POLÍCIA

Polícia Civil deflagra operação para combater venda de frios e laticínios clandestinos em Cuiabá

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A Polícia Civil, a Vigilância Sanitária e o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea) realizaram, nesta quinta-feira (6.11), uma operação de fiscalização para apurar um esquema de manipulação, distribuição e comercialização de produtos alimentícios clandestinos em Cuiabá.

Quatro depósitos em bairros de Cuiabá foram vistoriados, sendo que em um deles, no Bairro Jardim Presidente, foram localizados e apreendidos diversos alimentos do setor de embutidos e laticínios fora da validade e armazenados de forma irregular. Uma pessoa foi presa neste local. Nos outros três foram aplicadas apenas infrações administrativas.

A investigação, realizada pela Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), teve início após o recebimento de uma denúncia anônima que apontou a existência de estabelecimentos operando fora das normas sanitárias vigentes.

De acordo com a denúncia, produtos como queijo, salame, presunto e afins estavam sendo vendidos sem origem lícita, expondo a saúde pública dos consumidores a grave risco.

As investigações apontam para a existência de manipuladores ilegais, estabelecimentos que, supostamente, fatiam e embalam produtos “embutidos” e laticínios sem qualquer controle de higiene, utilizando matéria-prima sem procedência confirmada.

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“Eles recebiam essas mercadorias e faziam o fatiamento, inclusive, localizamos em flagrante, em um dos locais, mercadorias fora da validade sendo abertas e reembaladas para o consumidor final”, contou o delegado Marcelo Menezes, responsável pela investigação do caso.

O delegado orientou que os consumidores precisam ficar atentos a ausência do Selo de Inspeção Sanitária, pois os produtos de origem animal devem, obrigatoriamente, conter selos do SIF (Federal), SIE (Estadual) ou SIM (Municipal).

Além disso, é importante se atentar à falta de identificação de origem, é necessário que nos rótulos sejam informados o fabricante, CNPJ e endereço. O consumidor precisa reparar também em informações essenciais para o rastreio do produto, como o lote e validade do produto, e se os rótulos estão regulares, com tabelas nutricionais ou informações em acordo com as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“A operação visa coibir a prática ilegal, apurar crimes contra as relações de consumo, garantir a segurança alimentar da população e responsabilizar administrativa e criminalmente os envolvidos”, afirmou o delegado Marcelo Menezes.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Federal

PF e CGU atuam contra fraudes em licitações, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro

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Ilhéus/BA. A Polícia Federal, em ação conjunta com a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou, nesta quinta-feira (13/8), a Operação Severus, segunda fase da Operação Pacto Infame, destinada ao aprofundamento de investigação sobre possível esquema criminoso envolvendo contratações públicas no Município de Gongogi/BA, inclusive com utilização de recursos federais. 

Ação cumpre 33 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), nos municípios baianos de Gongogi, Itabuna, Ilhéus, Dário Meira, Ipiaú, Ibicaraí, Valença e Eunápolis. 

A investigação apura a possível atuação de grupo criminoso no âmbito da Administração Municipal, com participação de agentes públicos e de particulares, voltada, em tese, à prática de fraudes em procedimentos licitatórios, de desvio de recursos públicos, de corrupção e de lavagem de dinheiro. 

Os elementos reunidos até o momento indicam, entre outras irregularidades, possível direcionamento de licitações, utilização de documentos falsos, simulação de procedimentos administrativos, pagamentos por serviços não executados ou executados parcialmente e posterior movimentação dos valores desviados por meio de interpostas pessoas e empresas. 

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Além da apreensão de documentos e mídias, a decisão judicial autorizou a apreensão de valores em espécie, joias e veículos relacionados aos investigados. Também foram determinadas medidas cautelares patrimoniais, com bloqueio e indisponibilidade de valores, veículos, imóveis e outros bens, até o limite de R$ 2 milhões

O material apreendido será analisado pela Polícia Federal e pela CGU, e as investigações prosseguem para o completo esclarecimento dos fatos e para a individualização das responsabilidades.

Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia
WhatsApp: (71) 3319-6002
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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