Mato Grosso

Hospital Regional de Alta Floresta recebe torres de vídeo para realização de cirurgias menos invasivas

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O Hospital Regional de Alta Floresta, unidade administrada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), recebeu duas torres de vídeo para a execução de cirurgias. Os novos equipamentos são fruto de um investimento de R$ 850 mil e possibilitarão a realização de procedimentos cirúrgicos menos invasivos para os pacientes.

As torres de vídeo geram e reproduzem imagens de alta definição para cirurgias de baixa, média e alta complexidade.

“A atual gestão trabalha para modernizar as estruturas físicas e o parque tecnológico de todos os hospitais estaduais. Com os novos equipamentos, o Hospital Regional de Alta Floresta será capaz de realizar procedimentos menos invasivos, o que representa uma série de benefícios ao paciente, como menor tempo de internação, menor risco de infecção e menos dor pós-operatória”, ponderou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

De acordo com a diretora do Hospital Regional, Taniele Mechi, as torres de vídeo já estão sendo utilizadas pela unidade. O primeiro paciente a ser atendido com o auxílio do equipamento obteve alta médica no mesmo dia em que realizou o procedimento cirúrgico.

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“Esse investimento é um marco na saúde pública de Alta Floresta e região. A primeira cirurgia com a torre de vídeo foi realizada em um paciente do município de Nova Bandeirantes, que passou uma cirurgia em otorrinolaringologia. Estamos contentes pelo avanço na tecnologia implantada no hospital, porque essa modernização reflete no melhor atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS)”, avaliou a gestora.

Para o secretário adjunto de Gestão Hospitalar da SES, Oberdan Lira, o investimento facilitará o aumento da produtividade do hospital e a qualidade do atendimento prestado.

“Esse é mais um exemplo de eficiência na área da Saúde em Mato Grosso. Por meio do auxilio das torres de vídeo, ofertaremos um atendimento de mais qualidade ao usuário do SUS, na medida em que também poderemos melhorar os indicadores de produtividade, pois cirurgias menos invasivas possibilitam maior celeridade”, finalizou o gestor.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Justiça determina reforço no atendimento a alunos com deficiência

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Pontes e Lacerda (a 448 km de Cuiabá) obteve decisão favorável em Ação Civil Pública que busca garantir atendimento educacional e multiprofissional adequado a crianças e adolescentes com deficiência matriculados na rede municipal. Ao julgar o mérito da ação, a Justiça reconheceu a existência de deficiências na estrutura disponibilizada pelo município e determinou a adoção de medidas para assegurar a efetivação dos direitos desse público.A ACP foi proposta após o Ministério Público identificar insuficiência de profissionais e dificuldades no atendimento especializado de estudantes, especialmente daqueles com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Na sentença, o juízo destacou que “estão demonstradas circunstâncias suficientes para justificar a intervenção jurisdicional, diante da persistência de déficit no atendimento especializado de crianças e adolescentes com deficiência”.Conforme a decisão, o município deverá assegurar, no prazo de 120 dias, estrutura multiprofissional suficiente para atendimento da demanda existente. A determinação prevê a disponibilização de profissionais das áreas de psicologia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicopedagogia e fisioterapia, entre outras especialidades que se mostrarem necessárias, cabendo à administração municipal definir os meios legais para viabilizar o serviço.A sentença também determinou a implantação, em até 180 dias, de programa de capacitação continuada para profissionais que atuam com crianças e adolescentes com TEA. A formação deverá contemplar o método de Análise do Comportamento Aplicada (ABA) e outras abordagens baseadas em evidências científicas, preservando a autonomia técnica dos profissionais quanto à definição da metodologia adequada a cada caso.Além disso, o município deverá adotar medidas para evitar a interrupção do atendimento especializado e apresentar, no prazo de 60 dias, um plano de ação detalhado contendo diagnóstico da demanda, identificação de eventuais déficits de profissionais, cronograma de execução das providências e indicadores de acompanhamento. Também será obrigatória a apresentação de relatórios trimestrais sobre o cumprimento das determinações judiciais.

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Foto: Prefeitura Municipal.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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