Mato Grosso

Jovem de 18 anos é preso em flagrante pela Polícia Civil por importunação sexual

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Policiais da Delegacia de Diamantino prenderam em flagrante, nesta quinta-feira (15.08), um rapaz de 18 anos pelo crime de importunação sexual. O flagrante foi convertido em prisão preventiva após o suspeito passar por audiência de custódia do Poder Judiciário.

A vítima procurou a Polícia Civil e relatou que realizava entregas com sua motocicleta pelo centro da cidade quando uma pessoa a ultrapassou, parou à sua frente e emparelhou a moto com a vítima. Ao passar pelo condutor, a vítima foi assediada com toque no corpo.

Após a denúncia, os investigadores realizaram diligências para identificar a motocicleta e o condutor. Eles localizaram um capacete de cor rosa usado pelo suspeito. Em seguida, localizaram a motocicleta e o proprietário.

O dono da moto informou que havia deixado o veículo para reparo em uma oficina no bairro Vale do Sol. No estabelecimento, os investigadores encontraram um funcionário do local que tinha as características descritas pela vítima e o conduziram à delegacia. Ele confessou que havia dado o tapa na vítima.

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O delegado Marcos Bruzzi explicou que o suspeito já cometeu o mesmo delito contra outras vítimas, quando era menor de idade, e foi representada pela internação dele à época. Com a denúncia atual, foi encaminhada representação pela conversão do flagrante em prisão preventiva.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Ministério Público busca aumento das penas do caso Zampieri

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) interpôs recurso de apelação contra a sentença proferida no Tribunal do Júri que condenou os três acusados pela morte do advogado Roberto Zampieri. O recurso foi protocolado na segunda-feira (5) pelos promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida da Capital. No documento, o Ministério Público requer a revisão da sentença pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso. A apelação foi apresentada com fundamento no artigo 593, inciso III, alínea “c”, do Código de Processo Penal, em face da sentença condenatória proferida após a decisão do Conselho de Sentença. Com isso, o Ministério Público pretende que o Tribunal de Justiça reavalie as penas impostas aos condenados, por entender que elas podem ser aumentadas, mantendo-se a condenação decidida pelos jurados.O julgamento foi realizado ao longo de três dias no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá, envolvendo um processo com mais de 55 mil páginas. Durante a instrução em plenário foram ouvidas testemunhas, incluindo delegados da Polícia Civil e da Polícia Federal responsáveis pelas investigações, além dos interrogatórios dos réus e dos debates entre acusação e defesa.Na sentença, Antônio Gomes da Silva, apontado como executor dos disparos, foi condenado a 21 anos, 10 meses e 15 dias de reclusão. Hedilerson Fialho Martins Barbosa, acusado de auxiliar a execução do plano criminoso, recebeu pena de 25 anos de reclusão. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas foi condenado a 21 anos, 10 meses e 15 dias de reclusão. Somadas, as penas ultrapassam 68 anos de prisão.Conforme a denúncia do MPMT, o homicídio foi cometido mediante paga ou promessa de recompensa, com emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima e utilização de arma de fogo de uso restrito. Durante os debates em plenário, a acusação apresentou provas relacionadas à dinâmica do crime, à atuação dos acusados e ao fluxo financeiro ligado à execução do homicídio.O advogado Roberto Zampieri foi morto em dezembro de 2023, em Cuiabá. Segundo a investigação, o crime foi planejado e executado mediante contratação, sendo os três condenados apontados como responsáveis pela execução e intermediação da ação criminosa.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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