto

Tecnologias mais acessíveis e alinhadas às necessidades de saúde pública
 
Com foco na identificação de projetos de alto impacto que abordem situações de iniquidades, a primeira chamada busca propostas que atendam às necessidades locais, nacionais ou regionais, incluindo iniciativas multinacionais e, quando aplicável, com potencial de replicação ou adaptação em outros contextos. Podem se candidatar governos, organizações internacionais, instituições privadas e públicas e organizações sem fins lucrativos.

Firmada a partir da assinatura da Carta de Genebra em 20 de maio de 2025, durante a 78ª Assembleia Mundial da Saúde, a Coalizão Global atua para reduzir as assimetrias mundiais no acesso a tecnologias em saúde. Isso ocorre pela concentração global de pesquisa e produção em poucos países, fragilidades nas cadeias de suprimento, assimetrias regulatórias e baixa integração entre inovação, produção e acesso, especialmente em países em desenvolvimento.
 
Visão global em defesa da saúde para produção de mais vacinas e medicamentos

Ainda no Rio de Janeiro (RJ), o ministro Padilha assinou uma Carta de Intenções com o International Vaccine Institute (IVI) para o desenvolvimento e a produção de vacinas e outras tecnologias em saúde. A iniciativa, que visa a soberania tecnológica do Brasil, prevê o financiamento pelo Bridging Research Investment in Global Health Technology (BRIGHT Fund). Trata-se de um fundo internacional com múltiplos doadores que apoiam pesquisas para acelerar o desenvolvimento e a comercialização de tecnologias em saúde, com foco em países de baixa e média renda.

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Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a ação demonstra o compromisso do governo brasileiro na participação da visão global em defesa da saúde. “Essa é uma iniciativa muito importante para ampliar a capacidade do Brasil e de outros países em produzir vacinas e medicamentos. Quando o Brasil amplia a sua capacidade, esses medicamentos ficam mais acessíveis. Acreditamos que essas iniciativas de novos mecanismos de financiamento, com vários países, contribuem ainda mais com o esforço que temos feito de aumentar o investimento na pesquisa no país e valorizar nossos pesquisadores”, afirmou.

“Estamos muito empolgados com esta parceria com o Brasil. O IVI tem falado com muitos países sobre a necessidade de um fundo que nos permita levar a inovação desde o início até o fim, acessível à população. O Brasil é o primeiro desses países muito importantes. Estamos criando um fundo que financiará o desenvolvimento de vacinas, medicamentos, testes laboratoriais e contribuirá para solucionar problemas de saúde em países de baixa renda, a exemplo das doenças negligenciadas. As indústrias dos países desenvolvidos historicamente não focam nesse tipo de problema”, declarou o diretor do IVI, Jerome Kim.

Organização internacional que atua como plataforma neutra de cooperação técnica, o IVI apoia a transferência de tecnologia para que o Brasil consiga produzir mais vacinas localmente e de forma independente.  Em 2024, apoiou a transferência de tecnologia da vacina contra a dengue desenvolvida pelos National Institutes of Health (NIH), dos Estados Unidos para o Brasil, viabilizando seu desenvolvimento e formulação pelo Instituto Butantan, além de contribuir para os estudos clínicos de fase 2 e 3.

Ministério da Saúde
Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

Fonte: Ministério da Saúde

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Saúde

Governo do Brasil cria política integrada para formação médica

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O Governo do Brasil editou, nesta sexta-feira, 19 de junho, Medida Provisória que cria uma política integrada para a formação em medicina no país. O Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) passa a valer como avaliação obrigatória da graduação, exame de acesso à residência médica e, ainda, requisito para o exercício profissional. A medida foi assinada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao lado dos ministros da Educação, Leonardo Barchini, e da Saúde, Alexandre Padilha, durante a inauguração do Hospital Universitário da Universidade Federal de São João del-Rei (HU-UFSJ), em Divinópolis (MG).

A normativa parte do entendimento de que todos esses processos possuem objetivo comum: a verificação da capacidade do participante de exercer a medicina com segurança, responsabilidade ética e domínio técnico. Assim, o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério da Saúde (MS) buscam garantir que a graduação, a residência e a habilitação desses profissionais operem com referenciais comuns e alinhamento às necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS), para atender ao direito fundamental da população brasileira à saúde.

Com a proposta, as pastas esperam melhorar a qualidade da formação médica e ampliar a comparabilidade dos resultados avaliativos para o aprimoramento dos processos regulatórios. O texto foi construído a partir do diálogo com diferentes atores da formação médica, incluindo órgãos governamentais, instituições de ensino e entidades representativas da área da saúde.

