Mato Grosso

Seplag viabiliza oficinas imersivas em realidade virtual e inteligência artificial para servidores

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), em diálogo com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), proporcionou a 90 servidores públicos estaduais uma experiência imersiva com tecnologias de realidade virtual. Os participantes foram desafiados a pensar melhorias em práticas públicas a partir desse recurso tecnológico.

A primeira etapa da iniciativa aconteceu entre os dias 3 a 14 deste mês, atendendo seis turmas no Laboratório do Senac. A segunda fase, focada no uso de inteligência artificial, está prevista para o início de março, após o Carnaval. Essas oportunidades permitem que os servidores saiam do ambiente convencional e práticas tradicionais de trabalho, sem perder de vista as necessidades do serviço público.

“Nosso objetivo é compreender como a realidade virtual e a inteligência artificial podem ser aplicadas em diferentes áreas da prestação de serviços públicos. E assim, entender como essas ferramentas podem colaborar positivamente para a performance profissional do servidor público”, finaliza a secretária adjunta de Gestão de Pessoas, Lidiane Leite.

O diálogo com o Senac foi estabelecido, por meio da Adjunta de Gestão de Pessoas da Seplag, para intensificar as ações alinhadas ao espírito de inovação e transformação da administração pública estadual. As oficinas combinam teoria e prática instrumental, desafiando os servidores a aplicar as novas ferramentas em suas atividades diárias.

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A realidade virtual cria um ambiente tridimensional interativo, permitindo que o usuário vivencie simulações de situações do dia a dia. Essa tecnologia possibilita que os servidores aprimorem sua preparação para desafios reais da administração pública.

A coordenadora de Aplicação e Desenvolvimento da Seplag, Evelyn Lara, foi uma das participantes da oficina e fez diversas associações com práticas do setor em que trabalha. “A realidade virtual pode ser utilizada para aprimorar técnicas, realizar treinamentos e conhecer melhor as habilidades dos servidores, tudo isso de maneira lúdica. É uma excelente ferramenta para a Gestão por Competências”, exemplifica.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Polícia Civil cumpre mandados contra suspeitos de exaltar facção criminosa nas redes sociais

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (12.5), a Operação “Locus Defecit”, para cumprir quatro ordens judiciais contra integrantes de uma facção criminosa envolvidos em diversas ações criminosas na região de Cáceres e de exaltar grupo criminoso nas redes sociais.

Na operação, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cáceres, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado do município (Draco/Cáceres).

As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá, incluindo a Penitenciária Central do Estado (PCE), já que um dos investigados se encontrava preso por tráfico de drogas.

O cumprimento dos mandados contou com o apoio da Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI) e da Equipe Alfa da Penitenciária Central do Estado.

As investigações apontaram que os faccionados estão envolvidos com o tráfico de drogas em Cáceres e também atuavam como “missionários”, ostentando armas de fogo, drogas e valores em espécie por meio de redes sociais, com mensagens de exaltação ao grupo criminoso, inseridas em um contexto de confronto com uma facção criminosa rival.

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Um dos alvos foi localizado e preso em um bar onde residia, na cidade de Cuiabá, enquanto o outro teve o mandado cumprido na PCE, onde já se encontrava recolhido.

Conforme o delegado Fabrício Alencar, responsável pela operação, o trabalho operacional teve como objetivo apreender materiais que possam reunir provas e evidências que contribuam para o avanço da investigação.

Nome da operação

O nome da operação, que significa “localização falhou”, faz referência a algumas publicações que os investigados faziam para demonstrar que não seriam localizados em investigações.

Operação Pharus

A Operação “Locus Defecit” integra a Operação Pharus. Em 2026, a Polícia Civil iniciou ações do planejamento estratégico no âmbito da Operação Pharus, iniciativa que integra o programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento de facções criminosas em Mato Grosso.

O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para “farol”, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.

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Fonte: Governo MT – MT

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