Mato Grosso

Fabio Garcia visita obras da Escola Nilo Póvoas e prevê reabertura no modelo cívico-militar

Publicado em

Uma das mais tradicionais escolas de Cuiabá, a Escola Estadual Nilo Póvoas será reaberta em breve, no modelo cívico-militar. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (04.09) pelo chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), que esteve ao lado do secretário de Educação, Alan Porto, vistoriando as obras da unidade. Quando pronta, a reforma possibilitará que a escola atenda 2 mil alunos.

A reforma da escola foi iniciada por determinação do governador Mauro Mendes (União) e é mais uma das muitas obras que o Governo de Mato Grosso realiza na cidade. Nesta segunda, ele encaminhou ao Legislativo um projeto de lei para ampliar o número de unidades que funcionam no sistema cívico-militar.

Ao visitar as obras, Garcia ressaltou a necessidade de se resgatar importantes prédios históricos de Cuiabá, caso da Escola Nilo Póvoas, que tem mais de meio século de existência. “Cuidar do nosso patrimônio é cuidar da nossa história. É muito importante para Cuiabá voltar a ter uma escola como a Nilo Póvoas, responsável pela formação de centenas de pessoas que foram e são muito importantes para a história da nossa capital”.

Leia Também:  Inédito! Obras de Rubem Valentim são reproduzidas em roupas

A revitalização da escola gerará 34 salas de aula reformadas, que possibilitarão o atendimento de 2 mil alunos, explicou Porto. “Por determinação do nosso governador Mauro Mendes, a gente fez o projeto, está revitalizando toda a estrutura e com certeza vai ficar uma obra belíssima”.

Garcia salientou que a intenção da Secretaria de Educação (Seduc-MT) é que, quando reaberta, a Escola Estadual Nilo Póvoas passe a funcionar no sistema cívico-militar. Neste modelo, as unidades são administradas pela Polícia Militar e pelo Corpo de Bombeiros, sempre em parceria com a Seduc. Em Mato Grosso, as escolas seguem em atividade, mesmo com o anúncio por parte do Governo Federal do fim do programa nacional que havia sido criado em 2019.

O prédio da Escola Estadual Nilo Póvoas foi inaugurado em 1970.

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Mato Grosso

Sema monitora mais de 400 planos de manejo em execução no estado de Mato Grosso

Published

on

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) monitora, atualmente, 402 planos de manejos autorizados e em execução. O Estado possui 5,2 milhões de hectares em áreas de manejo e a meta é chegar até 6,5 milhões até 2040.

Nesta quinta-feira (25.6), equipes do órgão ambiental participaram de uma imersão prática na Fazenda Leonel Bedin, em Ipiranga do Norte, onde cerca de 150 pessoas acompanharam em campo as etapas do manejo em uma área de 300 hectares.

A atividade integrou a programação da 6ª edição do Dia na Floresta, promovida pelo Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem).


“Quando nós olhamos para as áreas de manejo, a incidência é de menos de 10% de desmatamentos posteriores e também não há incidência de incêndios florestais porque essas áreas possuem acessos e mantém toda uma estrutura”, destacou a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti.

Ela explicou que o manejo florestal não se confunde com a supressão de vegetação. “A incidência de ilegalidade nos desmatamentos é superior do que em manejo florestais sustentáveis”, assegurou.

No manejo florestal, conforme a secretária, existem critérios a serem seguidos para o levantamento florestal e realização do inventário dos indivíduos existentes na área contemplada no projeto de manejo. A partir desses dados e levando em consideração a renovação da floresta, é estabelecida uma matriz com a indicação do quanto é possível ser extraído do manejo.


“O Brasil tem critérios técnicos muito mais especializados do que em os outros países, que não possuem um regramento que faça uma composição que considera a especificidade de cada área. Em Mato Grosso nós possuímos várias matrizes, pois as regiões são diferentes. Mas ao final, todos esses critérios levam para o objetivo principal que é manter a floresta para o novo ciclo”, ressaltou Lazzaretti.

Leia Também:  Mais de 340 mil pessoas já solicitaram nova Carteira de Identidade Nacional em MT

O processo para autorização do manejo florestal, segundo a secretária, começa com a elaboração do projeto pelo empreendedor. O órgão ambiental recebe todos os dados de forma digital, com 100% do inventariado e georreferenciado.

Na sequência, os dados são analisados pelos técnicos que atuam no licenciamento e se tudo estiver de acordo com a legislação, inclusive o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado, a Sema emite a autorização de exploração florestal.

“Com a emissão da autorização, nós temos uma estrutura de monitoramento e passamos a confrontar as imagens de área que nós temos com a exploração que acontece em campo e com a comercialização desses produtos no nosso sistema Sisflora 2.0, que acompanha o corte, a secção, o transporte e o comércio de todo o produto florestal deste manejo”, explicou.

Segundo a secretária, o monitoramento contínuo permite ao órgão ambiental acompanhar se a exploração está ocorrendo exatamente onde foi autorizada e se a árvore que foi cortada e informada no sistema é compatível com a que foi apresentada no projeto.

Para o presidente do Cipem, Gleisson Tagliari, o manejo representa um compromisso de longo prazo com a manutenção da floresta em pé, capaz de manter a área produtiva e preservada nas décadas seguintes.

“Quando você faz manejo florestal, assume um compromisso de garantir que aquela propriedade permaneça com floresta e que, daqui a 25 ou 30 anos, exista um novo ciclo de madeira. Ou seja, você promove também a conservação das nossas florestas. Levar esse conhecimento adiante traz mais credibilidade, mais visibilidade e gera mais confiança sobre o trabalho desenvolvido pelo setor”.

Leia Também:  Festival de Cinema Feminino mostra obras de diretoras cis e trans

Nas áreas de manejo, o corte das árvores é feito de maneira seletiva, respeitando o ciclo de vida dos indivíduos. Árvores que já cumpriram o seu papel na natureza são colhidas de forma estratégica, minimizando o impacto ambiental e dando espaço para que suas filhas possam crescer para proliferação da espécie.


Imersão na floresta

Durante a trilha técnica, os participantes percorreram trechos da floresta acompanhados por especialistas. A atividade contou com apoio tecnológico do aplicativo Madereiro, G2R Soluções tecnológicas, que fornece em tempo real o mapa da área, árvores catalogadas e a classificação das espécies por um sistema de cores.

Fechando o ciclo, os participantes visitaram a Madeireira São Miguel, em Sinop, para conhecer de perto as etapas da indústria, acompanhando a transformação de toras brutas em matéria-prima pronta para uso na construção civil, fabricação de móveis ou outros setores.

O Dia na Floresta 2026 contou com o apoio de diversas entidades, entre elas, a Sema, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec), Universidade Federal de Mato Grosso, Corpo de Bombeiros Militar, Associação Mato-grossense dos Engenheiros Florestais (AMEF) e vários sindicatos.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA