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Em acordo, indústria de laticínio doa R$ 10 mil em produtos para escolas

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A Promotoria de Justiça de Cotriguaçu (a 950km de Cuiabá) celebrou Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) com um laticínio de Juruena (a 895km da capital), no qual a indústria se comprometeu a doar R$ 10 mil em produtos como queijos, leites e outros derivados, a escolas do município, no prazo de 60 dias. O acordo, no qual a proprietária assume que causou poluição em níveis danosos à saúde humana, mediante o lançamento de resíduos líquidos em desacordo com as exigências, já foi cumprido e pôs fim ao inquérito policial em andamento para investigar o caso. 

No dia 4 de agosto, o promotor de Justiça substituto Cristiano de Miguel Felipini e equipe visitaram a Creche Municipal Jardim Encantado e fiscalizaram o cumprimento da obrigação decorrente do ANPP. Na oportunidade, atestaram a entrega de 10 caixas de queijos tipo muçarela, totalizando 50 quilos, em benefício da creche e de outras quatro unidades escolares: Centro de Educação Infantil Arco-Íris, Escola Municipal 7 de Maio, Escola Municipal 4 de Julho e Escola Municipal Guilherme Antônio Cortenez Crozetta. 

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“Em nome da Secretaria Municipal de Educação, agradeço ao Ministério Público pela colaboração e adoção de medidas que beneficiam o município e nossas escolas. Com certeza essa doação é de grande valia, vem em boa hora, e vamos poder incrementar a alimentação das crianças. A nutricionista já se encarregou de preparar um cardápio bem atrativo para elas”, afirmou a secretária Lorysa Rodrigues Barbosa de Natal.  
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado a 26 anos no primeiro julgamento de feminicídio em Vera

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O primeiro caso de feminicídio reconhecido como crime autônomo na cidade de Vera (458 km de Cuiabá) foi julgado nesta sexta-feira (24) pelo Tribunal do Júri da comarca. Francisco Edivan de Araújo da Silva foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo assassinato da ex-companheira, Paulina Santana, cometido em razão da condição do sexo feminino e no contexto de violência doméstica.
O Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com o uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Atuou em plenário o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), réu e vítima mantinham um relacionamento amoroso conturbado, com idas e vindas, e, mesmo após o término, o acusado continuava frequentando a residência de Paulina. No dia do crime, ocorrido em junho de 2025, Francisco Edivan foi novamente até a casa da ex-companheira e a encontrou conversando com outro homem, situação que o desagradou. Ele ordenou que o rapaz deixasse o local, o que deu início a uma discussão com a vítima.
Em seguida, de forma súbita e inesperada, o acusado desferiu um golpe de arma branca na vítima, utilizando uma faca com lâmina de aproximadamente 30 centímetros, causando lesão gravíssima na região abdominal. Paulina chegou a ser socorrida por um vizinho e levada ao pronto-socorro do município, sendo posteriormente transferida para o Hospital Regional de Sinop. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu quatro dias após o ataque.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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