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Poder Judiciário e Escola da Magistratura de Mato Grosso formam primeira turma de mestrandos

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A Escola Superior da Magistratura (Esmagis) do Poder Judiciário de Mato Grosso formou na noite de sexta-feira (15 de setembro) a primeira turma do mestrado interinstitucional promovido pela instituição.
 
O curso de pós-graduação realizado em parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e a Faculdade Ipê (FAIPE) contou com a participação de 23 magistrados e magistradas do judiciário mato-grossense.
 
A Cerimônia híbrida de certificação teve a presença da presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargadora Clarice Claudino da Silva, da vice-presidente do TJMT, desembargadora Maria Erotides Kneip, da diretora-geral da Esmagis, desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos, e autoridades acadêmicas integrantes da formação.
 
A presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino da Silva, destaca o esforço do Judiciário, por meio da Esmagis, para que os (as) juízes (as) e desembargadores (as) estejam sempre se aprimorando.
 
“O aprendizado constante é o que faz a diferença na entrega de um trabalho mais conectado com a realidade. O mestrado é um plus muito importante, por estar envolvido com a pesquisa, com a indagação, com o querer ir um pouco mais além.”
 
A líder do Judiciário também ressalta a dedicação dos mestrandos que concluíram o curso sem a necessidade de afastamento das atividades habituais da magistratura. “A jornada de trabalho do magistrado normalmente já é muito exaustiva. Então os novos mestres merecem o nosso reconhecimento institucional e da população, que só não recebe um profissional mais preparado, como revela uma vocação maior ainda para desempenhar com louvor o trabalho no dia a dia.”
 
A vice-presidente do TJMT, desembargadora Maria Erotides Kneip, foi diretora da Esmagis à época da assinatura do termo que firmou a parceria para o mestrado com as universidades. A magistrada relembra com orgulho ter participado da aula magna da formação.
 
“Representa o sonho de muitos hoje realizado. Desde os diretores anteriores, todos sonhavam em trazer um mestrado para os magistrados de Mato Grosso, mas sempre foi muito difícil, caro. Então na minha gestão eu disse que só sairia quando conseguisse e então consegui.”
 
“Depois desse mestrado a magistratura mato-grossense não é mais a mesma, os magistrados já não se conformam com a superficialidade das causas e estão adentrando à essência do Direito. Isso é um caminho que não tem volta”, afirma a desembargadora.
 
Para a diretora-geral da Esmagis-MT, desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos, a conclusão do curso foi a concretização de um sonho antigo, com muita luta. Ela também afirma que a formação demonstra a qualidade dos magistrados do Poder Judiciário de Mato Grosso.
 
“Um sonho sonhado junto se tornou realidade. Antes de mim, o desembargador Ernani Vieira de Souza tinha esse sonho, o desembargador Márcio Vidal, como diretor da Esmagis, lá atrás, também tentou trazer o curso por essa Escola. Nós temos vários outros. Lutamos muito junto ao Capes, Ministério da Educação para conseguir fazer esse mestrado.”
 
“Nós temos hoje 23 magistrados muito bem capacitados pelo mestrado no Poder Judiciário, por meio da Esmagis, UERJ e FAIPE. E essa também foi a primeira turma da UERJ que contou com 100% de conclusão, daqueles que iniciaram a formação, e além disso todos alunos com notas máximas, acima de nove e meio”, completa a diretora da Esmagis.
 
Os desembargadores Márcio Vidal, Mário Roberto Kono e Serly Marcondes Alves concluíram o curso e fizeram parte da primeira turma de mestrandos da instituição. A desembargadora do TJMT também foi escolhida como oradora do grupo de alunos.
 
Além dos magistrados, foram certificados três integrantes da sociedade civil que concorreram às vagas da formação da UERJ e FAIPE por livre concorrência. Entre eles, a servidora da Corregedoria-Geral da Justiça Estado, a analista judiciária Mylena Valle Rodrigues.
 
Estiveram também presentes na noite de formação o ex-diretor da Esmagis-MT, desembargador Marcos Machado, o coordenador pedagógico da Esmagis, professor doutor Antônio Peleja Júnior, o coordenador acadêmico do Mestrado na UERJ, professor doutor Marco Aurélio Marrafon, o diretor da FAIPE, professor doutor Marcus Vinicius Crepaldi, a coordenadora do Programa de Pós Graduação em Direito da UERJ, professora doutora Gisela Sampaio, e a diretora-geral do TJMT, Euzeni Paiva de Paula.
 
Paratodosverem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: fotografia colorida. Presidente do TJMT posa juntos com os mestrandos para foto. Segunda imagem: fotografia colorida. Presidente do TJMT fala ao mestrandos. Ela está em pé e fala ao microfone. Terceira imagem: fotografia colorida. A imagem mostra a presidente do TJMT, ladeada pela vice-presidente e pela diretora-geral da Esmagis-MT, o coordenador pedagógico da Esmagis e o coordenador acadêmico do Mestrado na UERJ..
 
Marco Cappelletti/ Fotos: Ednilson Aguiar
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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25 de Julho: Judiciário de MT destaca o mês das Pretas e valoriza o protagonismo das mulheres negras

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O mês de julho é dedicado ao protagonismo das mulheres negras e ao fortalecimento da luta pela equidade racial. Em Mato Grosso, a Lei 11.577/2021 reconheceu o dia 25 de julho como o Dia Estadual de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Em âmbito nacional esse reconhecimento veio por meio da Lei Federal nº 12.987/2014.Para a presidente do Comitê de Equidade Racial do Poder Judiciário de Mato Grosso, desembargadora Juanita Cruz da Silva Clait Duarte, o julho das pretas é um importante marco de reflexão, reconhecimento e valorização da trajetória das mulheres negras que desempenharam papel fundamental na construção da sociedade brasileira.

“Como mulher negra, tenho a convicção de que ocupar hoje a Presidência do Comitê de Promoção da Equidade Racial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso representa muito mais do que uma conquista individual. Minha trajetória teve início no trabalho de cuidado, realidade que ainda marca a vida de tantas mulheres negras brasileiras. Por isso, chegar a este espaço de decisão reafirma que a transformação é possível quando há oportunidades, compromisso institucional e reconhecimento da dignidade de todas as pessoas”, sublinhou.

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Atuação do Comitê de Equidade Racial

A magistrada ressalta que ainda há muitos desafios decorrentes das desigualdades raciais e de gênero. Por isso, o Judiciário mato-grossense atua no combate ao racismo e estimula práticas antirracistas não apenas no âmbito interno, mas também para toda a sociedade.
“É essa perspectiva que orienta a atuação do Comitê: contribuir para que o Poder Judiciário seja agente de promoção da equidade racial, fortalecendo ações de letramento racial, conscientização e valorização da diversidade. O Julho das Pretas nos lembra que promover igualdade de oportunidades não significa apenas reconhecer a história e as contribuições das mulheres negras, mas também assumir a responsabilidade coletiva de construir instituições cada vez mais inclusivas, representativas e comprometidas com a justiça social”, pontuou.

Conheça no link abaixo as ações do Comitê de Promoção da Equidade Racial

https://www.tjmt.jus.br/pagina/comite-promocao-equidade-racial-poder-judiciario-mato-grosso

Autor: Lídice Lannes

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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