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Parceria entre MP e Sistema S busca ampliar impacto do terceiro setor 

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O promotor de Justiça Renee do Ó Souza, titular da 26ª Promotoria de Justiça Cível de Cuiabá – Fazenda Pública e Fundações Privadas, se reuniu com lideranças do Sistema S do Comércio, na tarde de quinta-feira (29), na sede da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-MT). O objetivo foi alinhar iniciativas para o fortalecimento do terceiro setor e a definir possíveis ações voltadas ao desenvolvimento social e econômico do estado.
Estiveram presentes o presidente e o 1º vice-presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior e Marco Sérgio Pessoz; o diretor do Serviço Social do Comércio (Sesc), Allan Baccar Serotini; e o diretor do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Edson Dahmer da Silva.
Durante a reunião, o promotor Renee do Ó Souza destacou a importância de ampliar a compreensão pública sobre o papel das fundações, ressaltando que essas entidades desempenham funções essenciais no movimento funcional da economia. Segundo ele, as fundações conseguem preencher lacunas na comercialização de produtos e na oferta de serviços que, muitas vezes, não são atendidos pelo mercado tradicional, contribuindo para o equilíbrio econômico e social.
Diante da explanação do promotor de Justiça, a diretoria da Fecomércio-MT se colocou à disposição para estabelecer um canal direto de cooperação com o Ministério Público, visando aprofundar o entendimento sobre o funcionamento das fundações e ampliar o impacto positivo do terceiro setor no estado. As ações previstas serão desenvolvidas em duas etapas. Inicialmente, o promotor Renee do Ó Souza realizará uma exposição técnica para os diretores da entidade e, depois, será realizado um encontro ampliado com comerciantes de todo o estado, com o objetivo de disseminar conhecimento e incentivar a participação do setor produtivo nas iniciativas sociais.
No encerramento da reunião, o promotor de Justiça aproveitou para convidar formalmente os representantes presentes para participar do Encontro Estadual do Terceiro Setor, que será realizado no dia 6 de março, na sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá.

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Foto: Reprodução rede social Fecomércio-MT.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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