Política Nacional

Lula viaja ao Chile para assinatura de acordos bilaterais

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca neste domingo (4) para Santiago, no Chile, onde cumpre uma série de compromissos durante visita de Estado ao país. A agenda contará com encontros políticos, participação em fórum empresarial e assinatura de diversos acordos bilaterais.

Na manhã desta segunda-feira (5), Lula será recebido no Palácio de La Moneda pelo presidente chileno, Gabriel Boric. Os dois terão encontro privado, seguido de reunião ampliada – com os respectivos gabinetes -, de assinatura de atos e de declaração à imprensa.

De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, pelo menos 15 acordos estão prontos para serem firmados, em diversas áreas que vão da ciência e tecnologia, defesa, direitos humanos até as relações comerciais e de investimentos.

Após o almoço, o presidente brasileiro será recebido pelos chefes dos Poderes Judiciário e Legislativo do Chile, e deve se encontrar com representantes da Latam, maior empresa chilena em operação no Brasil, e da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). No final do dia, Lula participa do encerramento do Fórum Empresarial Chile-Brasil, que deverá reunir cerca de 500 lideranças dos setores público e privado para discutir assuntos envolvendo o comércio bilateral entre os dois países.

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No dia seguinte, estão previstos encontro com a prefeita de Santiago, Irací Hassler, e com o ex-presidente chileno, Ricardo Lagos.

Fonte: EBC Política Nacional

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Política Nacional

Jayme Campos cobra votação de projeto de amparo a mulheres agredidas

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Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (1º), o senador Jayme Campos (União-MT) cobrou da Câmara dos Deputados a votação do projeto de lei de sua autoria que cria o Fundo Nacional de Amparo a Mulheres Agredidas (PL 5.019/2013).

Segundo ele, a proposta, apresentada por ele em 2012, aguarda há mais de 13 anos pela votação na Câmara. O texto tramita como PL 5.019/2013.

A proposta prevê auxílio financeiro de um salário mínimo por mês, durante 12 meses, para mulheres que se separam dos companheiros em razão de violência doméstica. Também prevê treinamento profissional para que elas possam buscar uma oportunidade no mercado de trabalho e reconstruir a vida. Jayme Campos defendeu a medida como forma de dar independência econômica às mulheres que dependem financeiramente dos companheiros.

— Enquanto o projeto espera, a violência não espera. Enquanto a burocracia anda devagar, o agressor continua agindo — afirmou. Segundo o senador, o fundo seria formado por 10% das multas penais, doações de pessoas físicas e jurídicas e contribuições de governos e organismos estrangeiros e internacionais.

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Jayme Campos também citou outras propostas de sua autoria voltadas à proteção de mulheres vítimas de violência e pediu o apoio da Bancada Feminina do Senado para que essas matérias sejam tratadas como prioridade pelo Congresso. — A violência doméstica não é um problema privado. Quando uma mulher é agredida dentro de casa, é dever do Estado bater àquela porta — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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