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CUIABÁ: 2º turno contará com cerca de 500 profissionais da segurança

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A tranquilidade do 1º turno das Eleições Municipais de 2024 deve se repetir no 2º turno, que ocorrerá em Cuiabá, no próximo dia 27 de outubro. Para isso, o Gabinete de Gestão Integrada (GGI) do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) adaptou o planejamento de segurança, com redução do efetivo e manutenção da atuação integrada entre as forças policiais.

Para o 2º turno será empregado o efetivo de 496 profissionais da segurança, sendo 47 da Polícia Federal, 297 da Polícia Militar (PM-MT), 103 do Corpo de Bombeiros Militar (CBM-MT), 19 da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) e 30 da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana de Cuiabá (Semob). Além disso, a Polícia Judiciária Civil (PJC-MT) irá dobrar o efetivo, embora os inquéritos de crimes eleitorais sejam de competência da PF, com o objetivo de coibir outras ocorrências que possam derivar de ilícitos eleitorais.

Nesta sexta-feira (18.10), integrantes do GGI fizeram uma reunião de alinhamento e, na ocasião, a presidente do TRE-MT, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, agradeceu o trabalho feito no 1º turno e fez uma avaliação da atuação das forças de segurança. “O trabalho da Justiça Eleitoral é fazer dar certo e, quando encontramos pessoas empenhadas em fazer o mesmo, temos resultados muito positivos. Foi assim com a segurança no 1º turno e, se estamos falando de uma eleição que transcorreu forma tranquila, foi pelo trabalho de cada um de vocês, que estavam imbuídos do mesmo sentimento da Justiça Eleitoral”.

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O coordenador do GGI, juiz Aristeu Dias Batista Vilella, endossou. “Foi, realmente, um trabalho primoroso, que resultou de um planejamento bem desenvolvido, com a dedicação de todos que compõem o Gabinete de Gestão Integrada. Nossos agradecimentos às forças de segurança e às instituições responsáveis pela estrutura técnica também, bem como todos os servidores e servidoras que trabalharam incansavelmente nesta missão. Tenho certeza de que no 2º turno, repetiremos o sucesso”.

Também presente na reunião, o procurador regional eleitoral, Pedro Melo Pouchain Ribeiro, elogiou a atuação do GGI, pois, segundo ele, o planejamento feito de forma conjunta pelas instituições envolvidas foi primordial para garantir a tranquilidade do pleito no 1º turno. “Não tenho dúvidas que esta atuação integrada e qualificada se repetirá no 2º turno, ainda mais porque se trata de uma eleição apenas na Capital, com uma estrutura menor”.

Os representantes das instituições que compõem o GGI também avaliaram positivamente a segurança garantida nos dias 05 e 06 de outubro, principalmente. Para a superintendente regional da Polícia Federal (PF), Ligia Neves Aziz Lucindo, o trabalho integrado foi desenvolvido de forma satisfatória. “A capacidade de articulação do TER foi muito importante, e nos fez aprimorar também nossa capacidade de articulação interna. Essa interação, com certeza, foi a razão pela qual o trabalho deu certo”, frisou.

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Segundo o diretor-geral do TRE-MT, Mauro Sérgio Rodrigues Diogo, as eleições de 2024 estão sendo tranquilas. “Viemos de uma eleição de 2020 complicada por conta da pandemia, depois em 2022 tivemos um cenário difícil diante da polarização política, e agora tivemos um pleito tranquilo, mas com toda a preparação necessária. Não vamos baixar a guarda e queremos ter um segundo turno tranquilo e seguro, como foi no primeiro”.

Jornalista: Nara Assis

#PraTodosVerem: Foto que mostra homens e mulheres, participantes da reunião, sentados ao redor de uma grande mesa. Ao fundo, tem uma parede azul com a marca do TRE-MT gravada nela. Ao final da matéria, tem uma galeria com mais fotos da reunião.

Fonte: TRE – MT

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TRE-MT promove curso sobre eleições sob a perspectiva dos direitos humanos, da equidade e da inclusão

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Direitos humanos, equidade racial, inclusão e representatividade são temas que ganharam espaço central no debate democrático contemporâneo. Com esse foco, teve início nesta segunda-feira (08.06), no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnia em Processo Eleitoral”. A capacitação segue até quinta-feira (11.06) e reúne magistrados(as), promotores(as) e servidores(as) da Justiça Eleitoral.

