Mato Grosso

Polícia Civil prende homem por agredir, ameaçar e chantagear ex-companheira em Guarantã do Norte

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A Polícia Civil prendeu, nessa segunda-feira (2.3), um homem, de 50 anos, suspeito de agredir, ameaçar e chantagear a ex-companheira, de 35 anos, em Guarantã do Norte. O caso foi registrado no âmbito de violência doméstica e familiar contra a mulher.

De acordo com a denúncia formalizada pela vítima, o suspeito teria arremessado veneno utilizado para matar baratas no rosto dela. A mulher relatou ainda que vinha sofrendo agressões físicas frequentes, incluindo enforcamentos, arranhões e outras lesões corporais, afirmando possuir cicatrizes decorrentes das violências anteriores.

Além das agressões, o homem teria subtraído a motocicleta da vítima, uma Honda Biz branca, ano 2024, e se recusado a devolvê-la. Conforme o relato, ele também passou a fazer ameaças de morte, levando a mulher a temer por sua integridade física, sobretudo por já tê-lo visto portando arma de fogo anteriormente.

Após registrar boletim de ocorrência, a vítima compareceu à delegacia para solicitar medidas protetivas de urgência, com base na Lei Maria da Penha.

Enquanto ainda estava na unidade policial, o suspeito voltou a contatá-la por meio de mensagens eletrônicas, reiterando ameaças, ofensas e condicionando a devolução da motocicleta à prática de atos sexuais, conduta que pode configurar, além de violência psicológica, possível crime de extorsão.

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Diante da situação de flagrante, equipes da Polícia Civil iniciaram buscas e localizaram o suspeito em sua residência, onde ele mantinha consigo a motocicleta da vítima.

O homem recebeu voz de prisão, teve os direitos constitucionais assegurados e foi encaminhado à delegacia para as providências cabíveis. A motocicleta foi recuperada e ficou à disposição da autoridade policial para posterior restituição à proprietária.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Polícia Civil cumpre mandados contra faccionados envolvidos em homicídio em Comodoro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (12.5), a Operação Shootout, para cumprir mandados judiciais contra membros de uma facção criminosa responsáveis pelo homicídio qualificado de Ronaldo Pereira Molina. A vítima, de 31 anos, foi executada na madrugada de 13 de abril, em sua residência no bairro Loteamento Cidade Verde, em Comodoro.

Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva em endereços localizados nos municípios de Comodoro e Pontes e Lacerda, incluindo um imóvel rural apontado pelas investigações como base logística da facção criminosa, utilizado para armazenamento de armas, munições e como ponto de apoio para a prática de crimes graves. Foram apreendidas porções de drogas ilícitas e aparelhos celulares.

As investigações apontaram o envolvimento de dois homens no homicídio de Ronaldo. O primeiro foi identificado como executor do crime, e o segundo, como mandante e liderança da facção criminosa local. Ambos não foram localizados durante a deflagração da operação nesta terça-feira (12.5) e são considerados foragidos.

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O crime

A operação investigou um homicídio perpetrado com requintes de frieza e planejamento. A vítima foi atingida por quatro disparos de arma de fogo calibre 9 mm, efetuados do exterior de sua residência, por meio da janela do quarto. Ronaldo dormia no momento da execução.

Após os disparos, o executor entrou no imóvel para confirmar o óbito, subtraiu o celular da vítima e fugiu pelos fundos do terreno, passando por uma construção abandonada.

As investigações, conduzidas pela Delegacia de Comodoro, identificaram que o crime foi encomendado por um integrante de uma facção criminosa em razão de uma suposta traição: a vítima teria repassado munições ao grupo criminoso rival, conduta sentenciada com a morte pela facção. A ação envolveu planejamento prévio, divisão de tarefas e estrutura logística típica do crime organizado.

A materialidade do crime foi comprovada por imagens de câmeras de segurança, que registraram os disparos, vestígios balísticos coletados no local e depoimentos de testemunhas.

“A Operação Shootout representa mais um passo das investigações, que buscam elucidar os homicídios ocorridos na região. A Delegacia de Comodoro trabalha para localizar e prender os foragidos, identificar demais integrantes da facção criminosa, bem como possíveis conexões com outros crimes praticados pela mesma facção na região, com modus operandi semelhante”, afirmou o delegado Mateus Reiners.

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Fonte: Governo MT – MT

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