O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realiza, nesta segunda-feira (2.6), uma solenidade que marca o início das operações da Sala de Situação Central (SSC), estrutura criada para reforçar as ações de monitoramento, prevenção e combate às queimadas ilegais e aos incêndios florestais no estado.
O evento simbólico será realizado a partir das 17h30, no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.
A Sala de Situação Central foi instituída por meio do Decreto nº 1.403/2025, que declarou estado de emergência ambiental em Mato Grosso e definiu o período proibitivo do uso e manejo do fogo em áreas rurais. No Pantanal, a restrição vigora de 1º de junho a 31 de dezembro. Já nas regiões da Amazônia e do Cerrado, o período vai de 1º de julho a 30 de novembro.
Instalada no BEA, a Sala de Situação Central tem caráter consultivo e deliberativo. Seu objetivo é reforçar as ações de monitoramento, análise técnica, otimização de recursos e resposta rápida às ocorrências, de forma integrada entre os diferentes níveis de governo.
A sala dispõe de 30 assentos, entre titulares e suplentes, destinados a representantes de órgãos públicos e entidades de proteção ambiental convidadas a compor o núcleo de coordenação operacional. A coordenação geral das atividades está a cargo da Diretoria Operacional do CBMMT.
Entre os órgãos públicos que compõem o núcleo estão, além do CBMMT, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), a Secretaria Adjunta de Integração Operacional (Saiop) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), a Secretaria Adjunta de Proteção e Defesa Civil, a Polícia Milita, a Polícia Judiciária Civil e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).
Também participam como entidades convidadas: o Exército Brasileiro, a Marinha do Brasil, a Força Aérea Brasileira, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama/Prevfogo), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e o Sesc Pantanal.
Sugestão de Pauta Evento: Corpo de Bombeiros inicia operação da Sala de Situação Central nesta segunda-feira (2.6) Data e horário: Segunda-feira (02.6), às 17h30 Local: Batalhão de Emergências Ambientais (BEA) – Avenida Dom Bosco, esquina com Av. Dom Aquino, bairro Dom Aquino, Cuiabá, próximo a Igreja Nossa Senhora Auxiliadora
O mês de julho é dedicado ao protagonismo das mulheres negras e ao fortalecimento da luta pela equidade racial. Em Mato Grosso, a Lei 11.577/2021 reconheceu o dia 25 de julho como o Dia Estadual de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Em âmbito nacional esse reconhecimento veio por meio da Lei Federal nº 12.987/2014.Para a presidente do Comitê de Equidade Racial do Poder Judiciário de Mato Grosso, desembargadora Juanita Cruz da Silva Clait Duarte, o julho das pretas é um importante marco de reflexão, reconhecimento e valorização da trajetória das mulheres negras que desempenharam papel fundamental na construção da sociedade brasileira.
“Como mulher negra, tenho a convicção de que ocupar hoje a Presidência do Comitê de Promoção da Equidade Racial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso representa muito mais do que uma conquista individual. Minha trajetória teve início no trabalho de cuidado, realidade que ainda marca a vida de tantas mulheres negras brasileiras. Por isso, chegar a este espaço de decisão reafirma que a transformação é possível quando há oportunidades, compromisso institucional e reconhecimento da dignidade de todas as pessoas”, sublinhou.
A magistrada ressalta que ainda há muitos desafios decorrentes das desigualdades raciais e de gênero. Por isso, o Judiciário mato-grossense atua no combate ao racismo e estimula práticas antirracistas não apenas no âmbito interno, mas também para toda a sociedade.
“É essa perspectiva que orienta a atuação do Comitê: contribuir para que o Poder Judiciário seja agente de promoção da equidade racial, fortalecendo ações de letramento racial, conscientização e valorização da diversidade. O Julho das Pretas nos lembra que promover igualdade de oportunidades não significa apenas reconhecer a história e as contribuições das mulheres negras, mas também assumir a responsabilidade coletiva de construir instituições cada vez mais inclusivas, representativas e comprometidas com a justiça social”, pontuou. Conheça no link abaixo as ações do Comitê de Promoção da Equidade Racial https://www.tjmt.jus.br/pagina/comite-promocao-equidade-racial-poder-judiciario-mato-grosso
Autor: Lídice Lannes
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
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