AGRONEGÓCIO

Novo playground com piso emborrachado é instalado ao lado do Aquário Municipal

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, e a primeira-dama e vereadora Samantha Iris acompanharam, nesta sexta-feira (23), o andamento das obras de instalação de um novo playground infantil na Orla do Porto, em frente ao Aquário Municipal e ao lado do Museu do Rio.

O espaço contará com brinquedos infantis e piso emborrachado, oferecendo mais segurança e conforto para as crianças durante as atividades recreativas. A estrutura está sendo implantada em uma área sombreada pelas árvores existentes no local, proporcionando maior proteção contra o sol e ampliando o conforto das famílias que frequentam a região.

Durante a visita técnica, o prefeito destacou que o novo playground integra um projeto voltado à valorização dos espaços públicos e ao incentivo à convivência familiar em áreas de lazer da capital.

“Vai ter um playground muito bacana, com piso emborrachado e vários brinquedos. É um espaço pensado para as crianças e para as famílias aproveitarem a Orla do Porto com mais conforto e segurança”, afirmou Abilio.

O prefeito também ressaltou o caráter sustentável da iniciativa. Segundo ele, o piso emborrachado utilizado no local é produzido a partir de materiais recicláveis, como pneus e outros resíduos de borracha, fortalecendo a política de reaproveitamento de resíduos sólidos no município.

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“Estamos pensando em como reciclar a borracha da nossa cidade para usar como base dos parquinhos que vamos fazer. Daqui a pouco, o nosso próprio resíduo vai estar sendo reutilizado para construir os espaços de lazer da cidade”, pontuou.

A vereadora Samantha Iris destacou que o projeto também abre oportunidades para inclusão social e fortalecimento da cadeia da reciclagem em Cuiabá.

“Dá para incluir as cooperativas, os catadores e toda a rede de reciclagem nesse processo, trabalhando juntos para deixar Cuiabá mais bonita e mais acolhedora para as crianças”, afirmou.

A Prefeitura de Cuiabá segue investindo na revitalização de espaços públicos e na ampliação de áreas de lazer em diferentes regiões da capital, com foco na qualidade de vida, sustentabilidade e incentivo à convivência familiar.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Projeto que dá poder de veto ao Mapa contra ‘canetadas’ ambientais avança na Câmara

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O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5900/2025, uma proposta que cria um “freio de arrumação” na edição de normas federais e estabelece uma etapa obrigatória de avaliação técnica para qualquer medida que impacte o agronegócio.

Fruto de uma articulação direta da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o texto determina que regras sobre produção, cultivo, manejo, transporte ou comercialização no campo passem pelo crivo prévio do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). A medida ataca a insegurança jurídica que vinha travando licenças ambientais e linhas de crédito rural no País.

O projeto, de autoria do presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, traz como principal trunfo o caráter vinculante da manifestação do Mapa. Na prática, a análise econômica e de abastecimento feita pela pasta da Agricultura terá peso decisivo. Atos federais editados por outros órgãos (como o Ministério do Meio Ambiente ou Ibama) sem essa consulta prévia perderão a validade jurídica em relação às atividades produtivas afetadas.

A movimentação da FPA ocorreu em resposta a um gargalo que vinha tirando o sono dos produtores: o enquadramento de espécies de altíssima relevância econômica em regimes regulatórios restritivos por órgãos ambientais, tratando culturas tradicionais quase como ameaças ou invasoras.

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A coordenação de Meio Ambiente da bancada, que relatou o projeto por meio do deputado Pezenti (MDB-SC), sustentou que a falta de uma análise técnica integrada vinha gerando prejuízos severos na base produtiva, dificultando a renovação de licenças e fazendo com que bancos questionassem a liberação de custeio. Com o texto costurado pela frente parlamentar, ficam protegidas contra restrições surpresas cadeias como:

  • Aquicultura e Pesca: Cultivos de tilápia, tambaqui e camarão cinza;

  • Silvicultura: Florestas plantadas de eucalipto e pinus;

  • Fruticultura Tropical: Pomares de manga, goiaba e outras variedades;

  • Pecuária: Pastagens de brachiaria, base da carne bovina nacional.

A tese defendida pela FPA é de que a conservação ambiental e a produção agropecuária não são agendas excludentes, mas complementares. O foco do trabalho institucional foi blindar quem produz de normas redigidas por corpos burocráticos sem diálogo com a realidade prática do campo.

Para garantir que a proposta não fosse derrubada por vício de iniciativa (quando o Legislativo tenta interferir diretamente na estrutura interna do Poder Executivo), a FPA desenhou uma estratégia jurídica rigorosa no substitutivo aprovado em Plenário.

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Em vez de propor alterações na lei de organização dos ministérios, a bancada deslocou a nova regra diretamente para a Lei nº 8.171/1991, que institui a Política Agrícola Nacional. Essa engenharia jurídica protege o projeto contra futuros questionamentos nos tribunais e consolida a coordenação institucional como um princípio definitivo da política de Estado para o campo. A aprovação foi defendida pelos membros da frente como uma qualificação da tutela ambiental, obrigando o governo federal a sentar à mesa de forma coordenada antes de emitir qualquer portaria ou decreto normativo.

A aprovação do projeto pela Câmara representa uma vitória institucional robusta para a FPA e sinaliza estabilidade para o planejamento de longo prazo do setor, fator essencial para o fechamento de contratos internacionais e atração de capital privado para o agro.

Ao exigir uma análise de impacto socioeconômico antes de qualquer nova exigência regulatória, a medida estruturada pela bancada visa evitar o desabastecimento, proteger postos de trabalho no interior e impedir o encarecimento de alimentos fundamentais na mesa dos brasileiros. O texto segue agora para as próximas etapas de tramitação no rito legislativo.

Fonte: Pensar Agro

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