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Emenda de Max Russi viabiliza atendimento oftalmológico e odontológico em Chapada

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O município de Chapada dos Guimarães lançou, nesta segunda-feira (23), o Projeto Integrado de Oftalmologia e Odontologia, na Unidade de Saúde da Família do Centro. A iniciativa foi viabilizada por emenda parlamentar do deputado estadual Max Russi (PSB), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, com apoio da deputada federal Coronel Fernanda (PL).

O programa contempla consultas especializadas, entrega de óculos, próteses, implantes e outros serviços essenciais, ampliando o acesso da população a atendimentos de qualidade nas áreas de visão e saúde bucal.

De acordo com o prefeito Osmar Froner (União), o projeto representa um avanço importante para o município. “Esse grande avanço só está sendo possível graças ao apoio do deputado Max Russi e da deputada federal Coronel Fernanda, que destinaram recursos para a execução do projeto”, disse.

A iniciativa amplia e fortalece os atendimentos especializados, garantindo mais acesso, eficiência e qualidade nos serviços de saúde. O foco é a preservação da visão, a saúde bucal e a melhoria da qualidade de vida da população chapadense.

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O presidente da ALMT ressaltou a importância da ação. “É muito bom quando um prefeito olha para a população que mais precisa. Esse é um atendimento diferenciado, voltado às áreas oftalmológica e odontológica, que faz a diferença para as famílias de Chapada. Fico feliz em contribuir com um projeto que serve de exemplo para todo Mato Grosso e agradecer aos vereadores Kinho (UB) e Angela (PL) por trazer a demanda”, afirmou Max Russi.

Fonte: ALMT – MT

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Wilson Santos quer apoio aos municípios e rigor na aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026 da educação infantil

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Após promover audiência pública para debater a aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026, que reconhece os profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) apresentou, nesta quarta-feira (24), em sessão plenária, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 3/2026 com o objetivo de assegurar a efetivação dos direitos garantidos pela nova legislação em Mato Grosso.

A matéria proposta estabelece que os municípios deverão promover o devido enquadramento desses profissionais na carreira do magistério. Caso a legislação não seja cumprida, quando estiver em vigor, as contas anuais das prefeituras poderão ser reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). “Uma luta de décadas e temos que reconhecer todos os profissionais, independente da denominação, mas que atuam como professores na educação infantil, que deverão ser enquadrados como professores da rede municipal. O município que não o fizer, o Tribunal de Contas do Estado deverá reprovar as contas do prefeito. Essa será uma das penalidades com o descumprimento da lei quando estiver em vigor”, explicou o parlamentar.

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Além da PEC, o parlamentar apresentou ao Governo de Mato Grosso a Indicação nº 2.009/2026, propondo a criação do Programa Estadual de Apoio à Adequação dos Planos de Carreira da Educação Infantil. A iniciativa pretende oferecer suporte técnico aos municípios para a implementação da legislação federal, por meio de orientações, modelos normativos, capacitações e acompanhamento institucional, garantindo segurança jurídica e uniformidade na aplicação da norma.

Legislação – A Lei Federal nº 15.326/2026 alterou a Lei nº 11.738/2008, que institui o Piso Nacional do Magistério, e a Lei nº 9.394/1996, de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), assegurando o reconhecimento dos profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica.

Com a mudança, passam a ser considerados profissionais do magistério aqueles que exercem atividades de docência ou de suporte pedagógico na educação infantil, desde que possuam formação em magistério ou curso superior e tenham ingressado por concurso público.

A legislação também beneficia trabalhadores que, em diversos municípios, ainda ocupam cargos com nomenclaturas como educador infantil, agente de desenvolvimento infantil, monitor, recreador e outras denominações equivalentes. Na prática, esses profissionais passam a ter direito ao enquadramento na carreira do magistério, ao piso salarial nacional, aos planos de carreira e às demais garantias previstas em lei.

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Apesar da vigência da norma federal, a Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais do Estado de Mato Grosso (FESSPMEMT) alertou, durante a audiência pública realizada na Assembleia Legislativa, que diversos municípios mato-grossenses ainda resistem à adequação da legislação. Segundo a entidade, a demora na implementação tem provocado insegurança jurídica, divergências administrativas e prejuízos aos profissionais da educação infantil.

A expectativa de Wilson Santos é de que as medidas legislativas propostas acelerem a adequação dos municípios, assegurando o cumprimento da legislação federal e a valorização dos profissionais que atuam na educação infantil em Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT

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