O Enamed será realizado semestralmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), com aplicação descentralizada em todos os municípios que tenham oferta de cursos de graduação em medicina. A edição de 2026 já tem inscrições abertas, que seguem até 29 de junho. As provas serão aplicadas em 13 de setembro e seus resultados serão válidos, nessa edição, apenas para avaliação dos cursos de graduação e para acompanhamento da formação dos estudantes.

Criação – Concebido como modalidade do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) para os cursos de medicina, o Enamed teve sua primeira edição em 2025, quando unificou matrizes de referência e instrumentos de avaliação para análise de competências de estudantes, a fim de monitorar o ensino ofertado por instituições públicas e privadas. Dessa forma, o exame tornou-se parte do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).

Além disso, a prova converteu-se na parte teórica do Exame Nacional de Residência (Enare) e seus resultados foram utilizados para programas de residência médica de acesso direto. As inscrições para o Enare 2026/2027 também estão abertas, e o processo seletivo das especialidades de acesso direto continuará utilizando os resultados do Enamed.

Mudanças – Com a MP, a novidade é que a avaliação acontecerá, obrigatoriamente, em dois momentos: ao final do 4º ano, etapa predominantemente diagnóstica e formativa; e na conclusão do último ano do curso — a aprovação nesta segunda etapa passa a ser requisito para que o graduado realize sua inscrição no Conselho Regional de Medicina, necessária para o exercício legal da profissão.

A MP entra em vigor imediatamente, mas a exigência de proficiência na prova para o exercício profissional vai valer apenas para quem ingressar na graduação a partir da data da sua publicação. Além disso, o graduado que não obtiver avaliação satisfatória na segunda etapa do Enamed poderá refazê-la em edições seguintes.

A etapa voltada a estudantes que ainda estão cursando medicina busca identificar dificuldades de aprendizagem antes do internato, oferecer retroalimentação pedagógica às instituições e acompanhar o desenvolvimento das competências ao longo da formação. Os resultados não valerão, porém, para fins regulatórios.

Avaliação dos cursos – Um dos princípios centrais da nova norma é responsabilizar não apenas os estudantes pela qualidade da sua formação, mas, principalmente, as instituições de educação superior. Para isso, a nota individual do estudante servirá para gerar uma nota geral do curso, o chamado Conceito Enade, indicador que varia de 1 a 5. Resultados insatisfatórios (conceitos 1 e 2) podem resultar em medidas cautelares de regulação e supervisão, previstas na legislação educacional, que vão desde a redução de vagas até a desativação dos cursos.

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O exame deverá, ainda, ser usado como parâmetro para atos regulatórios dos sistemas estaduais e distrital de educação na supervisão de cursos que pertencem a esses sistemas, reforçando a coordenação federativa e promovendo a integração dos diferentes instrumentos nacionais de avaliação da formação médica.

Revalida – A Medida Provisória também propõe um alinhamento entre o Enamed e o Revalida, destinado a avaliar as competências e os conhecimentos de graduados no exterior para validação de diplomas e exercício da medicina no Brasil. A etapa do exame destinada aos concluintes substituirá a etapa teórica do Revalida, assegurando maior isonomia de tratamento entre formados no Brasil e no exterior, ao exigir que ambos se submetam ao mesmo exame. A prova prática do Revalida continuará sendo realizada pelo Inep. Ficam dispensados da realização do Enamed os médicos com diploma revalidado em data anterior à de entrada em vigor da normativa.

Residência – A nota obtida na segunda etapa do Enamed poderá ser utilizada em todos os processos seletivos para programas de residência médica de acesso direto. O exame segue como etapa teórica do Enare, que prosseguirá selecionando, para além de candidatos a programas de acesso direto, também aqueles que concorrem a residências que exijam pré-requisito, ano adicional e área de atuação e para a residência em área profissional da saúde (multiprofissional e uniprofissional), por meio de provas específicas.

Visando ampliar a capacidade regulatória do Estado sobre a formação também de especialistas, o texto cria ainda o Sistema Nacional de Avaliação das Residências (Sinares). Os objetivos, os componentes, a governança e a forma de execução do sistema serão regulamentados pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM).

Governança – Para operar a governança da nova política de maneira democrática, a MP prevê a criação de uma comissão consultiva de acompanhamento do Enamed, com representantes do MEC, do MS, do Conselho Federal de Medicina (CFM), da Associação Médica Brasileira e de entidades da sociedade civil.

Além da comissão consultiva do Enamed, o Ministério da Saúde participa da política definindo contrapartidas relacionadas ao uso da rede do SUS como campo de prática dos cursos de medicina e da articulação entre formação médica e necessidades do sistema de saúde. A proposta reforça a integração ensino-serviço em benefício da qualidade da formação e da atenção à saúde.

