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Mezanino da Torre lança festival de risotos com vista panorâmica de Brasília

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Mezanino da Torre lança festival de risotos com vista panorâmica de Brasília
Redação GPS

Mezanino da Torre lança festival de risotos com vista panorâmica de Brasília

Com a chegada do inverno, o Mezanino , localizado da Torre de TV em Brasília, promoverá um Festival de Risotos para aquecer os corações e paladares dos clientes.

De 15 a 20 de julho, por apenas R$ 96 por pessoa, os visitantes poderão desfrutar de uma entrada e duas opções do prato italiano, acompanhadas por drinques autorais que harmonizam perfeitamente com cada sabor.

Para abrir o apetite, as Bruschettas da Casa levam tomate confitado, mussarela de búfala e pesto de manjericão. Vale destacar que, começando pela entrada, cada opção do festival pode ser harmonizada com um drinque autoral da casa (valor de cada drinque cobrado à parte), a começar pelas bruschettas, que acompanham bem o Palipalan, uma soda de caramelo salgado com flor de sabugueiro, lichia e limão-siciliano.

Risotos

Cozido com caldo de aspargos e finalizado com queijo brie e presunto Parma, o risoto Clássico Ibérico harmoniza com o drinque Toranja (R$ 46), com espírito em Tequila Añejo, corpo em Aperol e toranja, equilibrado em castanhas e ruibarbo.

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O Clássico Francês, por sua vez, é cozido no caldo de legumes e oferece a combinação clássica de queijo gorgonzola e peras caramelizadas. Este forma a dupla perfeita com o drinque low carb Mazon (R$ 44), que leva gin Amazzoni, folhas de limoeiro, Lillet, vermute de caju e tônica.

Já inspirado pelos sabores nacionais, o Clássico Brasileiro traz arroz no caldo de rabada desfiada, finalizado com folhas e emulsão de agrião. Para beber, a sugestão da casa é o drinque Planalto (R$ 45), um mix de Cachaça Princesa do Vale Blend, Lillet e vermute de caju, equilibrado com batata-baroa e folha de pitangueira.

Indo para um lado litorâneo, o Risoto Del Mare leva bisque e emulsão de camarão seco, finalizado com geleia de umbu. O drinque ideal para acompanhá-lo é o Cobre (R$ 44), Spritz com corpo em Lillet Rosé, equilíbrio floral em rosas e hibisco, finalização em espumante.

Serviço:

Mezanino Torre de TV de Brasília
Local: Rooftop da Torre de TV (andar R), Eixo Monumental – Brasília
Horários de funcionamento: segunda-feira, 11:30–16:00; terça a quinta-feira, 11:30–15:30, 17:30–00:00; sexta-feira e sábado 11:30–15:30, 17:30–02:00; domingo, 11:30–18:00
Agendamento: por ordem de chegada e/ou reserva via SAC (61) 99376-8952
Mais informações: @meza.nino

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Festival de Risotos: de 15 a 20 de julho, R$ 96 por pessoa – incluso entrada + 2 opções de risoto; disponível no almoço e no jantar

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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