Mato Grosso

Governo de Mato Grosso apoia expedição que vai mapear florestas plantadas no Brasil

Publicado em

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) firmou uma parceria com a Associação de Reflorestadores de Mato Grosso (Arefloresta) para apoiar a Expedição Silvicultura, iniciativa nacional que pretende percorrer mais de 40 mil quilômetros em 14 estados responsáveis por 98% da área de florestas plantadas do Brasil. O projeto realizará eventos técnicos em nove estados e passará por Mato Grosso no dia 9 de outubro, em Lucas do Rio Verde (334 km de Cuiabá).

O objetivo da expedição é reunir dados inéditos sobre a produtividade das plantações florestais brasileiras, com foco na melhoria da gestão, inovação e sustentabilidade do setor. Durante o evento em Mato Grosso, serão apresentados os primeiros resultados do levantamento, discutidas inovações tecnológicas, pesquisas em andamento e realizado networking entre produtores, pesquisadores e representantes da cadeia florestal.

A superintendente de Agronegócios e Energia da Sedec, Camila Bez Batti Souza, explica que o apoio ao projeto permitirá ao Estado acesso ao monitoramento atualizado das áreas de florestas plantadas.

“Com esses dados, poderemos identificar as regiões onde o cultivo de florestas está crescendo ou diminuindo, o que contribui para o planejamento estratégico do setor florestal em Mato Grosso”, afirma.

Leia Também:  Seciteci amplia qualificação profissional com curso técnico gratuito em backstage

A Expedição Silvicultura é uma realização da Canopy Remote Sensing Solutions em parceria com a Paulo Cardoso Comunicações e a Embrapa Florestas, com apoio dos governos de Mato Grosso, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, além das principais instituições e empresas do setor de base florestal do país.

A proposta é realizar uma grande coleta de dados sobre produtividade florestal, práticas de manejo, uso de tecnologias, custos de produção e percepções dos produtores, além de levantar informações sobre impactos ambientais e sociais da atividade. Estão previstas visitas a centenas de propriedades, entrevistas com gestores e a análise de cerca de 1.000 parcelas amostrais em campo, com aplicação de técnicas avançadas de sensoriamento remoto e medição florestal.

Serão avaliadas culturas como eucalipto, pinus, teca, acácia-negra, araucária, entre outras espécies de destaque regional. Dados biofísicos das árvores, como diâmetro, altura e sanidade, também serão registrados, junto com informações sobre o uso de insumos, fertilização e proteção florestal.

A Embrapa participará do projeto com apoio técnico no planejamento da coleta, análise dos dados e elaboração do relatório técnico final. As contribuições abrangem áreas como economia, manejo e melhoramento florestal, solos e sensoriamento remoto.

Leia Também:  Marido é preso pela Polícia Militar por esfaquear mulher em Sorriso

Segundo Fábio Gonçalves, cofundador e CEO da Canopy, a iniciativa investigará tendências de investimento, custos de produção e as percepções e expectativas dos produtores. Também serão avaliadas as práticas socioambientais adotadas nas diferentes regiões, bem como os impactos das mudanças climáticas sobre a produção florestal.

“A produtividade florestal é um indicador estratégico para o setor, pois afeta diretamente a previsibilidade do abastecimento de madeira e serve como base para a tomada de decisões, que têm reflexos no médio e longo prazo dos negócios florestais”.

Com início previsto para setembro em Santa Catarina, a Expedição Silvicultura segue até novembro, com eventos em Belo Horizonte (MG) em 10 de setembro, Vitória (ES) no dia 17 de setembro, Eunápolis (BA) em 22 de setembro, Lucas do Rio Verde (MT) em 09 de outubro, Três Lagoas (MS) no dia 16 de outubro, Botucatu (SP) em 22 de outubro, Curitiba (PR) em 27 de outubro, Lages (SP) no dia 31 de outubro e encerrando em Porto Alegre (RS), no dia 07 de novembro.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Mato Grosso

Período eleitoral restringe contratação e movimentação de servidores a partir de 4 de julho

Published

on

Diversas formas de admissão, contratação e movimentação de servidores estarão proibidas a partir de 4 de julho por causa do período eleitoral. A restrição permanece até o primeiro turno, em 4 de outubro, ou até 25 de outubro, caso haja segundo turno.

A orientação integra a cartilha elaborada pela Controladoria-Geral do Estado (CGE-MT) e Procuradoria-Geral do Estado (PGE-MT), que reúne as principais regras aplicáveis aos agentes públicos nas eleições de 2026.

O que é proibido

Durante o período vedado, não podem ser praticados atos de admissão ou movimentação de pessoal que não estejam expressamente autorizados pela legislação eleitoral. Entre as principais proibições estão:

  • Nomear servidores fora das hipóteses legalmente permitidas;
  • Contratar pessoal temporário sem necessidade urgente e devidamente justificada;
  • Prorrogar contratos temporários, salvo em situações excepcionais indispensáveis à continuidade de serviços públicos essenciais;
  • Efetuar movimentações de servidores de ofício, como cessão, redistribuição, relotação, remoção ou transferência;
  • Demitir servidores sem justa causa;
  • Exonerar servidores efetivos de ofício;
  • Praticar atos administrativos que, sem justificativa legítima, dificultem ou impeçam o regular exercício das funções do servidor público.
Leia Também:  Marido é preso pela Polícia Militar por esfaquear mulher em Sorriso

O que continua permitido

A legislação também prevê exceções para assegurar a continuidade da administração pública e dos serviços essenciais. Entre as situações permitidas estão:

  • Nomeação e exoneração de ocupantes de cargos em comissão e funções de confiança;
  • Nomeação de aprovados em concursos públicos homologados antes do início do período vedado;
  • Realização de concursos públicos em qualquer fase, incluindo publicação de editais, aplicação de provas e divulgação de resultados;
  • Demissão de servidores decorrente de processo administrativo disciplinar ou a pedido do próprio interessado;
  • Criação e provimento de cargos em comissão e funções de confiança, desde que observadas as normas de responsabilidade fiscal.

Embasamento

As orientações seguem a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e pareceres jurídicos da PGE.

O descumprimento das regras pode gerar multas, responsabilização administrativa, cassação de registro ou diploma, inelegibilidade e outras penalidades previstas na legislação eleitoral e na Lei da Ficha Limpa.

Em caso de dúvidas, os agentes públicos devem consultar formalmente a CGE ou a PGE. Acesse AQUI a cartilha.

Leia Também:  Dia Mundial do Trabalho: confira o que abre e o que fecha no serviço público estadual

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA