Dois reeducandos da Penitenciária Central do Estado foram flagrados neste sábado (1º.3) pela manhã tentando levar celulares, escondidos em quatro frascos de produto de limpeza, para dentro da carceragem central da unidade.
Policiais penais de plantão observaram a movimentação dos dois presos, que trabalhavam em atividades internas na penitenciária, ao tentar acessar o portão da carceragem, que leva aos raios internos da unidade. Ambos estavam com os frascos de água sanitária alegando que levariam os produtos a outros custodiados. Contudo, sábado não é dia de entrega de produtos e ao fazer a revista antes da entrada nos raios, os policiais descobriram que os frascos estavam com aparelhos celulares no interior.
O secretário de Justiça, Vitor Hugo Bruzulato, pontua que diversas medidas de segurança foram adotadas na penitenciária para tornar mais restrito os acessos à carceragem central, como parte das medidas definidas dentro do programa Tolerância Zero contra Facções Criminosas. “E assim, coibirmos continuamente a entrada de materiais ilícitos na unidade penal, principalmente, de celulares”, reforçou o secretário.
O gestor chama atenção para a forma usada pelos reeducandos para tentar transportar os celulares, usando vasilhames de produtos de limpeza que, certamente, foram inutilizados e os frascos usados para camuflar os celulares.
“A secretaria tem cumprido seu papel constitucional que é fornecer regularmente os produtos essenciais aos reeducandos, como itens de higiene pessoal e limpeza, além de colchões, vestimentas, calçados e alimentação. E nas revistas realizadas rotineiramente nas unidades flagramos situações como essa de hoje e outras recentes, como usar barras de sabão entregues para limpeza, ou pratos das refeições, para tentar esconder celulares e outros produtos ilícitos”, explicou o secretário Vitor Hugo.
Os dois presos flagrados neste sábado foram removidos da ala de trabalhadores da penitenciária e recolhidos à carceragem central, além de serem suspensos do trabalho.
Um boletim de ocorrência foi registrado e será encaminhado à Policia Civil para apuração.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na sexta-feira (22.5), a Operação Restitutio Legis para cumprir mandados de prisão preventiva contra investigados pela prática de homicídio qualificado ocorrido há cerca de 10 dias, em Cáceres.
As diligências foram conduzidas pela 1ª Delegacia de Polícia de Cáceres e resultaram na captura de três suspeitos. O quarto alvo está foragido e continua sendo procurado pelos policiais.
As ordens judiciais, sendo quatro mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão domiciliar, foram decretadas pela 1ª Vara Criminal de Cáceres.
Relembre o caso
O crime que vitimou José Joseney da Silva, de 33 anos, ocorreu no dia 12 de maio, quando a vítima foi encontrada morta em uma área de mata, com sinais evidentes de tortura: mãos e pés amarrados e marcas de violência extrema, próxima ao antigo frigorífico, no município.
A equipe da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) esteve no local e, na análise do corpo e da área, foi possível constatar que a morte havia ocorrido minutos antes da chegada das forças policiais.
Na ocasião, a equipe realizou buscas pelos envolvidos, efetuando a detenção de suspeitos. Também foi apreendido com eles um simulacro de arma de fogo, escondido em uma manilha, bem como outros materiais utilizados no crime.
Os suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Cáceres e autuados em flagrante. Posteriormente, foram liberados em audiência de custódia. Em decisão deferida no dia 20 de maio, a Justiça reverteu a decisão anterior que havia relaxado o flagrante, após recurso interposto pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso.
O magistrado alertou que manter os acusados em liberdade representaria risco iminente à ordem pública, diante da possibilidade de novas ordens do grupo criminoso para a prática de novos crimes. Por isso, três deles foram presos novamente.
As diligências seguem em andamento para a prisão do quarto envolvido. Informações que possam auxiliar na sua localização podem ser repassadas, de forma anônima, ao Disque-Denúncia da Polícia Civil, pelo número 197.
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