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Polícia Civil prende autor de furto em loja de móveis e recupera produtos furtados

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Canarana, prendeu na sexta-feira (7.11), o autor do furto qualificado ocorrido em uma loja de móveis e recuperou os produtos furtados.

O estabelecimento comercial foi invadido na noite de domingo (2), e do local foram subtraídos diversos produtos de alto valor.

Logo que acionados para atender a ocorrência, os policiais civis passaram a diligenciar para apurar o crime, e durante as investigações conseguiram identificar o suspeito.

Diante dos indícios de autoria, o homem foi localizado e conduzido à Delegacia de Canarana para prestar esclarecimentos. No interrogatório ele acabou confessando o furto, bem como indicou onde havia escondido os produtos.

Com base nas informações a equipe foi até o local e recuperou os produtos subtraídos, avaliados em mais de R$ 50 mil, os quais foram restituídos à vítima. Já o suspeito foi autuado em flagrante pelo crime de furto qualificado.

Conforme o delegado de Canarana, Diogo Jobane Neto, o resultado da ação demonstra o comprometimento da Polícia Civil com a pronta resposta aos crimes ocorridos na cidade.

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“A atuação rápida e eficiente dos policiais civis foi essencial para elucidar o caso em poucas tempo, recuperar os bens e devolver à vítima o que lhe foi subtraído. A Polícia Civil de Canarana reafirma o seu compromisso de investigar com rigor e garantir a segurança da população”, destacou o delegado.

O suspeito foi autuado em flagrante pelo crime de furto qualificado, sendo posteriormente apresentando e colocado à disposição da Justiça.

A Polícia Civil reforça que a colaboração da população, por meio de denúncias anônimas, é fundamental para o sucesso das investigações e para a manutenção da segurança em Canarana.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Polícia Civil indicia mulher por morte de homem após desferir golpes de capacete na cabeça

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A Polícia Civil de Mato Grosso concluiu o inquérito que apurou a morte de Aldonir Ribeiro da Luz, de 48 anos, assassinado com golpes de capacete em Cocalinho. Uma mulher, de 49 anos, foi indiciada por lesão corporal dolosa seguida de morte.

No dia 6 de dezembro de 2025, por volta das 14h50, Aldonir foi agredido pela suspeita em um bar no bairro Alto Cocalinho. Ela arremessou dois capacetes contra a cabeça da vítima durante uma discussão com motivação banal. Após a agressão, o proprietário do estabelecimento apartou a briga e mandou a agressora embora.

O caso gerou grande repercussão e comoção na comunidade local. Imagens captadas pelas câmeras de segurança do estabelecimento, que registraram toda a dinâmica do ocorrido em uma filmagem de 39 segundos, circularam amplamente nas redes sociais, chocando moradores de Cocalinho e região.

Desde as agressões sofridas, a vítima passou a apresentar um quadro de piora progressiva compatível com os traumas na cabeça. Após alguns meses, Aldonir foi encontrado pela família inconsciente e foi encaminhado ao serviço de saúde.

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Os exames constataram lesão grave na região atingida pelos golpes, e a vítima foi encaminhada ao Hospital Municipal de Cocalinho, depois ao Hospital Regional de Água Boa e ao Hospital Metropolitano de Várzea Grande. No entanto, a vítima não resistiu e veio a óbito em 28 de fevereiro de 2026.

Investigação

O inquérito policial reuniu um sólido conjunto de provas, incluindo imagens de câmeras de segurança do próprio bar, depoimentos de cinco testemunhas presenciais convergentes, laudos médicos hospitalares, certidão de óbito e laudo de necrópsia elaborado pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

“Os laudos periciais atestaram que o óbito decorreu dos golpes de capacete sofridos pela vítima, sem que haja qualquer indicativo de que outra causa tenha contribuído para o desfecho fatal. O nexo causal entre as agressões e a morte está plenamente confirmado pela perícia”, afirmou o delegado Carlos Alberto Silva, responsável pela investigação do caso.

Ao final das investigações, a mulher foi indiciada pelo crime de lesão corporal dolosa seguida de morte, previsto no artigo 129, §3º, do Código Penal, com pena de 4 a 12 anos de reclusão. O inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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