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Réu é condenado a 20 anos por tentar matar jovem em Rondonópolis

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O Tribunal do Júri condenou a 20 anos de prisão integrante do comando vermelho que tentou matar jovem que enviou mensagem a esposa de membro da facção, em Rondonópolis. O crime aconteceu no dia 12 de fevereiro do ano passado, na residência da vítima e na presença de sua mãe. Além da tentativa de homicídio qualificada, Luccas Ortega Nery também foi condenado por porte ilegal de arma de fogo e por integrar organização criminosa.

De acordo com a denúncia do Ministério Público, após ter sido atingida por vários disparos de arma de fogo em sua própria residência, a vítima foi socorrida e encaminhada para atendimento médico. Foi constatado durante a investigação policial que o réu mapeou o trajeto que a vítima fazia, horários e locais por onde passava todos os dias para depois cumprir a ordem oriunda da facção criminosa.

Consta na denúncia, que antes da tentativa de homicídio, a vítima foi obrigada a participar de uma reunião com outros integrantes da organização. Durante o encontro, o jovem foi informado que a sua morte havia sido decretada pela facção e que para reverter o quadro ele teria que matar uma pessoa no município de Gaúcha do Norte, o que foi recusado pelo jovem.

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Conforme a promotora de Justiça que atuou no plenário do júri, a condenação de Luccas Ortega Nery ocorreu nos termos da denúncia oferecida pelo Ministério Público. Os jurados acolheram a tese de que a tentativa de homicídio foi cometida por motivo torpe. O réu encontra-se preso e não poderá recorrer da decisão em liberdade.

O Júri foi realizado no dia 24 de setembro.
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

Réu que tentou matar ex diante das filhas é condenado a 23 anos

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, na última quinta-feira (7), Alessandro Ivo de Moraes a 23 anos e 4 meses de reclusão por tentativa de feminicídio contra sua ex-companheira.
O crime ocorreu em 25 de maio de 2025, na residência da vítima, na presença das cinco filhas do casal, todas menores de idade. Segundo as investigações, inconformado com o término do relacionamento, o réu invadiu o imóvel, utilizou uma faca e atacou a vítima. A filha mais velha, então com 17 anos, tentou proteger a mãe e também foi ferida.

O Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese apresentada pelo Ministério Público. O réu permanecerá preso, e o juiz presidente, Pierro Mendes, determinou o início imediato do cumprimento da pena.
O promotor de Justiça que atuou no Tribunal do Júri, César Danilo Novais, ressaltou que a decisão reafirma o compromisso institucional no enfrentamento à violência contra a mulher e na proteção à vida. Segundo ele, o julgamento também representa um marco para a comarca, sendo a primeira condenação com base na Lei nº 14.994/2024, que tipificou o feminicídio como crime autônomo no Código Penal.
“A sociedade não aceita o inaceitável. A vida é inviolável. Todas as vidas importam. As vidas das mulheres também. Chega de violência sanguinária.”
Segundo o promotor, o julgamento representa um marco para a comarca, sendo a primeira condenação com base na Lei nº 14.994/2024, que tipificou o feminicídio como crime autônomo no Código Penal

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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