No que diz respeito à residência médica, a CNRM manterá sua atuação regulatória específica. O CFM, por sua vez, continuará exercendo suas atribuições legais de fiscalização e normatização do exercício profissional.

Histórico – Ainda em 2013, o programa Mais Médicos deu início a uma transformação histórica na formação médica brasileira ao estabelecer bases legais para alinhar a graduação às necessidades do SUS e da população. Como resultado, pela primeira vez, o número de vagas de medicina ofertadas no interior do país superou o das capitais, seguindo uma estratégia reconhecida internacionalmente para reduzir desigualdades regionais e ampliar a fixação de profissionais em áreas de maior vulnerabilidade.

Essa trajetória, no entanto, foi interrompida nos governos que se seguiram. A partir de 2018, o enfraquecimento da regulação e da avaliação da qualidade dos cursos gerou um cenário de expansão desordenada. Entre 2016 e 2022, foram autorizadas cerca de 23 mil novas vagas de medicina, concentradas principalmente em grandes centros urbanos.

A lei proposta pelo governo federal responde à necessidade de preservação da qualidade da formação médica diante dessa expansão, sobretudo no setor privado, inclusive em decorrência de decisões judiciais dissociadas dos critérios regulatórios do MEC.

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Dados do Enamed 2025 evidenciaram que parcela relevante dos concluintes não apresentou o nível esperado de proficiência, ao mesmo tempo em que persistiu proporção significativa de cursos com desempenho inferior ao recomendado nos instrumentos oficiais de avaliação.

Os resultados do exame demonstraram que 67% dos 39.258 concluintes apresentaram desempenho proficiente. Isso significa que os cerca de 13 mil concluintes identificados pelo Enamed como abaixo do nível mínimo de proficiência já ingressam ou ingressarão em breve no exercício da profissão, expondo diretamente a população a riscos assistenciais concretos.

Além de fragilidades no desempenho individual dos estudantes, 32,6% das escolas médicas apresentaram conceito Enade 1 ou 2, ou seja, abaixo do recomendado. Também há assimetrias regionais e institucionais relevantes: universidades públicas federais e estaduais concentram mais de 84% de seus cursos nas faixas de excelência, ao passo que os piores resultados se concentram em instituições municipais e privadas com fins lucrativos, segmento responsável pela maior parte da expansão recente de vagas no país.

Diante disso, o MEC adotou, em março de 2026, medidas cautelares, incluindo a suspensão de ingresso de novos estudantes e a redução de vagas em cursos com desempenho insuficiente, com vigência até a divulgação dos resultados do próximo Enamed, prevista para dezembro de 2026. Essas ações, contudo, são restritas ao Sistema Federal de Ensino. Com a nova política, porém, as regras passam a valer para todos os cursos de medicina do país.

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Dessa forma, a medida do Governo do Brasil atende com urgência à necessidade de fortalecer os instrumentos legais de supervisão da formação desses profissionais, em consonância com outras medidas de aprimoramento do ambiente regulatório e da retomada de investimentos na área.

A expansão da residência médica é um desses exemplos de ampliação orçamentária. O país saiu de apenas 150 vagas com financiamento federal em 2021 e nenhuma em 2022 para mais de 2,4 mil vagas financiadas atualmente. Paralelamente, programas como o Agora Tem Especialistas já garantem a atuação de mais de 1,5 mil especialistas em regiões que historicamente enfrentavam dificuldade de acesso a esses profissionais.

Conteúdo – O Enamed avalia conteúdos, habilidades e competências definidos nas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) de Medicina, que já orientam a organização curricular de todos os cursos de graduação do país. A matriz de referência adotada desde sua primeira edição tem um modelo avaliativo contemporâneo, centrado na mobilização integrada de conhecimentos, no raciocínio clínico, na tomada de decisão baseada em evidências, na atuação ética e humanizada e na compreensão do funcionamento das redes de atenção à saúde.

Os itens do exame são construídos a partir de situações-problema e casos clínicos que reproduzem cenários reais de prática profissional encontrados nos diferentes níveis de atenção à saúde, em especial no contexto do SUS. Isso porque as DCNs determinam que a formação médica brasileira esteja orientada pelas necessidades de saúde da população e pelos princípios organizadores do sistema público. Assim, entre os cenários propostos pela prova estão as redes de Atenção Primária à Saúde, materno-infantil, de atenção psicossocial, de doenças crônicas e de reabilitação.

A avaliação também considera competências relacionadas ao cuidado integral da pessoa, da família e da comunidade, à vigilância em saúde e ao enfrentamento dos principais problemas epidemiológicos do país, a partir das especialidades: clínica médica, cirurgia geral, pediatria, ginecologia e obstetrícia, medicina de família e comunidade, saúde mental e saúde coletiva.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria Executiva, do Inep e do Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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