A formação aborda temas centrais do processo eleitoral a partir de uma perspectiva voltada aos direitos humanos e à promoção da equidade. O conteúdo programático está dividido em quatro módulos: Propaganda Eleitoral com enfoque em direitos humanos, gênero, raça e etnia; Registro de Candidatura com enfoque interseccional; Prestação de Contas e financiamento com foco em equidade; e Abuso de Poder (econômico, político, comunicacional e religioso) e práticas discriminatórias.

Ao dar as boas-vindas aos participantes, a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou que a inclusão, o diálogo e o acolhimento são fundamentais para o fortalecimento da democracia e para a aproximação da Justiça Eleitoral com a sociedade.

“A Justiça Eleitoral precisa conversar com todas as pessoas, acolher diferentes perspectivas e promover a participação de todos no debate público. O conhecimento e o acolhimento são fundamentais para construirmos uma democracia cada vez mais humana e inclusiva”, afirmou a presidente.

A desembargadora ressaltou ainda que a participação no processo eleitoral, seja como eleitora, candidata, servidora, advogada, promotora, juíza ou mesária, representa um importante exercício de cidadania e fortalecimento democrático. Para ela, iniciativas como o curso ampliam o conhecimento, qualificam o debate público e contribuem para uma atuação institucional cada vez mais inclusiva.

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A juíza auxiliar da Presidência do TRE-MT, Edna Ederli Coutinho, destacou a importância da temática para o fortalecimento da democracia e para a atuação institucional da Justiça Eleitoral.

Segundo ela, o debate sobre inclusão e representatividade deixou de ocupar um espaço periférico e passou a integrar o centro das discussões sobre aperfeiçoamento democrático. “A ampliação da participação de mulheres, pessoas negras, indígenas e outros grupos historicamente minorizados não é apenas uma pauta social, mas uma exigência constitucional e um compromisso institucional. Mais do que uma oportunidade de atualização técnica, este curso nos convida a refletir sobre o papel da Justiça Eleitoral na construção de uma democracia efetivamente inclusiva, plural e representativa”, afirmou.

O diretor da Escola Judiciária Eleitoral de Mato Grosso (EJE-MT), juiz-membro substituto Welder Queiroz dos Santos, ressaltou que a promoção da inclusão e da diversidade está alinhada às diretrizes nacionais da Justiça Eleitoral.

“A primeira grande bandeira institucional do Tribunal Superior Eleitoral foi justamente a inclusão de mulheres, pessoas negras e indígenas na participação política. Trata-se de um tema fundamental para o fortalecimento do ambiente democrático e para a construção de uma sociedade mais representativa”, destacou.

Ao dar início às atividades, o palestrante Elder Maia Goltzman explicou que a proposta do curso é promover um diálogo entre o Direito Eleitoral e os Direitos Humanos, permitindo uma nova leitura dos principais institutos eleitorais.

“A ideia é analisar temas como propaganda eleitoral, abuso de poder, prestação de contas e registro de candidatura sob a perspectiva dos direitos humanos. Muitas das questões enfrentadas pela Justiça Eleitoral envolvem dilemas relacionados à inclusão, igualdade e proteção de direitos fundamentais. Por isso, queremos construir um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências”, afirmou.

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Especialistas de referência nacional

O curso é ministrado por dois especialistas com ampla atuação acadêmica e profissional na área.

Elder Maia Goltzman é analista judiciário do TRE-SP, mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), doutorando em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em Direito Administrativo. Atua em pesquisas relacionadas à liberdade de expressão, direitos humanos, população LGBTQIAPN+, desinformação e direito digital, além de ser professor em cursos de pós-graduação e autor de obras na área eleitoral.

A programação também contará com a participação de Sabrina de Paula Braga, responsável por ministrar módulos do curso ao longo da semana. Analista judiciária do TRE-MG, é mestra e doutoranda em Direito Político pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenadora do eixo “Participação de Grupos Minorizados” da Capacitação Nacional das Escolas Judiciárias Eleitorais e integrante da Comissão de Promoção da Igualdade Racial da Justiça Eleitoral.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PratodosVerem – Participante acompanha, por meio de um notebook, o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Gênero, Raça e Etnia no Processo Eleitoral”, promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Na tela, aparecem autoridades e participantes da capacitação em videoconferência, enquanto o palestrante apresenta conteúdo relacionado aos direitos humanos e ao processo eleitoral.

Fonte: TRE – MT

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