A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), desarticulou na manhã desta sexta-feira (10.05), um laboratório de drogas destinado ao tráfico instalado no bairro Santa Amália, em Cuiabá.
Um casal responsável pelo ponto de cultivo e comércio de entorpecentes foi autuado em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
As investigações desencadeadas pela equipe da DRE identificaram que a proprietária do local atuava com o fornecimento de drogas, com várias transações identificadas, incluindo pagamentos diretamente para sua conta bancária, assim como em valores em dinheiro, indicando que o tráfico de entorpecentes constituía o seu meio de vida.
Com base nos dados coletados durante as investigações, foi representado pelo mandado de busca e apreensão no endereço da investigada, no bairro Santa Amália, em Cuiabá.
No local, os policiais encontraram um laboratório para cultivo de drogas, além de diversas porções de entorpecentes já prontas para venda. As buscas resultaram ainda na apreensão de dinheiro, material utilizado para embalo da droga, balança de precisão, entre outros apetrechos utilizados no tráfico.
Diante dos fatos, todo material ilícito foi apreendido e o casal de traficantes foi conduzido à delegacia, onde foi interrogado e autuado em flagrante.
A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu, nesta quarta-feira (24.6), seis mandados de busca e apreensão domiciliar em apoio a uma operação deflagrada pela Polícia Civil do Paraná que investiga um grupo de estelionatários. As ordens judiciais foram cumpridas nos municípios de Várzea Grande, Rondonópolis e Jangada.
Os mandados, decretados pelo Poder Judiciário do Estado do Paraná, foram cumpridos pelas equipes da Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande, de forma simultânea, nos endereços-alvo situados nas três cidades mato-grossenses.
As investigações da Delegacia de Estelionato de Curitiba (PR) seguem avançando sobre uma quadrilha especializada no chamado “golpe do falso exame”, aplicado contra familiares de pacientes de hospitais.
No golpe, os criminosos entram em contato com familiares logo após a realização de exames ou procedimentos médicos, utilizando informações reais dos pacientes para dar credibilidade à fraude. Durante a ligação, eles alegam a necessidade de pagamento urgente de valores para liberação de exames, medicamentos ou procedimentos, induzindo as vítimas a realizarem transferências bancárias.
A Polícia Civil do Paraná identificou uma rede estruturada, com integrantes responsáveis por receber os valores das vítimas e outros encarregados de movimentar e pulverizar o dinheiro entre diversas contas, na tentativa de dificultar o rastreamento. A análise financeira revelou uma movimentação de centenas de milhares de reais vinculada ao grupo criminoso.
Com base nos elementos reunidos, a Polícia Civil do Paraná requereu medidas cautelares contra os envolvidos, buscando interromper a atuação da quadrilha e identificar todos os participantes do esquema.
As investigações continuam para apurar novas vítimas e a origem do vazamento das informações utilizadas pelos criminosos.
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