Cariocas e paulistas vão às ruas contra PL que equipara aborto a homicídio
A Prefeitura de São Paulo informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que negou atendimento para a realização do procedimento de aborto a pelo menos duas mulheres vítimas de estupro. A informação foi confirmada pela administração municipal após intimação do ministro Alexandre de Moraes e divulgada pela coluna da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, uma mulher de 26 anos recebeu uma “negativa momentânea”. A segunda paciente, que também teve o pedido negado, chegou a ser procurada posteriormente, mas já tinha sido atendida em outro estado.
Conforme ofício, ambas as gestações já estavam em estado avançado. A negativa a uma delas ocorreu mais de um mês após a suspensão da norma do Conselho Federal de Medicina (CFM) que restringia a interrupção acima de 22 semanas e um mês depois do Tribunal de Justiça de São Paulo estabelecer que o procedimento deveria ser realizado no município sem limites gestacionais estabelecidos.
Segundo a administração, houve uma busca ativa pelas pacientes após a negativa inicial – o que só aconteceu após intervenção da Defensoria Pública de São Paulo e da ONG Projeto Vivas, que luta pela legalização e a viabilização do procedimento no país.
“Esse documento distorce a realidade vivida por essas mulheres. Elas não foram atendidas pela rota de cuidados regular. Elas enfrentaram barreiras quase intransponíveis”, afirma a advogada Rebeca Mendes, diretora-executiva do Projeto Vivas, à coluna.
De acordo com a coluna, a primeira paciente procurou assistência e teve o pedido negado no Hospital Municipal Tide Setubal, em São Miguel Paulista, no dia 8 de abril. A justificativa da prefeitura é de que a assistolia fetal era proibida pelo CFM na época.
“Após o recebimento do documento do STF, entramos em contato com a mesma, que informou ter procurado o serviço em outro estado”, diz a secretária-executiva da Saúde, Marilande Marcolin, no ofício a Moraes.
O Projeto Vivas, então, levou a mulher à Bahia para realizar o procedimento, autorizado após uma decisão da Justiça Federal no Rio Grande do Sul que suspendeu a norma do CFM temporariamente.
Exposição
Na primeira versão do ofício enviado ao STF, a prefeitura expôs dados sensíveis da paciente que foi vítima de estupro e teve o procedimento negado. Questionada, a Secretaria Municipal de Saúde enviou nova versão do ofício à corte, apenas com as iniciais. Vinte horas depois, o STF tirou o primeiro documento do ar.
A segunda paciente citada no ofício procurou o Hospital Municipal Dr. Fernando Mauro Pires da Rocha, no Campo Limpo, em 21 de junho. Após quatro dias, ela teve o procedimento negado devido à idade gestacional, que já estava avançada. A negativa se deu mesmo após as decisões de Moraes e do Tribunal de Justiça paulista.
“Entretanto, após busca ativa, a paciente em questão foi acolhida em outra unidade”, afirma a secretaria, ao explicar que a mulher foi levada ao Hospital São Paulo, que está vinculado à Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), para fazer a assistolia fetal.
A diretora-executiva do Projeto Vivas conta que o segundo caso só foi resolvido após decisão da Justiça.
“Nós ingressamos junto com a Defensoria com um pedido de autorização judicial. E aí, sim, ela foi atendida. Ela não foi atendida por livre e espontâneo interesse da secretaria. Muito pelo contrário”, afirma Rebeca Mendes.
Sóstenes Cavalcante, autor do PL, diz que recebeu as críticas com “naturalidade, porque o tema é polêmico” Foto: Câmara dos deputados
Lula diz ser contra o aborto, mas afirma que PL é “insanidade” Reprodução: Ricardo Stuckert
Planalto descarta apoio a projeto que aumenta pena em caso de aborto Redação GPS
Manifestantes contra o “PL do aborto” Paulo Pinto/Agência Brasil
Parceria de agricultor para agricultor marca atuação da AMAGGI no campo
Relações que atravessam décadas, unem gerações e fortalecem o agronegócio mostram como confiança, proximidade e compromisso ajudam a construir parcerias duradouras
📅 28 de julho de 2026
🌾 Dia do Agricultor
✍️ Da Redação
Há parcerias que começam com uma safra. Outras atravessam décadas, passam de pais para filhos e fazem parte da história de famílias inteiras. Na AMAGGI, é assim que muitas relações com produtores rurais foram construídas ao longo de quase 50 anos: com proximidade, confiança e a certeza de que é possível crescer juntos.
Neste Dia do Agricultor, celebrado em 28 de julho, a AMAGGI homenageia os homens e mulheres que fazem da terra seu trabalho e seu legado. Como uma empresa agricultora em sua essência, reconhece os desafios, as conquistas e a dedicação de quem vive o campo todos os dias.
Para Marcos Basso, cliente da AMAGGI há 40 anos, a proximidade, o respeito e a confiança são a base da parceria construída ao longo das décadas.
“Temos uma relação de credibilidade e reciprocidade com a AMAGGI. A empresa tem o DNA do agricultor e nos entende.”
— Marcos Basso, produtor rural – Itiquira/MT
Roberto Pio, gerente regional de Originação da AMAGGI e colaborador há 39 anos, destaca que o vínculo com os produtores reflete uma relação de confiança construída ao longo do tempo.
“Temos parcerias que começaram há muito tempo e que hoje seguem com os filhos e netos de produtores que confiam na AMAGGI. Honramos nossos compromissos, e o agricultor sabe que pode contar com a gente.”
— Roberto Pio, gerente regional de Originação – AMAGGI
Segundo Marcelo Machado, diretor de Originação e Insumos da AMAGGI, o diferencial da companhia está em compreender de perto a realidade do produtor rural.
“Somos agricultores e entendemos as dores dos nossos clientes. Essa proximidade vem de estarmos também no campo, com equipes presentes em diferentes regiões do Brasil.”
— Marcelo Machado, diretor de Originação e Insumos – AMAGGI
Ao longo dos anos, a relação da AMAGGI com os produtores acompanhou as transformações do agronegócio, mantendo a proximidade como essência. Um exemplo é o Amaggi On, plataforma de comércio eletrônico que completa três anos em julho e oferece soluções digitais com conveniência, agilidade e a credibilidade dos serviços da companhia.
Pela plataforma, os produtores têm acesso a um portfólio de insumos como defensivos agrícolas, fertilizantes e sementes de soja e milho, com a segurança de contar com uma empresa que conhece a realidade do campo.
🗺️ Estados atendidos pelo Amaggi On
Mato Grosso Rondônia Roraima Pará Goiás Minas Gerais São Paulo Paraná Rio Grande do Sul ⟶ Santa Catarina ⟶
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📹 AMAGGI
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