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Polícia Civil indicia 13 criminosos de São Paulo por furto de R$ 300 mil de caixa eletrônico em Sorriso

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A Polícia Civil de Mato Grosso concluiu o inquérito que apurou o furto qualificado em um terminal de autoatendimento do Banco Bradesco, instalado na Prefeitura de Sorriso, e indiciou 13 criminosos do Estado de São Paulo.

O caixa eletrônico foi violado por integrantes do grupo criminoso em agosto do ano passado. Na ocasião, os criminosos conseguiram levar R$ 300 mil. Logo após a subtração, o dinheiro foi colocado dentro de envelopes e depositados em várias contas bancárias.

As investigações da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), com apoio da Delegacia de Sorriso, embasou o indiciamento de seis indivíduos pelos crimes de furto qualificado, lavagem de dinheiro e organização criminosa, e sete por lavagem de dinheiro e receptação do dinheiro subtraído.

Consta no inquérito as provas periciais que apontaram toda a dinâmica do plano arquitetado – desde o aluguel de um carro na cidade de Mauá até o arrombamento do terminal bancário.

Todo o trajeto e modus operandi dos integrantes da organização, bem como a identificação e a participação individualizada dos envolvidos, foram esclarecidos. Com a conclusão e indiciamentos, o inquérito foi remetido na sexta-feira (23.5) para o Ministério Público e Poder Judiciário.

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Ultimas diligências

Após a deflagração da Operação Chave Mestra, no dia 14 de maio, a GCCO realizou vários interrogatórios que possibilitaram a conclusão do inquérito policial e seguimento do processo criminal.

Os interrogatórios contaram com a participação do delegado e chefe do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) da Polícia Civil de São Paulo, Ronaldo Sayeg, que esteve durante a semana na capital mato-grossense.

Ronaldo visitou as instalações da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e aproveitou o ensejo para acompanhar a conclusão do referido inquérito policial.

Crime

No dia 22 de agosto do ano passado, a Delegacia de Polícia de Sorriso foi acionada para atender a ocorrência de arrombamento de um caixa eletrônico do Banco Bradesco, instalado na Prefeitura de Sorriso.

Dois homens participaram diretamente na violação do terminal de autoatendimento. Ambos chegaram juntos no local e disfarçados com uniformes. Um terceiro homem também aparece na cena do crime observando a ação e dando cobertura aos executores.

A dupla se passou por funcionários de uma empresa contratada para realizar a manutenção dos caixas, adentraram no prédio e manusearam o equipamento eletrônico.

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O terminal frequentemente apresentava problemas, o que tornou habitual a presença de técnicos de manutenção, motivo pelo qual as condutas dos suspeitos não despertaram desconfiança, permitindo que o furto fosse realizado sem que ninguém notasse.

Operação Chave Mestra

No dia 14 de maio, a Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu 38 mandados judiciais contra um grupo criminoso de São Paulo responsável por arrombar e furtar o caixa eletrônico em Mato Grosso.

Foram cumpridos mandados de prisão, de busca e apreensão e sequestro de bens (bloqueio de contas bancárias) nas cidades de Mauá, Araraquara e na capital de São Paulo.

Além da GCCO, a ação contou com a participação da Delegacia de Sorriso e do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC), da Polícia Civil de São Paulo.

Programa Tolerância Zero ao Crime

A Polícia Civil de Mato Grosso reafirma o compromisso no combate ao crime organizado e na proteção ao cidadão de Mato Grosso, desenvolvendo ações qualificadas, integradas e com estratégias de inteligência.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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