A Polícia Civil prendeu um homem condenado a mais de 17 anos de prisão pelo crime de estupro de vulnerável, em Nova Mutum.
Após tomar conhecimento da existência de mandado de prisão em desfavor do condenado, a equipe policial da Delegacia de Roubos e Furtos (Derf), iniciou as diligências com o objetivo de localizar e prender o foragido.
Após trabalho investigativo e coleta de informações, os policiais civis lograram êxito em identificar o local onde o condenado se escondia. Com o apoio da equipe da Polinter de Cuiabá, foi possível cumprir a ordem judicial, efetivando a prisão do indivíduo.
O condenado foi encaminhado às autoridades competentes para as providências cabíveis e, posteriormente, será transferido ao sistema prisional, onde cumprirá a pena imposta pela Justiça.
A Polícia Civil cumpriu, na manhã desta terça-feira (27.5), três ordens judiciais tendo como alvo uma advogada, investigada por envolvimento em um suposto esquema de ingresso de materiais ilícitos na Cadeia Pública de Campo Novo do Parecis.
As ordens judiciais, sendo dois mandados de busca e apreensão na residência e escritória da advogada e um de quebra de dados telefônicos e telemáticos, foram expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Tangará da Serra.
As investigações foram conduzidas pela Delegacia de Campo Novo do Parecis e os mandados foram cumpridos na cidade de Sapezal, com apoio da equipe de policiais da Delegacia do município.
Para garantir a legalidade e a regularidade dos atos, a Polícia Civil solicitou o acompanhamento de representante da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) durante o cumprimento das medidas.
O inquérito policial para apuração dos fatos foi instaurado após registro de ocorrência no início deste ano, do ingresso de materiais ilícitos na Cadeia Pública de Campo Novo do Parecis. Na ocasião, durante procedimento de revista promovido por policiais penais, foram localizados uma porção de maconha e dois carregadores de telefone celular em posse de um reeducando.
O material ilícito foi encontrado com o reeducando logo após atendimento jurídico realizado pela advogada, residente na cidade de Sapezal, levantando a suspeita de, supostamente, os produtos terem sido entregues por ela durante a visita.
Com base nas informações reunidas durante as diligências investigativas, foi representado pelas ordens judiciais contra a advogada, que foram deferidas pelo Poder Judiciário. As buscas foram realizadas no escritório profissional e na residência da investigada, localizados em Sapezal. Durante as diligências, foram apreendidos um aparelho celular, um notebook e dispositivos de armazenamento digital.
As investigações seguem em andamento para completa apuração dos fatos.
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