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População do distrito de Mimoso é atendida em mutirão da Justiça Eleitoral

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Cerca de 30 atendimentos já foram realizados, até o momento, no mutirão da 38ª Zona Eleitoral que ocorre no distrito de Mimoso. A ação teve início nesta segunda-feira (18.09) e segue até quinta-feira (21.09), na Escola Estadual Rural Santa Claudina.

Nos dias 19 e 20, os atendimentos ocorrem das 9h às 16h, e no último dia (21.09), das 9h às 12h. Ao todo, quatro locais de votação serão impactados. A expectativa, de acordo com o chefe de cartório da 38ª Zona Eleitoral, Adriano Meireles Borba, é que aproximadamente 200 pessoas sejam atendidas durante todo o mutirão.

São oferecidos diversos serviços do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), como regularização de título, alistamento (confecção do 1º título), cadastro biométrico, além de consultas e emissões de certidões, entre outros.

Próximas localidades

O distrito de Mimoso faz parte da série de atendimentos da 38ª ZE, que contemplará, ao todo, no segundo semestre deste ano, oito localidades, ampliando, assim, o acesso aos serviços da Justiça Eleitoral. Ainda em setembro e em outubro, a iniciativa vai contemplar Barão de Melgaço.

Uma equipe de servidores atenderá em frente à Secretaria Municipal de Educação, que fica no centro da cidade, nos dias 25 de setembro (das 12h às 16h), 26, 27 e 28 de setembro (das 9h às 16h) e 29 de setembro (das 9h às 12h). Já em outubro, os atendimentos ocorrerão nos dias 02 (das 12h às 16h), 3, 4 e 5 (das 9h às 16h) e 06 (das 9h às 12h). Ao todo, seis locais de votação serão impactados, englobando, juntos, 4.689 pessoas cadastradas.

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No distrito de São Pedro de Joselândia, os atendimentos ocorrerão na Escola Estadual Professora Maria Silvino Peixoto de Moura, nos dias 16 (das 12h às 16h), 17, 18 e 19 de outubro (das 9h às 16h).

Ainda em outubro, os atendimentos chegarão ao distrito de Lambari, na Escola Municipal Cláudio de Almeida, nos dias 24 (das 12h às 16h) e 25 (das 9h às 16h), onde 196 pessoas estão aptas para votar. Em seguida, no território indígena Teresa Cristina, o mutirão ocorrerá na Escola Estadual Indígena Korogedo Paru, no dia 26 de outubro, das 10h às 16h. A expectativa é beneficiar 152 pessoas.

Etapas anteriores

A série de mutirões nesta região teve início no dia 04 de setembro. Os primeiros atendimentos ocorreram na Agrovila das Palmeiras, na Escola Estadual Nagib Saad, nos dias 04, 05 e 06 deste mês. Ainda em setembro, o mutirão também contemplou a Serra de São Vicente, na Escola Estadual Maria de Arruda Muller, nos dias 11, 12, 13, 14 e 15.

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O mutirão é realizado pela 38ª Zona Eleitoral e conta com o apoio da Escola Judiciária Eleitoral (EJE-MT) e da Assessoria de Comunicação (Ascom) do TRE-MT.

Jornalista: Nara Assis

#PraTodosVerem: Foto em que aparecem dois atendentes da Justiça Eleitoral, mexendo em computadores que estão sobre mesas de escola, em atendimento no mutirão. À frente deles, há um homem e uma mulher, sentados, enquanto são atendidos. Atrás dos atendentes tem uma parede em tons de branco e amarelo com uma lousa de escola fixada nela. Há uma galeria no final do texto, com mais fotos de atendimentos, na mesma sala, em diferentes ângulos, e também uma foto da fachada da escola.

1/ Galeria de imagens

Fonte: TRE – MT

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TRE-MT promove curso sobre eleições sob a perspectiva dos direitos humanos, da equidade e da inclusão

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Direitos humanos, equidade racial, inclusão e representatividade são temas que ganharam espaço central no debate democrático contemporâneo. Com esse foco, teve início nesta segunda-feira (08.06), no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnia em Processo Eleitoral”. A capacitação segue até quinta-feira (11.06) e reúne magistrados(as), promotores(as) e servidores(as) da Justiça Eleitoral.

