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Proteção da criança e do adolescente é debatida em diálogo com a Rede

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Encerrando as atividades alusivas ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes – 18 de Maio, a 1ª Promotoria de Justiça Cível de Diamantino (a 208km de Cuiabá) promoveu “Diálogos com a Rede”, nesta terça-feira (23), no plenário da Câmara Municipal. O evento visou conscientizar os participantes sobre a importância da Rede de Proteção e mobilizá-los para o enfrentamento à violência infantojuvenil. 

A programação do evento incluiu palestra do procurador de Justiça Paulo Roberto Jorge do Prado, titular da Especializada na Defesa da Criança e do Adolescente, como o tema “A imprescindibilidade da atuação multidisciplinar e intersetorial para a efetiva proteção da criança e do adolescente”. Na sequência, foi realizada uma roda de conversa sobre a atuação da proteção infantojuvenil na comarca. “Foi um encontro muito proveitoso para trabalhar o fortalecimento da Rede de Proteção”, avaliou.

O evento reuniu cerca de 100 pessoas entre integrantes da Rede de Proteção da Criança e do Adolescente de Diamantino e de Alto Paraguai, o prefeito de Diamantino, Manoel Loureiro Neto, os promotores de Justiça Maria Coeli Pessoa de Lima, Rhyzea Lucia Cavalcanti de Morais e Marcelo Rodrigues Silva, representantes do Poder Judiciário, Polícias Civil e Militar, Conselhos Tutelares, Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente, professores, entre outros.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT investiga contratações temporárias na Educação

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A 8ª Promotoria de Justiça Cível de Defesa da Educação de Cuiabá instaurou três inquéritos civis para apurar as condições de contratação de profissionais da educação nas redes estadual de Mato Grosso e municipais de Cuiabá e Acorizal. O objetivo é verificar a realização de concursos públicos ou processos seletivos, bem como a adesão à Prova Nacional Docente (PND), política criada pelo Ministério da Educação (MEC) em 2026 para aprimorar a seleção de professores da educação básica no país.Conforme o promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior, a iniciativa busca levantar informações para avaliar a possível dependência de contratações temporárias, a eventual ausência de concursos públicos regulares, a adesão à política nacional de seleção de docentes (PND) e a existência de planejamento estruturado para a valorização da carreira.O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) determinou o envio de ofícios à Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), e às secretarias municipais de Educação de Cuiabá e de Acorizal, requisitando informações como a adesão à Prova Nacional Docente (PND), ou, em caso negativo, as justificativas e a previsão de adesão; a data de realização do último concurso público ou processo seletivo; e a existência de previsão para novas seleções, com a apresentação de cronograma.As instituições também deverão encaminhar relação atualizada dos profissionais da educação, com detalhamento por função, local de lotação e tipo de vínculo (efetivo ou temporário). O MPMT requisitou ainda informações sobre o planejamento de políticas de valorização da categoria, incluindo estruturação de carreiras, recomposição do quadro efetivo e adoção de processos seletivos mais técnicos, transparentes e impessoais.O promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior considerou que que dados do Censo Escolar indicam que, nos últimos anos, tem havido aumento no número de professores temporários no país, em desacordo com a previsão constitucional e legal. Em algumas redes estaduais, mais de 70% do corpo docente possui vínculo precário.Considerou também levantamento baseado em painel de Business Intelligence (BI) do MEC aponta que Cuiabá está classificada como Prioridade 3, com 5,5% de inadequação docente, 83% de profissionais concursados e último concurso realizado entre seis e oito anos. Já o município de Acorizal também figura na Prioridade 3, com 53,5% de inadequação docente, 64% de profissionais concursados e ausência de informações sobre o último concurso público na área da educação, bem como sobre a existência de Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) para a categoria.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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