Cuiabá

Câmara realiza sessão solene em homenagem a professora

Publicado em

19/07/2023

Na última audiência pública antes do recesso de julho, a Câmara de Cuiabá homenageou na segunda-feira (17) a professora Amélia de Arruda Lobo, que foi conhecida como professora Amelinha, e faleceu em 1977, aos 78 anos. A homenagem partiu do vereador Rodrigo de Arruda e Sá (Cidadania).

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O presidente da Câmara, vereador Chico 2000 (PL), a desembargadora Serly Marcondes Alves, procurador do estado Ubiratan Alves, engenheiro da Petrobras Ubirajara Alves, reverendo Nelson de Barros e Amélia Machado Lobo, sobrinha da homenageada, compuseram a Mesa de Honra.

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O vereador Rodrigo de Arruda e Sá pediu ao presidente Chico 2000 para a Câmara reverter a injustiça que foi a mudança do nome na escola municipal no bairro Planalto, que levava o nome da professora Amelinha, mas que agora tem outra denominação. Ambos devem conversar sobre o tema com o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro.&nbsp

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De imediato, Chico 2000 garantiu que providências fossem tomadas para reverter à situação.

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“Eu já encaminhei mensagem ao secretário de apoio legislativo determinando a ele que amanhã traga este processo injusto e covarde para que possamos revertê-lo. Tenho certeza que será revertido pelo amor ou pela dor”, garantiu o presidente.

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Professora Amelinha

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A homenageada Amélia Constança de Arruda Lobo nasceu em 19 de setembro de 1898, em Cuiabá. Filha de Francisco Arruda Lobo e Amélia Inocência de Oliveira. Casou-se com Alencastro Maria Alves em 24 de novembro de 1923, passando a assinar Amélia de Arruda Alves. Eles tiveram 8 filhos.

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Foi professora primária de 1916 até depois de 1920 professora de Didática, História da Educação e Geografia do Brasil na Escola Normal Pedro Celestino, e professora de Geografia no Colégio Estadual de Mato Grosso, cargo em que se aposentou no ano de 1961. Dimensionando, assim, vasta atividade educacional à nossa nação.

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Publicou quatro livros didáticos, escreveu também para os jornais O Mato Grosso, O Social Democrata, e para a revista A Violeta. Nessa revista publicou textos curtos em prosa literária, de teor romântico, além de artigos jornalísticos de assuntos diversos, contribuindo, assim, à dimensão da informação no Estado.

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Em A Violeta além do nome real assinou sua produção como Solange, Aurora, Dolores, A. Lobo, Amelinha, e Amelinha Lobo.

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A professora Amelinha Lobo ganhou o Concurso Literário com a Obra sobre a Geografia do Estado de Mato Grosso. Ela faleceu em 10 de fevereiro de 1977, em sua cidade natal, com 78 anos.

SECOM – Câmara Municipal de Cuiabá&nbsp

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Dra. Mara cobra transparência e pressiona revisão de tarifas no saneamento de Cuiabá

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Marcely Alves | Assessoria da vereadora Dra. Mara 
A vereadora Dra. Mara (Podemos) participou, na última sexta-feira (24), de uma reunião técnica na Câmara Municipal de Cuiabá e reforçou a cobrança por transparência e equilíbrio na revisão do contrato de saneamento da capital. 
O encontro contou com a presença da presidente da Casa, a vereadora Paula Calil (PL), além de representantes de órgãos e instituições ligadas ao setor.
Participaram da reunião a concessionária Águas Cuiabá, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a agência reguladora e pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso, por meio do Niesa UFMT.
O foco do encontro foi a revisão ordinária do contrato com a Águas Cuiabá, com ênfase nas tarifas de água e esgoto um tema sensível que, segundo a parlamentar, exige respostas claras e medidas concretas.
Durante a reunião, Dra. Mara questionou critérios de cobrança, custos operacionais e a qualidade dos serviços prestados. Para ela, o debate não pode ficar restrito ao campo técnico e precisa refletir a realidade de quem paga a conta todos os meses.
“Não dá para tratar um serviço essencial com superficialidade. As tarifas pesam no bolso da população e precisam ser justificadas com transparência e responsabilidade. Quem paga a conta merece respeito,” afirmou.
A vereadora reforçou o papel do Legislativo no processo. 
“Fiscalizar não é opção, é obrigação. Nosso dever é acompanhar de perto, cobrar e garantir que o interesse da população esteja acima de qualquer contrato,” disse.
Para Dra. Mara, o momento exige mais do que discussões. 
“Não basta reunião, não basta discurso. A população quer resultado: serviço de qualidade e tarifas justas. Quem está na ponta não pode continuar pagando por falhas do sistema, “pontuou.
A presidente da Câmara, Paula Calil, também destacou a importância do debate institucional.
“A Câmara está cumprindo seu papel ao promover esse diálogo. É fundamental garantir transparência e equilíbrio em um tema que impacta diretamente a vida das pessoas,” afirmou.
Ao final, Dra. Mara reforçou que seguirá acompanhando o tema.
“Vamos continuar cobrando. Saneamento não é favor, é direito  e direito precisa ser respeitado,” concluiu.
As discussões devem subsidiar as próximas etapas da revisão contratual, que segue em análise com acompanhamento do Legislativo.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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