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Verão europeu no GPS|Brasília: Grécia, França e Espanha com Nadia Yusuf

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Verão europeu no GPS|Brasília: Grécia, França e Espanha com Nadia Yusuf
Fernanda Moura

Verão europeu no GPS|Brasília: Grécia, França e Espanha com Nadia Yusuf

Vamos dar uma pausa na programação Olímpica , mas sem sair da Europa . Assim como em Paris , as temperaturas continuam altas em diversos países do continente, o que significa que os brasilienses seguem curtindo o eurosummer.

Nesta edição do especial “Verão europeu no GPS|Brasília”, a entrevistada é Nadia Yusuf , que nos contou detalhes de sua viagem de 20 dias por Ibiza, Mônaco, Saint-Tropez e Mykonos, na companhia de sua melhor amiga, Maria Victória, e de toda a família Salomão.

Foto: Reprodução/Instagram

“Meu lugar preferido sempre é Mykonos. Acho incrível como aproveitamos tanto o dia e temos mil programações. É tudo muito lindo do nascer ao pôr do sol e, quando você se dá conta, já são 6 horas da manhã”, compartilha a empreendedora.

Para os nossos leitores, Nadia listou alguns dos melhores restaurantes, beach clubs, praias e passeios que fizeram parte da programação da viagem em cada um dos destinos.

Confira:

Ibiza

Na Espanha, Nadia ficou hospedada no Ibiza Gran Hotel . Por lá, as indicações de restaurantes são Cipriani , Zuma , Cala Duo , Jondal , Chiringuito e És Moli del Sal . “Almoço sempre aconselho marcar no fim da tarde, para participar da animação das festas e do DJ”.

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Para a brasiliense, a melhor praia de Ibiza é Formentera e o passeio de barco pelo local é imperdível.

“A programação perfeita é pedir mojitos no barco e, em seguida, ir almoçar em algum restaurante. Sempre acabam sendo os dias mais divertidos e engraçados”, diz.

Saint-Tropez

A região de Provence-Alpes-Côte d’Azur é cada vez mais frequentada pelos jovens abonados, e não é à toa. A cidade costeira da Riviera Francesa é lindíssima e recheada de opções de programações.

Em Saint-Tropez, Nadia ficou no hotel Villa Marie . No destino, os restaurantes e beach clubs visitados pela empreendedora foram Kinugawa , LOULOU , Verde e Shellona .

Em questão de praia, o que não falta são opções belíssimas de mar azul, mas a favorita de Nadia é a Pampelone Beach.

Verde Beach
Shellona

Mykonos

Para Nadia, em Mykonos, seu destino favorito do verão europeu, o Belvedere é o hotel com melhor staff e localização e, por isso, foi a acomodação escolhida na ilha grega.

Para o jantar, as escolhas foram Noema , restaurante com comida com toque árabe meio grego e ambiente maravilhoso; Scorpios ; com a possibilidade de marcar um jantar e ficar paras festas; Alemagou , espaço menor e em cada festa com uma decoração diferente e muita gente bonita, e 180 Sunset Bar .

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Scorpios

“Qualquer barzinho em Little Venice é ótimo para ver o pôr do sol. Esse ano fomos ao Mykonos Cerise “, conta.

Entre os beach clubs, os favoritos são Spilia , Solymar , Principote e Branco .

Mônaco

A cidade-estado na zona costeira do Mediterrâneo está a poucos quilômetros da Itália e atrai milionários de todas as partes do mundo. A maioria dos tours no destino passam pelo vilarejo de Èze, uma pequena vila no alto da montanha.

Além das Ferraris, Porsches e Lamborghinis que ficam nas ruas de Mônaco, as atrações que fazem parte da cidade são o Cassino de Monte-Carlo, o Café de Paris, o Palácio do Príncipe, a Catedral de Mônaco e muito mais.

Para jantar por lá, Nadia indicou o Sass Café , o Café de Paris e o Beef Bar .

Café de Paris

Apesar de as praias não serem o forte do local, o mar da Costa Azul passa por lá, por isso, visitar a Praia de Larvotto é imperdível para os turistas.

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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