Mato Grosso

CGE apresenta referencial técnico para implantação de programas de integridade em municípios

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A Controladoria Geral do Estado apresentou nesta quinta-feira (28.8), durante reunião da Rede de Controle da Gestão Pública de Mato Grosso, o Referencial Técnico para Implantação de Programas de Integridade nos municípios. A pauta é uma das prioridades da gestão do biênio 2025/2026, período em que o controlador-geral do Estado, Paulo Farias, exerce também a coordenação da Rede de Controle.

O objetivo é apoiar os 142 municípios de Mato Grosso na implementação de programas de integridade adaptados ao porte de cada cidade, conforme o número de habitantes. O projeto, compartilhado com os membros da Rede para sugestões de melhorias, prevê que cidades grandes adotem estruturas completas de monitoramento e transparência, enquanto municípios menores terão programas simplificados, com foco em conscientização e canais de denúncia.

Todos os programas incluem compromisso da alta administração, código de ética, gestão de riscos, normas correcionais, treinamentos, controle interno, transparência e plano de integridade, seguindo etapas de diagnóstico, execução e monitoramento contínuo.

Segundo Paulo Farias, a iniciativa é resultado direto da experiência exitosa de Mato Grosso com a implantação do Programa de Integridade Pública no âmbito estadual, iniciado há dois anos.

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A implementação dos programas de integridade nos municípios é uma prioridade da nossa gestão, baseada no sucesso do Programa de Integridade Pública do Estado, que já conta com a adesão de 100% dos órgãos e entidades estaduais e, destes, cerca de 90% já concluíram seus planos de integridade. Agora, queremos apoiar os municípios para que também avancem nesse caminho de fortalecimento da ética, da transparência e da prevenção à corrupção”, destacou o controlador-geral.

O superintendente de Avaliação e Consultoria de Integridade e Compliance da CGE, Christian Pizzatto, que conduziu a apresentação do referencial técnico, ressaltou que o modelo proposto não exige das prefeituras a criação de novas estruturas para desenvolver seus programas de integridade. Segundo ele, muitas administrações municipais já possuem parte dos instrumentos previstos no documento e precisarão apenas adaptar e formatar o que já está em funcionamento para atender às diretrizes sugeridas.

Durante a reunião, os membros da Rede de Controle também foram informados sobre um programa que a CGE está formatando para aproximar estudantes e escolas da administração pública, permitindo que compreendam como funciona todo o ciclo da gestão governamental, desde a eleição até o julgamento das contas pelo Legislativo e pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).

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Outro ponto discutido foi a realização do Encontro Mato-grossense de Controle Interno, previsto para o fim de outubro, que reunirá profissionais da área para troca de experiências e fortalecimento das práticas de auditoria e integridade no setor público.

A reunião foi conduzida pelo coordenador da Rede, o secretário Controlador-geral do Estado, Paulo Farias, e contou com a presença de representantes da Controladoria Geral da União (CGU), Auditoria Geral da União (AGU), Tribunal de Contas da União (TCU), Ministério Público Estadual (MPE), Ministério Público Federal (MPF), Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT), Controladoria Geral do Município de Cuiabá, Associação dos Auditores e Controladores Internos dos Municípios de Mato Grosso (Audicom-MT), entre outros.

A Rede de Controle atua como um espaço de articulação estratégica entre instituições públicas de controle, fiscalização e gestão, promovendo ações integradas voltadas ao aperfeiçoamento da administração pública em Mato Grosso.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Comitê da Sedec debate plano nacional de fertilizantes e aprova comissão de fertilidade do solo

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O Comitê Gestor de Fertilizantes e Bioinsumos de Mato Grosso, presidido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), realizou, nesta terça-feira (12.5), a 2ª reunião ordinária do grupo. O encontro contou com a apresentação do Plano Nacional de Fertilizantes e com a aprovação da Comissão de Fertilidade do Solo do Estado de Mato Grosso (CFS-MT), formada por representantes técnicos da área.

Durante a reunião, José Carlos Polidoro, responsável pelas ações do Plano Nacional de Fertilizantes junto ao Conselho Nacional de Fertilizantes e Nutrição de Plantas (Confert) e representante do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), apresentou a estrutura e os objetivos do plano nacional.

“Quando discutimos e estruturamos uma política nacional de fertilizantes, estamos falando também de segurança nacional e segurança alimentar. Essa é uma pauta que vai além do fortalecimento de uma cadeia produtiva específica, porque impacta diretamente a capacidade do país de manter sua produção de alimentos com estabilidade, competitividade e sustentabilidade”, afirmou Polidoro.

Maior produtor agrícola do país, Mato Grosso demanda grandes volumes de fertilizantes para sustentar sua produção. Nesse contexto, iniciativas voltadas ao fortalecimento técnico e científico da cadeia produtiva são estratégicas para ampliar a eficiência e a sustentabilidade no campo.

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A secretária adjunta de Agronegócio, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa, destacou a importância do debate para o setor agropecuário mato-grossense. “A discussão sobre fertilizantes é estratégica para Mato Grosso e para o Brasil, especialmente diante da força da nossa produção agropecuária. O Plano Nacional de Fertilizantes representa um passo importante para ampliar a segurança e a competitividade do setor. Mato Grosso acompanha esse movimento e busca construir caminhos sustentáveis para garantir mais eficiência, estabilidade e desenvolvimento ao agro brasileiro”, disse.

Durante a reunião, também foi aprovada a criação da Comissão de Fertilidade do Solo do Estado de Mato Grosso (CFS-MT), composta por nomes técnicos indicados pelas instituições participantes. A coordenação ficará a cargo do engenheiro agrônomo e técnico agrícola Milton Moraes.

Entre os objetivos da comissão estão a elaboração e atualização das recomendações oficiais de correção do solo e de adubação; a padronização e atualização dos métodos oficiais de análise de solos, tecido vegetal, corretivos, fertilizantes e outros materiais de interesse agrícola; além da definição de demandas prioritárias de pesquisa em fertilidade do solo e nutrição mineral de plantas para financiamento por instituições de fomento.

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“A aplicação de fertilizantes precisa ser avaliada não apenas do ponto de vista técnico, mas também econômico. Existe um limite em que o aumento da adubação ainda gera ganho de produtividade e retorno ao produtor. Por isso, é fundamental que o manejo seja feito com equilíbrio e planejamento, buscando eficiência no uso dos fertilizantes e maior rentabilidade para o produtor rural”, destacou Milton Moraes.

Fonte: Governo MT – MT

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