Mato Grosso
Hospital Metropolitano realiza primeira neurocirurgia para melhorar sintomas da doença de Parkinson
Publicado em
22 de junho de 2023por
Da RedaçãoA cirurgia ocorreu nesta quarta-feira (21.06), durou cerca de 8h, não houve intercorrência e o paciente, de 58 anos, está estável, em observação. O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, enfatizou o esforço da atual gestão na ampliação dos serviços ofertados pelos hospitais geridos pela pasta.
“Esse tipo de cirurgia só ocorre em grandes centros e hoje ela integra nossa cartela de serviços. Isso é muito gratificante porque é um procedimento tão aguardado que beneficiará os usuários do SUS em Mato Grosso. Parabenizo toda a equipe da SES e do hospital pelo empenho na realização da cirurgia”, disse o gestor.
A secretária adjunta de Gestão Hospitalar, Caroline Dobes, ressalta que os investimentos em recursos humanos, na infraestrutura e na modernização do parque tecnológico da unidade de saúde foram fundamentais para a realização dessa e de outras cirurgias neurológicas. “A atual gestão trabalha incansavelmente para disponibilizar os serviços mais modernos e eficientes aos pacientes. Nossa equipe está atenta às novidades no meio hospitalar”, acrescentou a secretária.
O investimento para realização da cirurgia é de aproximadamente R$ 168 mil por paciente. Segundo a diretora do Hospital, Cristiane de Oliveira, a unidade dispõe de equipe preparada para manutenção do novo serviço. “Contamos com uma equipe médica completa para assistir todo paciente com recomendação para a cirurgia”, informou Cristiane.
Além da especialidade de neurocirurgia, o Hospital Metropolitano é referência nas áreas de cirurgia bariátrica, cirurgia geral, medicina intensiva, neurologia, ortopedia e traumatologia, urologia e cirurgia vascular, além de ofertar internamente as especialidades de anestesiologia, clínica médica, pneumologia, psiquiatria, endocrinologia exames de imagens e laboratoriais.
Sobre a doença
Um dos médicos responsáveis pelo procedimento, o neurocirurgião Atahualpa Cauê Paim Strapasson explica que o Parkinson não tem cura e é a segunda doença neurodegenerativa mais frequente na população, com prevalência de 0,3%. Ela se caracteriza pela destruição de neurônios numa região profunda do cérebro, chamada substância nigra, que produz o neurotransmissor dopamina.
“A falta desse neurotransmissor afeta o controle motor do organismo causando no paciente um quadro de rigidez, lentidão de movimentos e eventualmente tremores, que normalmente no início é de apenas um lado do corpo e progressivamente afeta o outro lado, até que ocorre a piora dos sintomas”, conta o médico.
O doutor Atahualpa ressalta que há outros sintomas como alteração de olfato, do ciclo circadiano e do equilíbrio, além da dificuldade de fazer digestão de alimentos e quadro demencial. O tratamento inicial é medicamentoso e, segundo o médico, somente cerca 20% dos pacientes do Parkinson são candidatos ao procedimento cirúrgico.
“Para ser um candidato ao procedimento, os sintomas predominantes do paciente devem ser rigidez, lentidão e tremor, além disso o paciente tem que responder ao tratamento medicamentoso. Ele não pode ter outros problemas graves de saúde que impeçam a cirurgia, não pode ter desenvolvido alteração demencial e a ressonância e/ou tomografia do crânio não podem ter muitas alterações”, pontua o neurocirurgião.
Durante a cirurgia, é implantado um eletrodo numa região profunda do cérebro que não esteja funcionando direito em razão da destruição dos neurônios dopaminérgicos da substância nigra. Estes eletrodos têm fios que vão embaixo da pele até um gerador que vai mandar impulsos elétricos para o cérebro, fazendo com que os neurônios voltem a funcionar de maneira mais adequada.
