Mato Grosso

Força Tática prende dupla com tabletes de maconha em Rondonópolis

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Policiais militares da Força Tática do 4º Comando Regional prenderam em flagrante dois homens, de 18 e 20 anos, por tráfico ilícito de drogas, na madrugada desta terça-feira (25.04), em Rondonópolis. Com a dupla a PM apreendeu sete tabletes de substância análoga a maconha.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes policiais estavam em patrulhamento pelo bairro Alfredo de Castro quando encontraram dois homens parados em frente a uma casa abandonada. Diante da suspeita, os policiais realizaram procedimento de abordagem, momento em que os homens tentaram fugir, sendo detidos rapidamente.

No trabalho de busca pessoal, foi localizado um pedaço de substância análoga a maconha com um dos suspeitos. Ao serem questionados sobre a droga, os homens revelaram que dentro da casa havia mais entorpecentes e que o local servia como ponto de venda de drogas.

Os policiais militares se deslocaram para o imóvel e viram que a residência não possuía móveis. Em procedimento de buscas, foram localizados sete tabletes de maconha, dentro de uma caixa de papelão.

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Em seguida, os suspeitos receberam voz de prisão em flagrante e foram encaminhados para a Delegacia de Rondonópolis, com todo o material apreendido, para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.

Fonte: Governo MT – MT

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Novo equipamento da Politec acelera análises de vestígios de crimes sexuais

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Novo equipamento de alta tecnologia foi destinado à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para acelerar as análises periciais de DNA forense de crimes sexuais feitas pela instituição.

Denominado QIAcube Connect, o aparelho realiza a extração diferencial, que consiste na separação da mistura de DNA contido nas células espermáticas do DNA presente no corpo da vítima da qual foi realizada a coleta para exames.

Na prática, isso significa que mais amostras genéticas serão processadas em menos tempo, com menos ocorrência de erros humanos e menos chance de contaminações decorrentes de manipulação, agilizando assim a emissão de laudos periciais.

O investimento em tecnologias para o processamento de amostras de crimes sexuais é peça vital no enfrentamento à violência contra a mulher, através da obtenção de evidências forenses, as quais são essenciais para a investigação, condenando agressores e inocentando os não envolvidos.

A obtenção de um perfil genético a partir de vestígios criminais é o objetivo final do processamento laboratorial realizado pela Diretoria Metropolitana de Laboratório Forense, sendo que diversas etapas anteriores, técnicas e equipamentos são necessários.

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Conforme a coordenadora de perícias de Biologia Molecular, Rosângela Ventura, antes, o procedimento de lavagem diferencial era feito manualmente, o que restringia a capacidade de processamento de apenas de quatro a seis amostras por vez. “Este método demanda várias horas de trabalho e a supervisão constante de um perito forense com destreza e habilidade para a realização do método. A implementação do equipamento permite o processamento de 12 amostras em apenas 90 minutos, sem a necessidade de supervisão constante por um profissional. Essa automação não apenas reduz significativamente o tempo necessário para análise, mas também minimiza as chances de erros”, explicou a perita.

Rosângela pontua, ainda, que foram observados uma redução substancial no tempo de processamento das amostras de crimes sexuais, encurtando-o em até três horas, além de resultados de alta qualidade.

“Cerca de 300 amostras processadas no laboratório são de vestígios de crimes sexuais. Sendo assim, quando falamos de ganho de três horas com o suporte do equipamento, que antes era limitada pelo trabalho humano, nós estamos falando de ampliar essa tecnologia para toda a nossa demanda relacionada aos vestígios de crimes sexuais que possam conter material espermático, que representa a maioria das nossas buscas por DNA no setor”, analisou.

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O equipamento teve o custo de cerca de R$ 250 mil e foi adquirido com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública.

Fonte: Governo MT – MT

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