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Praças centrais de Cuiabá recebem mutirão intensivo de limpeza e manutenção

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), mantém nesta quarta-feira (13) uma ampla operação de limpeza urbana com foco especial nas praças e espaços públicos da região central da capital. Entre os pontos prioritários atendidos pelas equipes estão a Praça Alencastro e a Praça da República, locais de grande circulação diária de moradores, comerciantes e trabalhadores.

A ação mobiliza cerca de 350 colaboradores distribuídos em 26 frentes de trabalho simultâneas, levando serviços de zeladoria para diferentes regiões da cidade. As equipes executam atividades de roçagem, capinagem, varrição, retirada de resíduos e limpeza geral, além da eliminação de bolsões de lixo provenientes de descarte irregular.

Na região central, os trabalhos foram reforçados para melhorar o aspecto urbano, garantir a conservação dos espaços públicos e proporcionar mais conforto para quem circula diariamente pelo Centro Histórico da capital.

Além das praças centrais, os serviços também são realizados em importantes avenidas, parques e bairros da cidade, como Avenida da Lagoa, Parque Tia Nair, Avenida Beira Rio, Avenida do CPA, Avenida das Torres, Avenida Parque do Barbado, Estrada do Moinho, Despraiado, Coxipó do Ouro, Praça do Três Barras e Avenida dos Trabalhadores.

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A operação conta ainda com apoio de maquinários pesados, incluindo trator plataforma e tratores articulados, utilizados especialmente nas ações executadas na Avenida das Torres.

O diretor-geral da Limpurb, Felipe Wellaton, destacou que a intensificação dos serviços atende ao cronograma contínuo de manutenção urbana da capital.

“Estamos reforçando os trabalhos principalmente nas praças da região central, que recebem grande circulação de pessoas diariamente. O objetivo é manter esses espaços limpos, organizados e mais agradáveis para a população”, afirmou.

A programação faz parte das ações permanentes de zeladoria urbana desenvolvidas pela Prefeitura de Cuiabá em todas as regiões da capital.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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União Europeia amplia restrições e volta a afetar exportações da piscicultura brasileira

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A nova decisão da União Europeia de suspender importações de proteína animal do Brasil voltou a acender o alerta na cadeia da piscicultura nacional. A medida, relacionada ao controle do uso de antimicrobianos na pecuária, preocupa o setor aquícola, que afirma não ter ligação com as não conformidades apontadas pelas autoridades europeias.

A manifestação foi feita pela PEIXE BR, que demonstrou preocupação com os impactos indiretos da atualização da lista de países autorizados a exportar proteína animal ao bloco europeu. O novo posicionamento da União Europeia foi divulgado na terça-feira (12) e amplia as restrições às exportações brasileiras.

Piscicultura brasileira volta a ser afetada por barreiras sanitárias

Segundo a PEIXE BR, esta não é a primeira vez que a piscicultura sofre consequências de medidas relacionadas a outros segmentos da proteína animal brasileira.

Desde 2018, o pescado nacional enfrenta limitações para acessar o mercado europeu após problemas identificados em embarcações da pesca extrativa. Embora a aquicultura não estivesse envolvida nas irregularidades apontadas na época, o segmento acabou incluído nas restrições impostas pelo bloco europeu.

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O setor vinha acompanhando com expectativa a possibilidade de retomada das exportações. No início deste ano, o Ministério da Agricultura e Pecuária e o Ministério da Pesca e Aquicultura informaram sobre a previsão de uma missão técnica da União Europeia ao Brasil em junho, considerada estratégica para reabrir o mercado europeu ao pescado brasileiro.

Com a nova suspensão, porém, a perspectiva de retomada volta a ficar comprometida.

“A aquicultura brasileira segue penalizada por problemas que não pertencem ao setor. Esperamos que o MAPA, por meio da Secretaria de Relações Internacionais, atue para reverter a perda de um mercado tão importante para as proteínas animais do Brasil”, destacou a PEIXE BR em nota.

Setor vê avanço de barreiras comerciais disfarçadas de exigências sanitárias

A entidade também avalia que a decisão europeia reforça um cenário internacional de maior protecionismo comercial. Segundo a associação, barreiras sanitárias e regulatórias vêm sendo utilizadas como instrumentos de defesa de mercado, especialmente em um momento de avanço das negociações entre Mercosul e União Europeia.

Para a piscicultura brasileira, o impacto vai além das exportações imediatas e afeta diretamente a competitividade internacional do setor.

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A PEIXE BR ressalta que a produção aquícola nacional segue padrões internacionais de controle sanitário, rastreabilidade e segurança alimentar, mantendo protocolos alinhados às exigências de mercados externos.

Exportações de pescado seguem estratégicas para expansão do setor

Mesmo diante das restrições, a piscicultura brasileira continua apostando na ampliação das exportações como uma das principais estratégias de crescimento da atividade.

Nos últimos anos, o setor vem investindo em tecnologia, manejo sanitário e profissionalização da cadeia produtiva para fortalecer a presença do pescado brasileiro em mercados internacionais de maior valor agregado.

A avaliação do segmento é que a reabertura do mercado europeu seria fundamental para ampliar oportunidades comerciais, diversificar destinos de exportação e fortalecer a imagem da aquicultura brasileira no exterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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