O médico ainda ressalta que a cirurgia não é curativa, assim como o tratamento clínico, mas ela melhora os sintomas dos pacientes em até 70%, proporcionando mais qualidade de vida e menos tremores.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Para atender alta complexidade, Hospital Central tem médicos de 36 especialidades
Published
45 minutos agoon
10 de junho de 2026By
Da Redação
Em julho, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso ampliará seu escopo de sete para 12 especialidades cirúrgicas 100% cobertas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para isso, a unidade formou um corpo médico com profissionais especializados em 36 áreas diferentes da saúde. O objetivo dessa junta médica é fazer um atendimento integral ao paciente, já que o hospital recebe casos complexos, críticos ou de difícil diagnóstico.
Unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita, o Hospital Central atualmente realiza cirurgias pediátricas, ortopédicas pediátricas, ortopédicas oncológicas, urológicas, gerais, do aparelho digestivo e ginecológicas. Até o final de julho, o escopo se amplia para procedimentos vasculares, cardiovasculares, torácicos, de mastologia oncológica e neurocirurgias eletivas.
Coordenador médico do hospital, Thales Chelala explica que, além dos médicos diretamente ligados à cirurgia, a equipe soma profissionais de 36 áreas específicas da saúde. São clínicos gerais, intensivistas, nefrologistas, anestesiologistas, pediatras, geriatras, médicos de cuidados paliativos, hematologistas, otorrinolaringologistas, entre outros especialistas. Essa multidisciplinaridade é uma das principais características de um hospital de alta complexidade.
“Essa equipe é fundamental para que o paciente possa ter um diagnóstico preciso e rápido e uma qualidade assistencial diferenciada. Essa integralidade nos cuidados é o que distingue uma unidade de alta complexidade”, ponderou Chelala. Além da realização de cirurgias propriamente ditas, o Hospital Central realiza uma série de procedimentos que dão base e apoio ao tratamento. “Precisamos dessa visão completa do paciente para sermos assertivos no atendimento de casos mais complexos”, destacou.
Na medicina diagnóstica, por exemplo, a unidade dispõe de tomografia, ressonância magnética, ecocardiografia e ultrassonografia. “São exames sofisticados feitos por equipamentos com alta tecnologia e que dependem de profissionais qualificados para interpretá-los”, observou o coordenador. Seguindo o planejamento de implantação plena do hospital, estão outras grandes aquisições para o SUS de Mato Grosso, a hemodinâmica, já em funcionamento, e a mamografia, a ser implantada até agosto.
Já na medicina clínica, o apoio de especialistas ocorre durante todo o período da internação, seja nas unidades de terapia intensiva (UTI) ou nas enfermarias. “É uma engrenagem. Acompanhamos o paciente antes, durante e depois da cirurgia, que é a nossa principal atividade. Adotamos esse modelo assistencial porque ele garante que as necessidades, tanto cirúrgicas quanto clínicas, sejam atendidas de uma maneira mais abrangente e eficiente”, afirmou o coordenador.
Na prática, cada paciente é atendido por uma junta médica multidisciplinar e especializada. “É uma abordagem que faz muita diferença na medicina de alta complexidade, marcada por situações que demandam cirurgias mais sofisticadas, uso de tecnologia para o diagnóstico e casos com alto risco de vida. Aliar tecnologia com esse suporte humano é fundamental para cumprimos o papel do Hospital Central para o usuário do SUS em Mato Grosso”, contextualizou Alessandra Bokor, diretora da unidade.
É importante frisar que o cuidado interdisciplinar oferecido no Hospital Central ainda envolve outros profissionais da saúde essenciais aos planos terapêuticos, como nutricionistas, fisioterapeutas, farmacêuticos, fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, entre outros.
O Hospital Central de Alta Complexidade atende pacientes de todos os municípios de Mato Grosso 100% pelo SUS. Como o foco é voltado para a alta complexidade, os pacientes são encaminhados à unidade pela Central Estadual de Regulação.
Fonte: Governo MT – MT
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