A participação da Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) no Seminário Nacional dos Anos Finais do Ensino Fundamental, promovido pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) nesta terça-feira (9.9), em Brasília (DF), foi marcada por protagonismo e contribuição efetiva. Para o secretário de Educação, Alan Porto, o evento representou mais uma oportunidade de mostrar como políticas construídas com escuta ativa e colaboração entre redes podem impactar positivamente a vida dos estudantes e a qualidade da educação.
Segundo o secretário, o grande diferencial da política de Mato Grosso foi ter colocado os estudantes no centro do processo. “Escutamos cerca de 70 mil adolescentes. Eles mostraram suas prioridades, suas dores e suas expectativas. Essa escuta foi fundamental para que a política refletisse a realidade da sala de aula e não apenas um documento técnico”, explicou Porto.
Do ponto de vista pedagógico, a iniciativa representa um salto. Ao articular currículo, avaliação e uso de tecnologias, o estado busca corrigir desigualdades e oferecer trajetórias de aprendizagem mais consistentes.
“Garantir equidade não é dar o mesmo para todos, mas sim oferecer as condições necessárias para que cada estudante avance. E isso só é possível com planejamento, inovação e colaboração entre Estado e municípios”, defendeu o secretário.
No campo social, a política tem impacto ainda mais profundo: reforça o papel da escola como espaço de inclusão e pertencimento para milhares de adolescentes. Porto destaca que, ao ouvir gestores, professores e conselhos de educação, a Seduc mostrou que o diálogo é o caminho para superar desafios históricos.
“Educação de qualidade se constrói com confiança, corresponsabilidade e, acima de tudo, compromisso com os jovens que estão na ponta do sistema”, afirmou aos presentes.
Para ele, Mato Grosso demonstra que investir na governança e em políticas consistentes é também investir no futuro do estado. “Nosso objetivo é simples e desafiador: fazer com que cada estudante dos anos finais tenha a chance de aprender mais, permanecer na escola e sonhar mais alto. Isso é transformar a educação em ferramenta de justiça social”, concluiu Alan Porto.
A ampliação da área de cobertura dos serviços pré-hospitalares em Mato Grosso, após a integração entre o Corpo de Bombeiros Militar e o Samu, em junho de 2025, aumentou o número de atendimentos e garantiu que as ambulâncias cheguem mais rápido a quem mais precisa.
No primeiro trimestre de 2025, foram atendidas 5.578 ocorrências médicas. No mesmo período de 2026, o número subiu para 8.692 atendimentos. O crescimento é resultado direto da integração entre as instituições, que ampliou o número de equipes disponíveis nas ruas e, consequentemente, a capacidade de atendimento à população.
“A cooperação atual é extremamente produtiva e resolutiva. Sabemos que o atendimento pré-hospitalar é um fator crítico de qualidade assistencial, e desde a integração já ampliamos a cobertura e qualificamos o atendimento, com profissionais de saúde preparados”, afirmou o secretário de Saúde de Mato Grosso, Juliano Melo, durante audiência na Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (22.4).
A parceria entre as instituições ocorre por meio do Sistema Estadual de Atendimento Pré-Hospitalar.
Na prática, as equipes do Samu e do Corpo de Bombeiros atuam de forma integrada e compartilham a mesma central de regulação, que funciona na estrutura do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp). Com isso, os chamados de urgência e emergência médica são direcionados para a equipe mais próxima.
A regulação conjunta também reduziu o tempo de espera pelo atendimento em 31%. Antes, a população da Baixada Cuiabana aguardava, em média, 25 minutos por uma ambulância. Com a parceria, o tempo-resposta caiu para 17 minutos, diminuindo o intervalo entre o chamado e a chegada das equipes.
De acordo com o secretário, a melhoria no tempo de atendimento é resultado do aumento no número de profissionais. Antes, a região contava com 12 equipes. Com a parceria, esse número passou para 25.
Desde a implantação do Sistema Estadual de Atendimento Pré-Hospitalar, o Corpo de Bombeiros contratou mais de 200 profissionais, entre enfermeiros, técnicos de enfermagem, condutores e auxiliares, para reforçar as equipes. Os militares que atuam no atendimento pré-hospitalar também possuem formação na área da saúde, e a criação das novas equipes não comprometeu os demais serviços da instituição.
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