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Promotoria destina R$ 180 mil para construção de sala sensorial na Apae

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A Promotoria de Justiça de Tapurah (a 433 km de Cuiabá) destinou R$ 180 mil, via Banco de Projetos, Fundos e Entidades (Bapre), para construção de uma sala de estimulação sensorial na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) do município. A obra foi entregue recentemente e a sala já está em pleno funcionamento. Conforme o promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, os recursos destinados são oriundos de acordos formalizados pelo Ministério Público. “A sala de estimulação sensorial é um espaço inovador capaz de aumentar a atenção e promover o desenvolvimento global de pessoas com transtornos neurológicos. Essa iniciativa reforça nosso compromisso com a inclusão e a melhoria da qualidade de vida da população de Tapurah”, argumentou. A sala sensorial é projetada para reduzir crises de agressividade e impulsividade, além de aumentar a atenção visual, auditiva e tátil-cinestésica, contribuindo para minimizar o estresse e outras condições. Com estímulos que envolvem luzes, sons, cores e texturas, o ambiente proporciona sensação de prazer e favorece o desenvolvimento global do indivíduo. Considerada uma referência inovadora no campo das terapias, a sala desempenha papel essencial no fortalecimento das habilidades funcionais.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Promotoria realiza ciclo de palestras em escolas no Maio Laranja

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A 2ª Promotoria de Justiça Cível de Sorriso (a 420 km de Cuiabá) está promovendo um ciclo de palestras para profissionais da educação no município em alusão ao Maio Laranja, campanha nacional de conscientização e combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. Na quinta-feira (14), a promotora de Justiça se reuniu com secretários, coordenadores e diretores de escolas públicas para tratar do tema.As palestras são voltadas a professores, orientadores e coordenadores das escolas municipais, com o objetivo de fortalecer a rede de proteção e orientar os profissionais sobre a identificação e o enfrentamento de situações de violência.“Durante os encontros, abordamos os principais sinais de abuso sexual, a forma adequada de acolhimento e comunicação das vítimas, a obrigatoriedade do registro por meio da ficha de notificação, o sigilo das informações, as consequências legais da omissão, além de incentivar o desenvolvimento de atividades contínuas sobre o tema ao longo de todo o ano. Também abrimos espaço para esclarecimento de dúvidas”, explicou a promotora de Justiça.O ciclo de palestras teve início no fim de abril e segue até o fim de maio.Entrevista – Nesta sexta-feira (15), a promotora de Justiça participou de uma entrevista na Rádio Centro América, na qual falou sobre adoção, família acolhedora, os principais motivos de acolhimento institucional e a relação com casos de abuso sexual.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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