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33ª edição do programa Magistratura e Sociedade recebe o professor Renato Janine Ribeiro

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A 33ª edição do programa Magistratura e Sociedade, que tem como tema “Virtudes republicanas e ética pública”, é divulgada nesta sexta-feira (23.01) e recebe o professor, filósofo, cientista político e escritor Renato Janine Ribeiro para uma reflexão aprofundada sobre os dilemas morais da sociedade contemporânea. A entrevista é conduzida pelo juiz Gonçalo Antunes de Barros Neto.

Ex-ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro é professor titular de Ética e Filosofia Política da Universidade de São Paulo (USP) e referência nacional no debate sobre valores republicanos. Ao longo do programa, ele analisa o papel da ética na vida pública e privada, destacando a importância de avaliar as ações humanas não apenas sob o prisma da legalidade, mas também da justiça.

“A ética é o campo em que julgamos as ações humanas conforme elas são justas ou injustas, e não apenas se estão de acordo com regras formais”, afirma o professor durante a entrevista.

O convidado também aborda situações em que o cumprimento estrito da lei pode não conduzir ao que é eticamente justo, ressaltando a responsabilidade das instituições e, especialmente, do Poder Judiciário, na mediação de conflitos que envolvem valores fundamentais.

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“Há um grande descompasso entre aquilo que as pessoas dizem acreditar e aquilo que efetivamente fazem no cotidiano”, observa Renato Janine Ribeiro.

Ao articular filosofia, realidade social e atuação institucional, a edição reafirma a proposta do Magistratura e Sociedade de aproximar o Judiciário da sociedade, promovendo o debate qualificado sobre ética pública, virtudes republicanas e cidadania.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso no Youtube (@tjmtoficial) ou a página da Esmagis-MT.

Acesse aqui e assista.

Conheça mais sobre o autor


Renato Janine é professor titular da cadeira de Ética e Filosofia Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). Recebeu o Prêmio Jabuti de Literatura em 2001, pela obra ‘A Sociedade Contra o Social’ (Editora Companhia das Letras), bem como foi condecorado com a Ordem Nacional do Mérito Científico, em 1998, e com a Ordem de Rio Branco, em 2009. Atualmente, é colunista do jornal Valor Econômico.

Conteúdo social

O programa Magistratura e Sociedade é uma iniciativa da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), em parceria com a Coordenadoria de Comunicação do Tribunal de Justiça, com objetivo de inserir magistrados e magistradas nas ciências sociais como forma de apropriação de conteúdo social e humanitário.

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.
Acesse aqui e assista esta edição.

Para assistir às entrevistas anteriores, clique aqui.

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Autor: Josiane Dalmagro

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

25 de Julho: Judiciário de MT destaca o mês das Pretas e valoriza o protagonismo das mulheres negras

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O mês de julho é dedicado ao protagonismo das mulheres negras e ao fortalecimento da luta pela equidade racial. Em Mato Grosso, a Lei 11.577/2021 reconheceu o dia 25 de julho como o Dia Estadual de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Em âmbito nacional esse reconhecimento veio por meio da Lei Federal nº 12.987/2014.Para a presidente do Comitê de Equidade Racial do Poder Judiciário de Mato Grosso, desembargadora Juanita Cruz da Silva Clait Duarte, o julho das pretas é um importante marco de reflexão, reconhecimento e valorização da trajetória das mulheres negras que desempenharam papel fundamental na construção da sociedade brasileira.

“Como mulher negra, tenho a convicção de que ocupar hoje a Presidência do Comitê de Promoção da Equidade Racial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso representa muito mais do que uma conquista individual. Minha trajetória teve início no trabalho de cuidado, realidade que ainda marca a vida de tantas mulheres negras brasileiras. Por isso, chegar a este espaço de decisão reafirma que a transformação é possível quando há oportunidades, compromisso institucional e reconhecimento da dignidade de todas as pessoas”, sublinhou.

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Atuação do Comitê de Equidade Racial

A magistrada ressalta que ainda há muitos desafios decorrentes das desigualdades raciais e de gênero. Por isso, o Judiciário mato-grossense atua no combate ao racismo e estimula práticas antirracistas não apenas no âmbito interno, mas também para toda a sociedade.
“É essa perspectiva que orienta a atuação do Comitê: contribuir para que o Poder Judiciário seja agente de promoção da equidade racial, fortalecendo ações de letramento racial, conscientização e valorização da diversidade. O Julho das Pretas nos lembra que promover igualdade de oportunidades não significa apenas reconhecer a história e as contribuições das mulheres negras, mas também assumir a responsabilidade coletiva de construir instituições cada vez mais inclusivas, representativas e comprometidas com a justiça social”, pontuou.

Conheça no link abaixo as ações do Comitê de Promoção da Equidade Racial

https://www.tjmt.jus.br/pagina/comite-promocao-equidade-racial-poder-judiciario-mato-grosso

Autor: Lídice Lannes

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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