A formação aborda temas centrais do processo eleitoral a partir de uma perspectiva voltada aos direitos humanos e à promoção da equidade. O conteúdo programático está dividido em quatro módulos: Propaganda Eleitoral com enfoque em direitos humanos, gênero, raça e etnia; Registro de Candidatura com enfoque interseccional; Prestação de Contas e financiamento com foco em equidade; e Abuso de Poder (econômico, político, comunicacional e religioso) e práticas discriminatórias.

Ao dar as boas-vindas aos participantes, a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou que a inclusão, o diálogo e o acolhimento são fundamentais para o fortalecimento da democracia e para a aproximação da Justiça Eleitoral com a sociedade.

“A Justiça Eleitoral precisa conversar com todas as pessoas, acolher diferentes perspectivas e promover a participação de todos no debate público. O conhecimento e o acolhimento são fundamentais para construirmos uma democracia cada vez mais humana e inclusiva”, afirmou a presidente.

A desembargadora ressaltou ainda que a participação no processo eleitoral, seja como eleitora, candidata, servidora, advogada, promotora, juíza ou mesária, representa um importante exercício de cidadania e fortalecimento democrático. Para ela, iniciativas como o curso ampliam o conhecimento, qualificam o debate público e contribuem para uma atuação institucional cada vez mais inclusiva.

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A juíza auxiliar da Presidência do TRE-MT, Edna Ederli Coutinho, destacou a importância da temática para o fortalecimento da democracia e para a atuação institucional da Justiça Eleitoral.

Segundo ela, o debate sobre inclusão e representatividade deixou de ocupar um espaço periférico e passou a integrar o centro das discussões sobre aperfeiçoamento democrático. “A ampliação da participação de mulheres, pessoas negras, indígenas e outros grupos historicamente minorizados não é apenas uma pauta social, mas uma exigência constitucional e um compromisso institucional. Mais do que uma oportunidade de atualização técnica, este curso nos convida a refletir sobre o papel da Justiça Eleitoral na construção de uma democracia efetivamente inclusiva, plural e representativa”, afirmou.

O diretor da Escola Judiciária Eleitoral de Mato Grosso (EJE-MT), juiz-membro substituto Welder Queiroz dos Santos, ressaltou que a promoção da inclusão e da diversidade está alinhada às diretrizes nacionais da Justiça Eleitoral.

“A primeira grande bandeira institucional do Tribunal Superior Eleitoral foi justamente a inclusão de mulheres, pessoas negras e indígenas na participação política. Trata-se de um tema fundamental para o fortalecimento do ambiente democrático e para a construção de uma sociedade mais representativa”, destacou.

Ao dar início às atividades, o palestrante Elder Maia Goltzman explicou que a proposta do curso é promover um diálogo entre o Direito Eleitoral e os Direitos Humanos, permitindo uma nova leitura dos principais institutos eleitorais.

“A ideia é analisar temas como propaganda eleitoral, abuso de poder, prestação de contas e registro de candidatura sob a perspectiva dos direitos humanos. Muitas das questões enfrentadas pela Justiça Eleitoral envolvem dilemas relacionados à inclusão, igualdade e proteção de direitos fundamentais. Por isso, queremos construir um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências”, afirmou.

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Especialistas de referência nacional

O curso é ministrado por dois especialistas com ampla atuação acadêmica e profissional na área.

Elder Maia Goltzman é analista judiciário do TRE-SP, mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), doutorando em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em Direito Administrativo. Atua em pesquisas relacionadas à liberdade de expressão, direitos humanos, população LGBTQIAPN+, desinformação e direito digital, além de ser professor em cursos de pós-graduação e autor de obras na área eleitoral.

A programação também contará com a participação de Sabrina de Paula Braga, responsável por ministrar módulos do curso ao longo da semana. Analista judiciária do TRE-MG, é mestra e doutoranda em Direito Político pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenadora do eixo “Participação de Grupos Minorizados” da Capacitação Nacional das Escolas Judiciárias Eleitorais e integrante da Comissão de Promoção da Igualdade Racial da Justiça Eleitoral.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PratodosVerem – Participante acompanha, por meio de um notebook, o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Gênero, Raça e Etnia no Processo Eleitoral”, promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Na tela, aparecem autoridades e participantes da capacitação em videoconferência, enquanto o palestrante apresenta conteúdo relacionado aos direitos humanos e ao processo eleitoral.

Fonte: TRE – MT

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