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Presidente da Comissão de Infraestrutura apresenta projetos de reparação na MT-140

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O presidente da Comissão de Infraestrutura da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Valmir Moretto (Republicanos), utilizou a tribuna da Sessão Ordinária desta quarta (21), para apresentar projetos de reparos na MT-140, rodovia paralela a BR-163, que se encontra em obra de duplicação.

“Conversei com o secretário Marcelo e o Governo de Mato Grosso já providenciou uma construtora para dar início a recuperação dos tapas buracos, inclusive os de profundo impacto também. A rodovia passou a ser uma linha de escoamento da BR-163. Já foi dada a ordem de serviço para que a construtora que faz reparo nessas rodovias possa fazer na MT-140”, pontuou.

A demanda foi apresentada por munícipes que utilizam o trecho. A MT-140, que liga a região de Sorriso (398,2 km) e Campo Verde deve passar por concessão em agosto na Bolsa de Valores de São Paulo.

“É uma rodovia que passou a ser muito importante para o Estado de Mato Grosso. Ela é paralela à BR-163. Com as obras da 163, que eram um sonho de Mato Grosso, nós tivemos um auto trafego nessa rodovia. São 281 km e quatro pontes. Uma rodovia estratégica para o estado. Essa obra é muito importante para região de Sorriso e Campo verde”, destacou o deputado Valmir Moretto.

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Fonte: ALMT – MT

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CPI da Saúde ouve procurador-geral e empresária investigada por contratos da pandemia

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) ouviu, nesta quarta-feira (8), o procurador-geral do Estado, Francisco de Assis da Silva Lopes, e a médica e empresária Virgínia Scaff Gonçalves Grassani Silva, investigada por contratos firmados com a Secretaria de Estado de Saúde (SES) durante a pandemia da Covid-19. Enquanto o procurador respondeu aos questionamentos da relatoria da comissão, a empresária exerceu o direito constitucional ao silêncio em relação às perguntas realizadas pela relatoria da comissão.

Durante o depoimento, Francisco de Assis afirmou que a PGE exerce o controle prévio de legalidade dos processos administrativos, mas não tem competência para fiscalizar a execução dos contratos firmados pela administração pública. Segundo ele, cabe à PGE emitir pareceres jurídicos antes da formalização das contratações, enquanto a fiscalização posterior compete aos órgãos de controle interno e externo. Questionado sobre informações apresentadas pela comissão relativas a pagamentos realizados sem cobertura contratual, afirmou desconhecer os dados.

Na sequência, a comissão ouviu a médica e empresária Virgínia Scaff Gonçalves Grassani Silva. Convocada na condição de investigada, ela compareceu acompanhada por advogado e optou por exercer o direito ao silêncio, garantia assegurada pela Constituição Federal.

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Ao avaliar os depoimentos, a relatoria da CPI da Saúde informou que a equipe técnica fará o cruzamento das informações prestadas durante as oitivas com a documentação reunida ao longo da investigação, subsidiando a elaboração do relatório final da comissão.

A relatoria também informou que irá aprofundar a apuração sobre uma tentativa de ataque cibernético aos sistemas da Secretaria de Estado de Saúde, mencionada durante o depoimento do procurador-geral. Conforme informado à comissão, o caso foi comunicado às autoridades competentes e a CPI aguarda informações da Polícia Federal para dar continuidade às investigações.

Investigação – A convocação da médica e empresária Virgínia Scaff está relacionada aos contratos firmados entre a empresa V. Scaff Gonçalves & Cia Ltda., conhecida como Clínica Rostey, e a Secretaria de Estado de Saúde (SES) para a disponibilização de 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto no Hospital Regional de Cáceres durante a pandemia da Covid-19.

Os contratos, superiores a R$ 4,2 milhões, são investigados por suspeitas de irregularidades. Conforme apurado pela CPI, a empresa, registrada como clínica de dermatologia e estética, não possuía experiência comprovada na gestão de UTIs. Relatórios da Controladoria Geral da União (CGU) também apontam indícios de fraude na dispensa de licitação.

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Ao encerrar a reunião, a relatoria da CPI da Saúde informou que o Plenário da Assembleia Legislativa aprovou a prorrogação dos trabalhos da comissão por mais 180 dias. Também foi aprovada a convocação do médico Luiz Wagner Silveira Golembiowski para prestar esclarecimentos sobre os fatos investigados.

Fonte: ALMT – MT

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