Mato Grosso

Seduc e Sicredi realizam Formação Presencial Finanças na Mochila

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) e o Sicredi promovem a partir desta terça-feira até a próxima quinta-feira (10 a 12.2), na Central Sicredi Centro Norte, a Formação Presencial Finanças na Mochila – Habilitação Inicial. A qualificação integra as ações da política de Educação Financeira da Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso.

A formação tem o objetivo de fortalecer a atuação pedagógica dos educadores da rede por meio da habilitação inicial no Programa Finanças na Mochila, ampliando repertórios teóricos e metodológicos para o desenvolvimento da Educação Financeira no contexto escolar.

A parceria amplia a implementação do Programa Finanças na Mochila nas escolas da Rede Estadual a partir do ano letivo de 2026. Inicialmente, o programa é direcionado aos professores de Matemática do 6º ao 9º ano e aos Profissionais de Apoio Pedagógico Especializado (Pape). A perspectiva é de ampliação gradual do programa também para o Ensino Médio.

Segundo o secretário de Educação, Alan Porto, a formação representa um passo importante para consolidar a Educação Financeira como uma aprendizagem essencial na Rede Estadual. “Ao capacitar os professores com metodologias ativas e conectadas à realidade dos estudantes, estamos preparando nossos jovens para fazer escolhas mais conscientes, responsáveis e sustentáveis ao longo da vida”, afirmou.

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Ainda segundo ele, “a parceria com o Sicredi fortalece e amplia o alcance do programa, permitindo que a educação financeira vá além da sala de aula, gerando impactos positivos também nas famílias e nas comunidades”, completou Alan.

Durante os três dias, os profissionais terão contato direto com a metodologia da Fundação Sicredi, com práticas pedagógicas ativas, reflexão sobre situações reais do cotidiano, participação dos estudantes em experiências práticas e protagonismo docente no processo de ensino-aprendizagem.

Além disso, os participantes também devem vivenciar alinhamentos gerais do programa, marcos legais e fundamentos da Educação Financeira no Brasil, bases da psicologia econômica aplicada à educação, construção de mapas de Educação Financeira e outros tipos de formações.

Educação Financeira

A Seduc desenvolve ações de Educação Financeira desde 2020, de forma integrada à disciplina de Matemática, em conformidade com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Desde então, já foram investidos mais de R$ 12 milhões em formações e recursos pedagógicos, fortalecendo a qualificação dos profissionais da educação.

A parceria com o Sicredi potencializa o alcance das políticas públicas educacionais, amplia oportunidades, diversifica metodologias e promove experiências de aprendizagem conectadas à realidade dos estudantes.

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A expectativa é que os impactos do programa ultrapassem apenas o ambiente escolar, contribuindo para a redução de vulnerabilidades relacionadas ao endividamento, fortalecendo a autonomia financeira e ampliando perspectivas de desenvolvimento sustentável nas famílias e comunidades.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Comitê da Sedec debate plano nacional de fertilizantes e aprova comissão de fertilidade do solo

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O Comitê Gestor de Fertilizantes e Bioinsumos de Mato Grosso, presidido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), realizou, nesta terça-feira (12.5), a 2ª reunião ordinária do grupo. O encontro contou com a apresentação do Plano Nacional de Fertilizantes e com a aprovação da Comissão de Fertilidade do Solo do Estado de Mato Grosso (CFS-MT), formada por representantes técnicos da área.

Durante a reunião, José Carlos Polidoro, responsável pelas ações do Plano Nacional de Fertilizantes junto ao Conselho Nacional de Fertilizantes e Nutrição de Plantas (Confert) e representante do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), apresentou a estrutura e os objetivos do plano nacional.

“Quando discutimos e estruturamos uma política nacional de fertilizantes, estamos falando também de segurança nacional e segurança alimentar. Essa é uma pauta que vai além do fortalecimento de uma cadeia produtiva específica, porque impacta diretamente a capacidade do país de manter sua produção de alimentos com estabilidade, competitividade e sustentabilidade”, afirmou Polidoro.

Maior produtor agrícola do país, Mato Grosso demanda grandes volumes de fertilizantes para sustentar sua produção. Nesse contexto, iniciativas voltadas ao fortalecimento técnico e científico da cadeia produtiva são estratégicas para ampliar a eficiência e a sustentabilidade no campo.

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A secretária adjunta de Agronegócio, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa, destacou a importância do debate para o setor agropecuário mato-grossense. “A discussão sobre fertilizantes é estratégica para Mato Grosso e para o Brasil, especialmente diante da força da nossa produção agropecuária. O Plano Nacional de Fertilizantes representa um passo importante para ampliar a segurança e a competitividade do setor. Mato Grosso acompanha esse movimento e busca construir caminhos sustentáveis para garantir mais eficiência, estabilidade e desenvolvimento ao agro brasileiro”, disse.

Durante a reunião, também foi aprovada a criação da Comissão de Fertilidade do Solo do Estado de Mato Grosso (CFS-MT), composta por nomes técnicos indicados pelas instituições participantes. A coordenação ficará a cargo do engenheiro agrônomo e técnico agrícola Milton Moraes.

Entre os objetivos da comissão estão a elaboração e atualização das recomendações oficiais de correção do solo e de adubação; a padronização e atualização dos métodos oficiais de análise de solos, tecido vegetal, corretivos, fertilizantes e outros materiais de interesse agrícola; além da definição de demandas prioritárias de pesquisa em fertilidade do solo e nutrição mineral de plantas para financiamento por instituições de fomento.

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“A aplicação de fertilizantes precisa ser avaliada não apenas do ponto de vista técnico, mas também econômico. Existe um limite em que o aumento da adubação ainda gera ganho de produtividade e retorno ao produtor. Por isso, é fundamental que o manejo seja feito com equilíbrio e planejamento, buscando eficiência no uso dos fertilizantes e maior rentabilidade para o produtor rural”, destacou Milton Moraes.

Fonte: Governo MT – MT

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