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Presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso celebra lançamento do Anuário Jurídico 2023

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A presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargadora Clarice Claudino da Silva, participou na noite de quinta-feira (27 de outubro) do lançamento do Anuário Jurídico 2023.
 
A cerimônia realizada na Associação dos Magistrados de Mato Grosso, na Capital, contou com a presença de autoridades das instituições que compõem o Sistema de Justiça Estadual e de integrantes da comunidade jurídica da região.
 
O Anuário Jurídico 2023 traz dados, estatísticas, produtividade e importantes decisões proferidas pela 1ª e 2ª instância do Poder Judiciário de Mato Grosso. A obra também aborda temas atuais, como a utilização de inteligência artificial, as ferramentas compositivas da Justiça Restaurativa e o perfil dos desembargadores que compõem a Corte do Estado.
 
Durante a solenidade de abertura, a líder do Judiciário mato-grossense expressou aos presentes o momento ímpar e de grande alegria em poder comemorar o lançamento da publicação junto com as idealizadoras do projeto, as advogadas e jornalistas Antonielle Costa e Débora Pinho.
 
Fiquei impressionada com o nível do trabalho apresentado na revista. A cada ano supera em muito a qualidade, não só material e visual belíssima, mas o conteúdo muito primoroso e cuidadoso. Todos nós temos ali a certeza que nosso trabalho é refletido com autenticidade e imparcialidade, com olhos de quem quer mostrar a verdade para a sociedade”, afirma a presidente do TJMT.
 
Para a desembargadora Clarice Claudino da Silva, a publicação é uma forma consolidada de mostrar à sociedade o trabalho realizado pelo Judiciário, por meio do entendimento de cada um dos desembargadores.
 
“Estou muito feliz em poder celebrar essa iniciativa que significa prestígio, estímulo e principalmente o reconhecimento pelo trabalho realizado. Em nome do Tribunal de Justiça, eu expresso todo meu apreço, carinho e gratidão por essa oportunidade de estar aqui fazendo parte desse cenário maravilhoso.”
 
A presidente do TJMT também destacou a aplicação da inteligência artificial no Judiciário. “Essa utilização vai ser um dos grandes avanços a passos largos da instituição. Nós estamos caminhando muito rapidamente para ter recursos impressionantes na atuação jurisdicional com o uso da inteligência artificial. Vem muita novidade por aí.”
 
O corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargador Juvenal Pereira da Silva, contemplou o evento e ressaltou a diversidade do conteúdo da publicação, com temas como o agronegócio pelo âmbito jurídico e a produtividade do Judiciário.
 
“É uma revista qualificada, que traz temas atuais de uma cultura não só jurídica. É preciso dizer que o aumento da produção não é só de quantidade, também é, sobretudo, de qualidade, pelo aprimoramento do Poder Judiciário, com efetividade e celeridade para a garantia dos direitos de todo cidadão.”
 
De acordo com o presidente do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos e Cidadania (Nupemec), desembargador Mario Roberto Kono, o Anuário retrata o trabalho executado e traz uma perspectiva do que poderá ser vislumbrado pelo Judiciário. “É de extrema importância esse trabalho, revela a transparência, seriedade e principalmente a gestão do Judiciário. O sistema jurídico vem despertando para essa necessidade de resolver os conflitos de formas consensuadas e a tendência é justamente aumentar a utilização de métodos compositivos.”
 
#Paratodosverem
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Primeira imagem: presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino da Silva, durante fala no evento. Ela está de perfil, no púpito, olhando em direção à plateia, que esta sentada, atenta à fala da líder do Judiciário.
Segunda imagem: artigo do Anuário Jurídico 2023 da presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino da Silva.
 
Marco Cappelletti/ Fotos: Carlos Augusto
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Programa Padrinhos transforma apoio em novas oportunidades para crianças e adolescentes acolhidos

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Para algumas crianças e adolescentes acolhidos, completar 18 anos pode significar deixar a casa-lar sem uma rede de apoio para seguir em frente. Para um jovem que teve a vida transformada pelo Programa Padrinhos, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), no entanto, a história foi diferente: uma madrinha afetiva continuou a acolhê-lo em sua residência, enquanto um padrinho provedor manteve o pagamento de sua faculdade.
A iniciativa foi tema de um episódio recente do podcast Prosa Legal, da Rádio TJ, que entrevistou a secretária-geral da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA-MT), Elaine Zorgetti.
Segundo Elaine, o programa surgiu da necessidade de oferecer apoio às crianças e aos adolescentes acolhidos em casas-lares de todo o estado. O público atendido é formado por crianças maiores de 8 anos e adolescentes destituídos do poder familiar, que não foram reintegrados à família de origem e também não tiveram oportunidade de adoção.
Três formas de apadrinhar
O Programa Padrinhos oferece três modalidades de apadrinhamento: afetivo, prestador de serviço e provedor. O padrinho ou madrinha afetivo (a) pode manter contato com a criança ou adolescente e, mediante autorização, retirá-lo da instituição para passeios e momentos de convivência.
Já o prestador de serviço contribui com suas habilidades e profissão, podendo auxiliar tanto a criança ou adolescente quanto a própria instituição de acolhimento. O padrinho provedor, por sua vez, oferece apoio financeiro, que pode ser destinado, por exemplo, ao pagamento de cursos, compra de material escolar, alimentação ou vestuário.
Para participar, o interessado deve acessar o endereço padrinhos.tjmt.jus.br, preencher o formulário com os dados pessoais e anexar a documentação necessária. O pedido é encaminhado à comarca de residência do interessado e tramita perante a Vara da Infância e Juventude.
Entre os documentos exigidos estão RG, CPF, comprovante de residência e certidão negativa de antecedentes criminais. Também é possível buscar informações diretamente com a CEJA-MT, pelo telefone (65) 3617-3121, ou na Vara da Infância e Juventude do município.

Autor: Roberta Penha

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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