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Tribunal do Júri condena dois réus por assassinato de DJ

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O Tribunal do Júri da Comarca de Nova Mutum condenou os réus Vitor Hugo Dias da Silva e Edilson Francisco Moisés da Silva pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e participação em organização criminosa armada. Eles foram considerados culpados pelo assassinato de Murilo da Silva Marques, conhecido como “DJ The Hacker”. A sentença foi proferida na quinta-feira (18).O promotor de Justiça João Marcos de Paula Alves foi o representante do Ministério Público que atuou no Júri. O crime aconteceu no dia 30 de março de 2024, em frente à boate Malibu Night Club, no bairro Cidade Nova.Segundo a denúncia do Ministério Público, os acusados integravam uma facção criminosa e executaram o crime motivados por rivalidade com uma facção rival, à qual a vítima estaria ligada. Vitor Hugo foi o autor dos disparos, enquanto Edilson pilotava a motocicleta usada na ação e teria fornecido a arma do crime.Durante o julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu, por unanimidade, a materialidade e autoria dos crimes, bem como as qualificadoras de motivo torpe e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima. Também foi reconhecida a participação de ambos em organização criminosa armada.Vitor Hugo Dias da Silva foi condenado a 16 anos e 6 meses de reclusão, além de 15 dias-multa, em regime inicial fechado. Já Edilson Francisco Moisés da Silva recebeu pena de 20 anos e 3 meses de reclusão, mais 18 dias-multa, também em regime fechado.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

Operação Salve Geral desarticula núcleo criminoso em Sinop

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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) deflagrou, nesta quinta-feira (23), a Operação Salve Geral para desarticular a atuação de integrantes da facção criminosa Comando Vermelho que exerciam a função de “disciplina”. Os investigados são apontados como responsáveis por coordenar e determinar a prática de crimes tanto no interior da Penitenciária Regional Osvaldo Florentino Leite Ferreira, conhecida como “Ferrugem”, quanto em diferentes regiões do município de Sinop.As investigações apontam que os alvos ocupavam posições relevantes na estrutura da organização criminosa, sendo responsáveis por ordenar e executar ações voltadas à manutenção do poder da facção. Entre os crimes investigados estão tortura, extorsão, latrocínio e tráfico de drogas, além de outras infrações praticadas em benefício do grupo criminoso.Foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão contra os principais investigados. Durante a operação, as equipes apreenderam entorpecentes, munições, aparelhos celulares e outros materiais de interesse para a investigação. Os itens serão submetidos à perícia e utilizados no aprofundamento das apurações, podendo contribuir para a identificação de outros envolvidos.As ordens judiciais foram cumpridas em diferentes endereços de Sinop e também no interior da Penitenciária Regional “Ferrugem”. A ação reforça o enfrentamento à criminalidade organizada, especialmente à atuação de lideranças criminosas que continuam exercendo influência mesmo durante o cumprimento de pena.
A operação contou com a atuação integrada do Gaeco, com apoio do 3º Comando Regional da Polícia Militar, do 11º Batalhão da Polícia Militar, por meio das equipes do GAP e do Raio, da 26ª Companhia Independente de Força Tática, do Serviço de Operações Especiais (SOE) da Polícia Penal, de policiais penais de Sinop, da Polícia Civil e do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).As investigações prosseguem com a análise do material apreendido, não sendo descartadas novas medidas investigativas e judiciais.O Gaeco é uma força-tarefa permanente coordenada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e integrada pela Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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