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São Felix do Araguaia recebe 2ª turma do projeto Reconstruindo Sonhos

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Vinte reeducandos da Cadeia Pública de São Félix do Araguaia (1.061,1 km de Cuiabá) participaram do encontro de abertura da 2ª turma do projeto Reconstruindo Sonhos. A iniciativa, promovida pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso com o apoio de diversas instituições, tem como objetivo fortalecer a reinserção social e reduzir a reincidência criminal por meio da qualificação profissional, preparação para o mercado de trabalho e ampliação da compreensão sobre o sentido da vida.O projeto é desenvolvido em duas etapas. A primeira, denominada Ampliação da Compreensão do Sentido da Vida”, consiste em 12 encontros presenciais semanais realizados nas unidades prisionais. Nesses encontros são abordados temas como valores, humanização, espiritualidade, relações interpessoais, família, comunicação, trabalho, perspectiva de futuro e planejamento.Concluída essa fase, inicia-se a etapa de Qualificação Profissional, com a oferta de cursos profissionalizantes. Em 2024, a primeira turma do projeto da Cadeia Pública de São Félix do Araguaia contou com o curso de pintor de obras imobiliárias. Para este ano, além da turma que acaba de iniciar, o diretor da unidade, Jackson de Souza, já manifestou interesse em viabilizar uma 3ª edição do projeto.O encontro inaugural da nova turma contou com o apoio do Centro de Apoio Operacional da Execução Penal (CAO-EP) e foi organizado pelo promotor de Justiça, da 2ª Promotoria de Justiça de São Félix do Araguaia, Thiago Matheus Tortelli. Também participaram o chefe de Gabinete da Prefeitura Municipal de São Félix do Araguaia, José Divino Martins Rocha, e o defensor público da comarca, Robson Guimarães.Acesse o canal do MPMT no WhatsApp!

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado a 26 anos no primeiro julgamento de feminicídio em Vera

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O primeiro caso de feminicídio reconhecido como crime autônomo na cidade de Vera (458 km de Cuiabá) foi julgado nesta sexta-feira (24) pelo Tribunal do Júri da comarca. Francisco Edivan de Araújo da Silva foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo assassinato da ex-companheira, Paulina Santana, cometido em razão da condição do sexo feminino e no contexto de violência doméstica.
O Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com o uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Atuou em plenário o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), réu e vítima mantinham um relacionamento amoroso conturbado, com idas e vindas, e, mesmo após o término, o acusado continuava frequentando a residência de Paulina. No dia do crime, ocorrido em junho de 2025, Francisco Edivan foi novamente até a casa da ex-companheira e a encontrou conversando com outro homem, situação que o desagradou. Ele ordenou que o rapaz deixasse o local, o que deu início a uma discussão com a vítima.
Em seguida, de forma súbita e inesperada, o acusado desferiu um golpe de arma branca na vítima, utilizando uma faca com lâmina de aproximadamente 30 centímetros, causando lesão gravíssima na região abdominal. Paulina chegou a ser socorrida por um vizinho e levada ao pronto-socorro do município, sendo posteriormente transferida para o Hospital Regional de Sinop. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu quatro dias após o ataque.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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