Mato Grosso

Diretoria executiva do UB Mulher MT conta com a participação da primeira-dama do Estado Virginia Mendes

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Diretório busca fortalecer as mais de 22 mil filiadas e ampliar a participação do público feminino na política

Na última sexta-feira (18.08), a primeira-dama de MT, Virginia Mendes, presidente de honra do partido União Brasil Mulher MT, esteve reunida com a presidente da agremiação, deputada federal Gisela Simona. Na oportunidade trataram da criação executiva do UB Mulher MT e sobre os próximos passos para o fortalecimento da ala de mulheres. O diretório também conta com a ex-prefeita e ex-primeira-dama de Várzea Grande, Lucimar Campos como presidente de Honra.

A sigla conta com 47.531 filiados no Estado, dos quais 22.088 são mulheres, entre elas 02 prefeitas, 03 vice-prefeitas, 30 vereadoras e 01 deputada federal, e a missão da parlamentar será de estrutura o UB Mulher em todo o Estado.

“Vamos tornar o nosso partido ainda mais forte. Como presidente de honra do União Brasil Mulher estou à disposição para somar com o partido. Temos inúmeras pautas importantes para tratar e precisamos unir esforços, em especial os temas relacionados à violência doméstica, feminicídio, e outros temas que precisam da nossa atuação”, ratificou Virginia Mendes.

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A primeira-dama do Estado ainda ressaltou que o objetivo do fortalecimento da ala de mulheres no UB não é para cumprir cota. “Contrário do que muitos pensam, a mulher não está na política apenas para cumprir uma cota, mas porque temos condições de participar da política de igual para igual com os homens. Conto com a participação de todas as mulheres nesta nova etapa do nosso partido”, convidou a primeira-dama do Estado, Virginia Mendes.

“Estou honrada e ao mesmo tempo ciente da responsabilidade de estar como presidente executiva desse grande grupo de mulheres, líderes, de todo o Estado com vistas a ampliar a participação feminina na política. Gratidão ao União Brasil MT e ao nosso presidente e governado do Estado Mauro Mendes pela acolhida e confiança”, afirmou Gisela Simona.

A parlamentar pretende fazer uma gestão democrática, dando voz às correligionárias. “E para aquelas que ainda não estão conosco, estamos de braços abertos para recebê-las. Vamos, juntas, buscar a nossa representatividade na política e em todos os lugares onde merecemos e devemos estar”.

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Também compõem a diretoria executiva do União Brasil Mulher MT as lideranças Sandy de Paula Alves Maynardes (secretária), de Juara; Marchiane Tenório Fritzen (tesoureira), de Rondonópolis; e as suplentes Adriane Silva do Nascimento (Cuiabá), ex-deputada federal Celcita Rosa Pinheiro (Várzea Grande); e a vereadora Michelly Alencar (Cuiabá)

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Ministério Público MT

TAC garante encerramento de lixão e recuperação ambiental

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Querência, firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), no dia 31 de agosto, com o Município para garantir uma solução definitiva para a gestão dos resíduos sólidos urbanos, o encerramento do antigo lixão municipal e a recuperação ambiental da área degradada.A atuação ministerial teve início em 2013, quando foi instaurado inquérito civil para apurar irregularidades no gerenciamento e na destinação final dos resíduos sólidos no município. Naquele mesmo ano, vistoria realizada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) constatou a disposição inadequada de resíduos em lixão a céu aberto, sem impermeabilização do solo, com infiltração de chorume, ocorrência de queimadas e presença de catadores no local.Mesmo após diversas tentativas de resolução extrajudicial, a situação persistiu. Diante disso, o Ministério Público ingressou, em 2020, com uma ação civil pública visando interromper a disposição irregular dos resíduos, assegurar a destinação ambientalmente adequada e promover a recuperação da área degradada.Nos últimos anos, o município passou a encaminhar os resíduos sólidos urbanos para um aterro sanitário licenciado localizado em Água Boa, medida que representou um importante avanço na política de gestão de resíduos. Contudo, segundo o MPMT, a mudança da destinação final não elimina os passivos ambientais acumulados ao longo de décadas de utilização do lixão, tornando necessárias ações para o encerramento técnico da área e sua recuperação ambiental.Foi nesse contexto que o Ministério Público e o Município construíram uma solução consensual voltada à reorganização da política municipal de resíduos sólidos. O TAC estabelece obrigações específicas, responsáveis, cronograma de execução, mecanismos de fiscalização e prazos para a implementação das medidas.Entre as ações previstas estão o encerramento definitivo do lixão, a elaboração de diagnóstico ambiental e do Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD), a regularização e o licenciamento da estrutura de transbordo dos resíduos, a manutenção da destinação final em aterro sanitário licenciado, o fortalecimento da coleta seletiva, a inclusão socioprodutiva dos catadores, o desenvolvimento de ações de logística reversa e a avaliação da sustentabilidade econômico-financeira dos serviços de limpeza urbana.O acordo também prevê a criação de um grupo de trabalho multidisciplinar para coordenar e acompanhar a execução das medidas, além do cumprimento de etapas condicionadas aos processos de licenciamento e aprovação ambiental.Para garantir a efetividade do TAC, a 1ª Promotoria de Justiça instaurou procedimento administrativo específico para monitorar o cumprimento das obrigações assumidas. Também foi elaborado um controle detalhado dos prazos, que será compartilhado com o Município e com o Conselho Municipal de Meio Ambiente para acompanhamento e fiscalização das ações.Segundo a promotora de Justiça Daniela Moreira Augusto, o objetivo é solucionar de forma definitiva um problema ambiental que se arrasta há mais de uma década.“O TAC foi construído para ser efetivamente cumprido. Não se trata apenas de encerrar um processo ou de impedir o descarte de resíduos em determinado local. O encerramento de um lixão exige uma série de medidas, como a recuperação da área degradada, a mitigação dos passivos ambientais e a estruturação adequada do sistema de transbordo. Por isso, optamos por um acordo estrutural, com obrigações concretas, responsáveis definidos, prazos estabelecidos e acompanhamento permanente”, destacou.O cumprimento das obrigações será fiscalizado pelo Ministério Público, com participação do Conselho Municipal de Meio Ambiente. O TAC prevê ainda a apresentação de relatórios bimestrais de acompanhamento e estabelece multa diária em caso de descumprimento injustificado, sem prejuízo da adoção das medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis.Com a formalização do acordo, o MPMT busca assegurar a execução de ações concretas para o encerramento definitivo do lixão, a recuperação ambiental da área degradada e a consolidação de um sistema municipal de manejo de resíduos sólidos ambientalmente adequado, sustentável e alinhado à legislação vigente.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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