A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Arenápolis, com apoio da Polícia Penal, prendeu em flagrante quatro mulheres suspeitas de tentar introduzir drogas no sistema prisional da cidade, durante operação realizada neste sábado (01.2).
A ação policial foi desencadeada com base em informações de inteligência que indicavam a intenção das suspeitas de levar entorpecentes para dentro da unidade prisional durante o dia de visitação.
Na operação, as equipes da Polícia Civil e da Polícia Penal monitoraram as suspeitas, sendo observado sinais de nervosismo e comportamento atípico. Ao serem abordadas, elas se recusaram a passar pelo exame de raio X, o que reforçou as suspeitas da tentativa de ocultação de materiais ilícitos.
Diante da situação, as suspeitas foram conduzidas a uma unidade de saúde, onde exames médicos confirmaram a presença de substâncias entorpecentes escondidas em seus corpos.
Segundo o delegado de Arenápolis, Hugo Abdon, a investigação que levou à prisão das mulheres faz parte de um trabalho contínuo da Polícia Civil para desarticular esquemas de tráfico no presídio local.
Nos últimos dois meses, com o endurecimento das fiscalizações da Polícia Penal, grandes quantidades de drogas foram apreendidas dentro das celas. Essas apreensões motivaram a Delegacia de Polícia de Arenápolis a aprofundar as investigações para identificar os responsáveis pelo fornecimento dos entorpecentes aos detentos.
“Além da ação realizada neste sábado, um levantamento dos registros anteriores demonstra um padrão recorrente de tentativas de ingresso de substâncias ilícitas no presídio, evidenciando a necessidade de medidas cada vez mais rigorosas para coibir essa prática criminosa”, destacou o delegado.
As suspeitas foram conduzidas à Delegacia de Arenápolis, onde, após serem interrogadas, foram autuadas em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. O caso será encaminhado ao Poder Judiciário, para as providências cabíveis.
A atuação da Polícia Civil integra os trabalhos do programa Tolerância Zero Às Facções Criminosas, implantado pelo Governo do Mato Grosso no combate ao crime organizado, ao tráfico de drogas e às facções criminosas. As fiscalizações continuarão sendo intensificadas para impedir novas tentativas de ingresso de drogas no presídio.
O governador Otaviano Pivetta determinou, nesta quinta-feira (30.4), a retomada dos contratos dos profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que haviam sido encerrados no fim do mês passado.
“Em consideração à contribuição e ao histórico do serviço prestado, o Governo de Mato Grosso decidiu pela recontratação dos profissionais. O mais importante é garantir o atendimento à população. O Samu e o Corpo de Bombeiros vão seguir atuando juntos, com qualidade, rapidez e eficiência”, afirmou o governador.
A decisão foi tomada durante reunião com a Comissão de Saúde e representantes do setor, no Palácio Paiaguás.
Segundo a secretária-adjunta do Complexo Regulador da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Fabiana Bardi, a medida também define os procedimentos administrativos para o retorno dos profissionais.
“O governador decidiu que esses profissionais retomem seus postos aos quais eram vinculados. Todo o processo de retomada será feito em conjunto com a Seplag, conforme os procedimentos administrativos necessários”, explicou.
A enfermeira do Samu, Damares Figueiredo, destacou a importância da decisão para a continuidade do serviço. “Essa decisão do governador garante a continuidade do trabalho e traz segurança tanto para os profissionais quanto para a população. Com isso, conseguimos manter o atendimento dentro dos padrões do SUS, com qualidade e segurança. O Samu é um serviço essencial, que atende toda a população”, disse.
Também participaram da reunião a secretária adjunta de Administração Sistêmica da SES, Cristiane Mello, e os deputados estaduais Dr. João, Paulo Araújo e Lúdio Cabral.
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