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Mato Grosso: PRF apresenta números da Operação Semana Santa 2023

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A Polícia Rodoviária Federal divulga nesta segunda-feira (10) o balanço da Operação Semana Santa 2023, realizada entre a quinta-feira (06) e o domingo (09), nos trechos de rodovias federais que cortam o estado.  

As equipes da PRF lavraram cerca de 1.479 autos de infrações diversas, dos quais, 229 foram de ultrapassagem indevida.

Fiscalizações  

Objetivando evitar acidentes, os policiais submeteram 1.815 condutores ao teste de etilômetro, dos quais, 12 foram autuados por dirigir sob influência de álcool e 15 foram autuados por recusa. Além disso, somam-se ao quadro de condutas de risco 43 condutores sem utilizar o cinto de segurança e 42 crianças sem dispositivo de retenção (cadeirinha). 

Nas rodovias federais em Mato Grosso foram fiscalizadas 7.492 pessoas e 6.348 veículos, além de registrados 27 acidentes, com 28 pessoas feridas e 03 morte, dos quais apenas um foi registrado em trecho sensível, no km 556 da BR 163, entre Diamantino-MT e Nova Mutum-MT, os outros 02 óbitos ocorreram em trechos com baixo índice de acidentes. 

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A instituição reforçou desde o primeiro dia do feriado a fiscalização, foram mais de 500 policiais em serviço e aproximadamente 31 horas de operação de radar móvel para fiscalizar excesso de velocidade. 

Educação para o trânsito  

Durante o feriado, foram realizadas palestras planejadas e adaptadas ao público-alvo, abordando temas relacionados ao trânsito, baseados em dados estatísticos de acidentalidade, com foco na prevenção da violência no trânsito. Neste período, 26 campanhas educativas foram realizadas e mais de 500 pessoas atingidas. 

Combate ao Crime

30 ocorrências policiais foram registradas. Mesmo com foco em segurança viária, durante a operação Semana Santa 2023, ações da PRF causaram prejuízo ao crime organizado. Em Mato Grosso, 05 veículos foram recuperados e 31 pessoas foram detidas por crimes diversos, dos quais 04 foram por alcoolemia e 03 por tráfico de drogas.

Fonte: PRF – MT

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POLÍCIA

Polícia Civil realiza seminário de investigação de crimes contra mulheres em razão de gênero

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A Polícia Civil está realizando, nesta quarta e quinta-feira (13 e 14.5), a terceira edição do Seminário de Investigação de Delitos Cometidos Contra Mulheres por Razão de Gênero, no auditório da Secretaria de Planejamento (Seplag).

O encontro visa aprimorar técnicas de investigação e qualificar os policiais civis para atuar em casos com perspectiva de gênero desde o primeiro acolhimento, com o pedido de medidas protetivas.

“O objetivo dessa capacitação é alcançar diversos policiais plantonistas do Estado de Mato Grosso, buscando capacitar a Polícia Civil para oferecer um atendimento adequado, humanizado, para que nossas assistidas, ao entrar nas delegacias, recebam um atendimento padronizado e eficiente”, afirmou a coordenadora de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e Vulneráveis, Judá Maali Pinheiro Marcondes.

A secretária de Segurança de Mato Grosso, coronel Susane Tamanho, esteve presente na solenidade de abertura do seminário, e falou sobre a importância da sensibilidade dos servidores que trabalham com a violência contra a mulher.

“Não adianta a gente ter os melhores investimentos, os melhores equipamentos, a melhor tecnologia, se a gente não tiver essa sensibilidade no primeiro atendimento. Vocês são responsáveis por muitas das vezes mudar o curso da vida daquela mulher. A gente sabe que não é somente um problema de segurança, é um problema da sociedade como um todo, mas recai onde? Na segurança. A pessoa, quando se vê em perigo, procura a segurança. Então, nós somos, talvez, a última esperança, a última voz que aquela mulher vai ter para poder ter a sua integridade preservada”, disse a secretária.

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento a Violência de Gênero Contra a Mulher, delegada Mariell Antonini, reforçou que os papéis da Polícia Civil de fazer o primeiro atendimento e de conduzir uma investigação qualificada são muito importantes.

“Hoje se usa muito a Inteligência Artificial, mas o que não pode ser substituído no nosso dia a dia é o atendimento qualificado. Isso o computador não vai poder fazer por nós, nós temos que fazer o atendimento, ter o cuidado com o local de crime, a coleta qualificada de elementos investigativos, tudo isso é providência que depende dos profissionais que atuam nessa pauta do enfrentamento à violência contra a mulher e a Polícia Civil tem esse papel primordial de ser a porta de entrada em que as vítimas comumente recorrem”, afirmou a delegada.

Mariell afirmou que um dos motivos da capacitação ser realizada é para que os policiais compreendam essa necessidade de atender bem e evoluir na investigação. O que foi enfatizado pela delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel.

“Nós estamos aqui reunidos para entender e buscar como melhor investigar, para nós alcançarmos, enfim, a diminuição desses números assustadores que nós temos hoje na nossa sociedade. A missão constitucional da Polícia Judiciária Civil é investigar crimes, nós temos um papel muito importante nesse cenário, e eu confio muito que a investigação bem conduzida começa já no primeiro atendimento, quando nós atendemos a vítima lá no plantão, quando nós tomamos cuidado para preservar os vestígios, quando nós temos esse primeiro olhar desde a entrada da vítima na delegacia, o olhar sensível e investigativo”, declarou a delegada-geral.

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Ao todo, 127 policiais, entre investigadores, escrivães e delegados, das 15 regionais do Estado, participam do seminário, que terá oito palestras e certificação de 12 horas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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