Mato Grosso

Seduc abre novas vagas para praças e oficiais atuarem em escolas cívico-militares nos polos de Sinop e Primavera do Leste

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) abriu 25 novas vagas para oficiais e praças masculinos ou femininos das Forças Armadas e Militares Estaduais, da reserva remunerada e não remunerada, para atuarem em escolas cívico-militares da Rede Estadual, localizadas em seis cidades dos polos regionais de Sinop e Primavera do Leste.

As unidades com vagas para contrato temporário são: EECM Ângelo Nadin e EECM Manoel de Barros, ambas em Lucas do Rio Verde; EECM Nossa Senhora de Lourdes, EECM Nossa Senhora da Glória e EECM João Pissinati Guerra, em Sinop; EECM Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Vera; EECM Arlete Maria Capellari e EECM 13 de Maio, em Sorriso; EECM 29 de Junho, em, Paranatinga; e a EECM Alda Gawlinski Scopel, em Primavera do Leste.

Para candidatos do polo Sinop, as inscrições deverão ser realizadas até às 23:59h do dia 31 de julho. Já para os interessados nas vagas da região de Primavera do Leste, as inscrições se encerram às 23:59h do dia 3 de agosto. Ambas as inscrições devem ser realizadas por meio de formulário eletrônico disponibilizado por cada Diretoria Regional de Educação, ou por meio do QrCode disponibilizado no edital anexo: LINK DRE Primavera do Leste e LINK DRE Sinop.

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Não serão aceitas inscrições presenciais, via correio, e-mail, ou fora do prazo estabelecido. Para participar deste processo seletivo, são requisitos básicos a formação específica para os perfis profissionais mencionados no edital.

Para os cargos de Apoio Técnico Especializado Cívico Militar Nível 01 e Apoio Técnico Especializado Cívico Militar Nível 02, exige-se o Ensino Superior. Os salários são de R$ 8.934,44 para uma jornada de 40 horas semanais, respectivamente. Para o cargo de Inspetor Cívico Militar – Nível Suporte e Apoio, exige-se o Ensino Médio, com salário de R$ 3.944,05 para uma jornada de 40 horas semanais.

A Rede Estadual conta com 101 escolas no modelo cívico-militar. Elas atendem mais de 80 mil estudantes, com a missão de diminuir a evasão, evitar a violência no ambiente escolar e possibilitar ações que fortaleçam o avanço da aprendizagem dos estudantes.

A Seduc reforça que o modelo cívico-militar mantém o currículo tradicional da Rede Estadual com professores responsáveis pelo ensino, enquanto os militares da reserva contribuem exclusivamente para a organização e disciplina das unidades.

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Para mais detalhes, leia o edital em anexo.

Fonte: Governo MT – MT

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Café garante renda e recomeço para família de Castanheira

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O café é considerado a segunda bebida mais consumida no mundo, atrás apenas da água, e, em Mato Grosso, a produção tem se consolidado como uma importante alternativa de renda para agricultores familiares. Com variedades já validadas para os solos das regiões Norte e Noroeste, onde se concentram os maiores produtores, o cenário é promissor. O avanço é resultado de investimentos do Governo do Estado com R$ 3,1 milhões em equipamento, máquinas, veículos e insumos, também investe em pesquisa por meio da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer).

O fortalecimento da cadeia produtiva também abre perspectivas para a expansão da cafeicultura em outras regiões do estado, como o Araguaia, que apresenta potencial para o desenvolvimento da atividade.

Para a secretária Andreia Fujioka, o avanço da cafeicultura no estado reflete uma estratégia de desenvolvimento rural baseada na valorização da produção familiar e na incorporação de conhecimento técnico ao campo. Segundo ele, quando o produtor tem acesso a estrutura, pesquisa, assistência e tecnologia, o resultado vai além do aumento de produção, alcançando estabilidade econômica e permanência das famílias no meio rural.

“O fortalecimento da cafeicultura em Mato Grosso mostra que, é possível gerar renda, oportunidades e garantir dignidade para as famílias no campo”, destacou.

No município de Castanheira, o pequeno produtor Osvaldo Roberto Gomes e sua esposa, Zeni Pereira Gomes, são exemplo de superação e transformação no campo. Há cinco anos, o casal decidiu migrar de outra cadeia de produção alimentar para investir no cultivo de café, motivado pela orientação técnica da Empaer.

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A mudança exigiu adaptação. No início, as dificuldades com o novo sistema de plantio foram um desafio. Com o tempo, porém, o aprendizado e o acompanhamento técnico deram resultado. Hoje, a propriedade conta com mais de oito mil pés de café, conduzidos com manejo adequado e foco na qualidade.

“Comercializamos nossa produção na feira de Juína. Optar pelo café foi uma boa alternativa de renda. Aqui, podemos contar com a assistência técnica da Empaer e com a Seaf. No começo, tivemos um pouco de dificuldade, porque o sistema de plantio é diferente, mas depois pegamos o jeito. Aqui sou eu e minha esposa, com mais de oito mil pés de café”, contou Osvaldo.

A produção, inicialmente modesta, começou de forma artesanal. Zeni relembra que, na primeira colheita, o casal optou por torrar o próprio café e vender diretamente ao consumidor.

“Na primeira colheita, não vendemos para terceiros; nós mesmos torramos. Comecei a ir à feira vendendo para uma ou outra pessoa em Juína; todo mundo conhece a gente lá. Se não fosse o café, a gente não estaria mais aqui, porque atravessamos uma época difícil”, contou.

O trabalho de pesquisa e assistência técnica foi fundamental para consolidar o sucesso da produção. A engenheira agrônoma e pesquisadora da Empaer, dra. Danielle Muller, destacou que o caso da família representa a essência da agricultura familiar.

“Nós vimos que o seu Osvaldo e a esposa representam a agricultura familiar raiz: plantam, colhem, beneficiam e levam o café para vender na feira. Durante cinco anos, nos dedicamos a pesquisar as variedades de clones de robusta amazônico para identificar quais são ideais para o solo mato-grossense. Hoje, temos materiais validados para as nossas condições, o que fortalece ainda mais a atividade no estado”, explica.

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Segundo a pesquisadora, a lavoura do produtor é um exemplo de boa condução técnica, com sistema de irrigação implantado, espaçamento adequado e uso de clones produtivos e com qualidade de bebida.

“O café do seu Osvaldo está bem conduzido. Ele já utiliza clones como o 25 e o 03, que apresentam boa produtividade e qualidade. Esse é o caminho para consolidar a cafeicultura no estado”, completa.

Equipe de pesquisadores da Empaer-MT.

Para o extensionista rural da Empaer, Thiago Evandro Marim, que acompanha a propriedade há anos, o café representa mais do que uma alternativa econômica. “O café, para mim, representa muito mais do que esperança: representa realidade. Esse casal é um exemplo claro disso. Eles migraram de outra cadeia e hoje têm 100% da renda proveniente do café. É uma cultura viável para a agricultura familiar, com alta produtividade, que exige pouca área e tem grande potencial de crescimento. Além disso, contribui para manter as famílias no campo, evitando a evasão para a cidade”, afirma.

Entre desafios e conquistas, Osvaldo e Zeni encontraram no café não apenas uma fonte de renda, mas um novo projeto de vida. Mais do que esperança, a cafeicultura se tornou realidade e abriu novas perspectivas para o futuro da família, um retrato fiel do potencial que cresce no campo mato-grossense.

Fonte: Governo MT – MT

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