Mato Grosso

Hospital Estadual Santa Casa realiza 37 cirurgias pediátricas em mutirão

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O Hospital Estadual Santa Casa, mantido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) em Cuiabá, realiza um mutirão de cirurgias eletivas pediátricas. A iniciativa começou nesta sexta-feira e continua neste sábado (22 e 23.11). Nos dois dias de ação, a previsão é de que sejam realizados 37 procedimentos eletivos pediátricos em crianças de 2 a 11 anos.

Durante o mutirão, ocorrerão 18 procedimentos de hernioplastia inguinal, 2 de hérnia umbilical, 14 de postectomia, 1 de hernioplastia epigástrica, 1 de exérese de cisto dermoide e 1 de hidrocele. Todos os procedimentos elencados são de média complexidade e contemplam crianças de diversos municípios de Mato Grosso.

O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, destacou que a iniciativa do Hospital Estadual Santa Casa é de suma importância para o programa Fila Zero na Cirurgia, do Governo de Mato Grosso.

“Parabenizo a equipe do Hospital Estadual Santa Casa pela eficiência e dedicação nos diversos mutirões já realizados. Essas ações buscam atender de forma mais célere a população que aguarda por um procedimento. Além disso, cooperam para a redução da espera por cirurgias eletivas, que é o principal objetivo do programa Fila Zero”, disse o secretário.

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A diretora do Hospital Estadual Santa Casa, Patrícia Neves, enfatizou o esforço que as equipes da unidade fazem para os mutirões de cirurgias.

“Esse mutirão pediátrico é para pacientes regulados, que foram previamente triados pelas nossas equipes. Quando o hospital realiza um mutirão, as equipes se concentram inteiramente nas operações eletivas planejadas”, detalhou.

A gestora ainda destacou a dificuldade no contato com os pacientes. “Tivemos dificuldades para contatar os pacientes. Por isso, alertamos a população para manter o cadastro do Sistema Único de Saúde (SUS) devidamente atualizado, pois uma unidade pode estar tentando contato com o paciente”, acrescentou.

Atualmente o Hospital Estadual Santa Casa possui 55 leitos pediátricos e sete salas cirúrgicas que auxiliam no suporte aos mutirões.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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