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Juiz de Sorriso participa de Audiência Pública sobre combate às endemias em Ipiranga do Norte

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O primeiro Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa/LIA) de 2024, divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), aponta que 39 municípios de Mato Grosso estão com índices considerados de risco de infestação do mosquito transmissor de dengue, chikungunya, zika e febre amarela, entre eles Ipiranga do Norte(a 439 km de Cuiabá), jurisdicionado pela Comarca de Sorriso.
 
A situação fez com que o juiz Anderson Candiotto, da Terceira Vara da Comarca de Sorriso, participasse de um audiência pública em Ipiranga do Norte para discutir políticas públicas voltadas para a prevenção e combate à dengue.
 
“Na ocasião foi debatida a construção e elaboração de um projeto para combater as endemias no município. Os participantes pontuaram a importância de ações efetivas para o combate as endemias na cidade, e a responsabilização e penalização de pessoa que não cuidam do seu quintal, colaborando para a proliferação das doenças”, citou o magistrado,
 
“A comunidade desempenha um papel fundamental nesse processo. Cada sugestão apresentada fará a diferença na prevenção e no controle das doenças. Juntos, podemos construir um plano de combate às endemias que seja eficiente, inclusivo e que beneficie a todos os habitantes de nossa cidade, garantindo uma saúde pública cada vez mais sólida”, declarou o prefeito de Ipiranga do Norte, Orlei José Grasseli.
 
 
“Minha gratidão ao juiz Anderson Candiotto que veio ao nosso município para conhecer a realidade local, e nos proporcionar um momento como esse de construção. Parabenizo a todos pela iniciativa na qual todos podem opinar de maneira espontânea, acredito que dessa forma os resultados são muito mais eficazes, a liberdade de poder conversar e trocar experiências entre todos é fundamental”, completou a secretaria municipal de Saúde de Ipiranga do Norte, Cristiane Paula Papini.
 
Estiveram presentes na audiência representantes do Poder Judiciário de Mato Grosso, Ministério Público do Estado, Prefeitura de Ipiranga do Norte, vereadores do município e a população local.
 
#Paratodosverem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: o juiz Anderson Candiotto está de pé e fala ao microfone aos presentes. Ele usa um terno preto, camisa social azul e óculos.
 
Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Corrida transforma esporte em mobilização contra a violência doméstica em São José do Rio Claro

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Mais do que cruzar a linha de chegada, os 200 inscritos para a 1ª Corrida pela Vida, em São José do Rio Claro (297km de Cuiabá), vão correr por uma causa que diz respeito a toda a sociedade: a prevenção e o enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulher. Promovido pela 1ª Vara Cível e Criminal da comarca, em parceria com a Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, o evento será realizado no dia 16 de agosto, às 6h30, com largada na Praça Central Domingos Briante.

A iniciativa surgiu a partir da instalação da Rede de Enfrentamento no município e tem como objetivo ampliar a conscientização sobre a violência contra a mulher, aproximando a comunidade das ações de prevenção e proteção. Para a juíza Raisa Tavares Pessoa Nicolau Ribeiro, magistrada titular da 1ª Vara de São José do Rio Claro e coordenadora da Rede, a corrida representa uma oportunidade de mobilizar toda a sociedade em torno de uma causa que afeta a comunidade como um todo.

“A violência contra a mulher é uma realidade que não atinge só a mulher, mas todos nós. Temos mães, filhas, parentes e amigas. Isso impacta toda a comunidade”, destaca a magistrada. Ela ressalta ainda que a participação no evento está aberta a todos que desejam abraçar a causa, independentemente de serem homens ou mulheres.

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Para a gestora da 1ª Vara e diretora executiva da Rede, Jaqueline de Lima Klein, a corrida é uma forma de levar a discussão para além dos espaços institucionais. “A ‘Corrida pela Vida’ simboliza a luta pela preservação de uma vida digna, reforçando que a sociedade tem um papel fundamental na prevenção da violência e na construção de um futuro mais seguro e acolhedor. É responsabilidade de todos e as instituições trabalham para alcançar esse objetivo”, destaca.

Mobilização

A corrida terá percurso de 5 quilômetros e é aberta a atletas profissionais e amadores. As inscrições já foram encerradas após o preenchimento do número máximo de vagas, mas toda a população está convidada a prestigiar o evento. A expectativa é reunir, além dos 200 corredores, um público expressivo para acompanhar a programação. Alguns atletas, inclusive, virão de outras localidades.

Além da corrida, o evento contará com tendas de informação e saúde, atividades de alongamento com educador físico e outras ações. A programação também será uma oportunidade para ampliar o conhecimento da população sobre os mecanismos de proteção às mulheres, os canais de denúncia e os serviços de apoio disponíveis.

A juíza Raisa Tavares explica que a proposta é fazer com que as informações compartilhadas durante o evento também sejam levadas adiante pelos participantes. “Queremos que as mulheres e também os homens, aquelas pessoas que são amigas dessa causa, tenham a informação para repassar, para que as mulheres saibam que não estão sozinhas nesse tipo de situação. Existem medidas que podem ser adotadas para cessar essa violência”, afirma.

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A magistrada destaca ainda que a corrida é uma iniciativa da Rede de Enfrentamento, formada por diversas instituições, entre elas o Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Polícia Civil, Polícia Militar e o município, por meio de suas secretarias. “Todos esses poderes e instituições estão envolvidos, fortalecendo o combate à violência doméstica e familiar contra a mulher”, ressalta.

Para Jaqueline, o principal resultado da iniciativa será construído pela própria comunidade. “Mais do que a realização de um evento esportivo, esperamos fortalecer a conscientização social, ampliar o conhecimento sobre os mecanismos de proteção às mulheres e consolidar a Corrida pela Vida como uma ação permanente de mobilização, prevenção e enfrentamento da violência doméstica e familiar em nosso município”, afirma.

A organização já planeja a realização de uma segunda edição. “O sucesso não será da Rede, será da população”, conclui Jaqueline.

Autor: Roberta Penha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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