Política MT

Articulação de Botelho garante mais de R$ 1,5 mi para viabilizar obras de infraestrutura em Poconé

Publicado em

O deputado Eduardo Botelho (União Brasil) recebeu, em seu gabinete na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o ex-prefeito de Poconé, Arlindo Márcio de Moraes, conhecido como Tico de Arlindo, e o suplente de vereador Higor de Chumbo (Republicanos), para anunciar o resultado de uma articulação junto ao Governo do Estado que assegurou mais de R$ 1,5 milhão para obras de infraestrutura no município.

O recurso, viabilizado por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), será aplicado na instalação de nove caixas de concreto em pontos estratégicos, como o Córrego Piraputanga e as regiões conhecidas como Rocha 1 e Rocha 2. As estruturas, que já estavam disponíveis no município desde a gestão anterior, vão substituir pontes de madeira que não suportam mais o tráfego pesado.

Com a intervenção, as travessias passam a contar com estruturas de concreto, garantindo mais segurança, melhor acesso e menor necessidade de manutenção. A medida beneficia diretamente pequenos produtores das comunidades rurais de Poconé e região, além de fortalecer o escoamento da produção agrícola.

Leia Também:  ALMT promove feira de artesanato e gastronomia da Comunidade Mata Cavalo

Botelho destacou o trabalho conjunto com o Governo do Estado e a sensibilidade da equipe da Sinfra para atender a demanda de Poconé.

“Esse é um resultado de articulação e compromisso. Trabalhamos junto ao Governo, por meio da Sinfra, e contamos com a compreensão do secretário Marcelo de Oliveira para garantir não só a continuidade da obra, mas também o aditivo necessário para sua execução. O mais importante é que o recurso já está na conta da Prefeitura, pronto para que a obra saia do papel e beneficie a população”, afirmou.

O ex-prefeito Tico de Arlindo ressaltou a importância da obra para a realidade da zona rural do município, especialmente diante do crescimento da atividade agrícola e logística na região.

“Essa obra é fundamental para Poconé. Hoje, muitas pontes de madeira já não suportam mais o peso das carretas, principalmente em regiões como o Buquerão, onde há plantio de soja e confinamentos. As aduelas vão garantir mais segurança, melhorar o tráfego e dar condições para o desenvolvimento da região. É uma conquista importante para todos nós”, destacou.

Leia Também:  Estudante de Santo Afonso brilha no Enem e recebe elogio de deputado

A substituição das pontes de madeira por estruturas de concreto representa um avanço significativo na infraestrutura local, garantindo maior durabilidade, segurança no transporte e melhores condições de escoamento da produção agrícola, além de facilitar o acesso das comunidades rurais. A medida também beneficia as estradas rurais utilizadas por inúmeros pequenos produtores.

Fonte: ALMT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Política MT

Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore

Published

on

O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.

O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.

“Quando criamos essa câmara temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.

O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.

Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.

Leia Também:  STF reconhece articulação de Max Russi e encerra processo de despejo em Cuiabá

Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.

No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.

Na prática, isso significa que a câmara não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.

O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o nelore, como patrimônio estratégico do estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.

Leia Também:  Thiago Silva avalia impacto positivo da sala 24 horas no acolhimento de vítimas em Rondonópolis

“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.

A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.

Fonte: ALMT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA