Os municípios de Araguaiana e Gaúcha do Norte ganharam um reforço de equipamentos para a agricultura de pequena escala com a entrega de duas motoniveladoras, na última quarta-feira (3), na Secretaria de Agricultura Familiar (Seaf). A conquista é resultado de indicação do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB).
Para Max Russi, investir no pequeno produtor é uma das prioridades de seu mandato. “Precisamos valorizar o trabalho da agricultura familiar. Esses maquinários vão auxiliar no melhor desempenho dessas famílias que vivem do que plantam”, afirmou.
Para incentivar o setor, o deputado também tem apresentado propostas legislativas, como a lei n° 10.638/2017, que estabelece a política estadual para compras governamentais da agricultura familiar e dos empreendimentos familiares rurais no estado.
“Quero agradecer ao governador Mauro Mendes, ao deputado Max Russi e ao deputado federal Juarez Costa. Para nós é uma alegria estar recebendo mais esse equipamento para o nosso município. Vai nos ajudar bastante”, comemorou o prefeito de Araguaiana, José Marra.
O prefeito de Gaúcha do Norte, Ari do Prado, também celebrou o recebimento da motoniveladora. “Quero agradecer demais ao nosso governador Mauro Mendes, ao nosso deputado Max Russi, que sempre dá uma força para a nossa cidade. É meu primeiro mandato, mas sempre tive uma boa relação com eles e acredito neles, eles fazem as coisas acontecerem”, declarou
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Podemos), destacou os avanços na busca por uma solução para a situação dos moradores dos bairros Silvanópolis, Paraisópolis e de trechos do Jardim Vitória, em Cuiabá.
Em reunião realizada nesta terça-feira (16), no Palácio Paiaguás, com o governador Otaviano Pivetta (Republicanos), o prefeito Abilio Brunini (PL) e representantes de outros poderes, ficou definido que estado e município deverão formalizar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).
O acordo será mediado pelo Ministério Público Estadual (MPE), para garantir moradia digna às famílias e, ao mesmo tempo, assegurar a proteção ambiental da região conhecida como Águas Nascentes.
O encontro foi articulado pelo deputado após a realização de uma audiência pública promovida pela Assembleia Legislativa em maio deste ano para discutir o tema.
“Estou muito feliz! O problema chegou até a Assembleia Legislativa por meio da vereadora Katiuscia e o vereador Sargento Joelson, nós convocamos uma audiência pública, fizemos uma grande audiência pública. A população se fez presente, estava descrente de uma solução para esse problema. Dessa audiência pública nós conseguimos o encaminhamento com o governador para traçarmos uma solução”, declarou.
A reunião também contou com a participação do deputado Júlio Campos (União), dos vereadores Sargento Joelson e Katiuscia Mantelli, ambos do Podemos, além de representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da concessionária Águas Cuiabá.
Foto: Gil Gomes/Assessoria de Gabinete
Liminar de desapropriação – Os moradores da região enfrentam uma longa disputa envolvendo a desapropriação da área, onde vivem aproximadamente 1,8 mil famílias. O local pertence ao Estado e é destinado à proteção ambiental.
A situação ganhou novo capítulo, após uma liminar judicial, expedida em abril deste ano, notificar a prefeitura de Cuiabá e o governo do estado para que realizem estudos de desocupação e recuperação ambiental da área. A decisão é fruto de uma Ação Civil Pública Ambiental que tramita há mais de 10 anos na Justiça.
No entanto, o cumprimento da medida foi interrompido para que os entes envolvidos buscassem uma solução consensual para o caso.
Encaminhamento das soluções – Como alternativa, o TAC deverá prever a doação das áreas estaduais ao município. O governo do estado se comprometeu a garantir a infraestrutura necessária, com pavimentação, abastecimento de água e rede de esgoto.
Enquanto ao município caberá conduzir o processo de Regularização Fundiária Urbana (Reurb), com apoio técnico da Águas Cuiabá e da UFMT. O parlamento estadual também poderá contribuir financeiramente com a realização de estudos técnicos, caso seja necessário.
Apesar do acordo, parte dos moradores precisará ser remanejada por ocupar áreas consideradas de risco. Segundo estimativas, esse grupo corresponde a cerca de 30% da população local que deverá receber incentivos do governo para serem realocados em outra região.
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